Empresas participaram da 4ª Jornada de Inserção de Dados no SISBia, promovida pelo Ibama, visando capacitar para a gestão de dados de biodiversidade no Licenciamento Ambiental Federal. A próxima jornada ocorrerá em setembro.

Brasília/DF (21 de julho de 2025) – O Sistema de Gestão de Dados de Biodiversidade para Avaliação de Impacto Ambiental (SISBia) recebeu a participação de diversas empresas na capacitação realizada na primeira semana de julho. O curso, destinado a servidores públicos e empresas licenciadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), visa preparar os participantes para operar a ferramenta de forma eficaz.
O SISBia, criado pela Portaria Conjunta Ibama/ICMBio nº 7/2022, tem como objetivo receber, organizar e disponibilizar dados brutos de biodiversidade provenientes de estudos ambientais exigidos no Licenciamento Ambiental Federal (LAF). Esses dados incluem levantamentos, monitoramentos, resgates de fauna e supressões vegetais, entre outros.
A 4ª Jornada de Inserção de Dados no SISBia, realizada em julho, contou com a participação de doze empresas de setores variados, como hidrelétricas, portos, terminais portuários, mineração e linhas de transmissão. O Ibama destaca que a colaboração entre as empresas é essencial para a preservação e o monitoramento ambiental.
A próxima edição, a 5ª Jornada de Inserção de Dados, está agendada para ocorrer entre os dias 17 e 19 de setembro, também em Brasília. As informações sobre essa nova etapa podem ser acessadas no site do Ibama, que continua a promover a capacitação e a inserção de dados no SISBia.
Essas iniciativas são fundamentais para garantir que os dados de biodiversidade sejam geridos de maneira adequada, contribuindo para a proteção ambiental. A participação ativa das empresas e do governo é crucial para o sucesso desse sistema, que visa melhorar a qualidade dos estudos ambientais no Brasil.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença, apoiando projetos que visem a preservação da biodiversidade e o fortalecimento das iniciativas ambientais. Cada ação conta e pode impactar positivamente o futuro do nosso meio ambiente.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que permite ao governo participar de um fundo privado para infraestrutura e adaptação a eventos climáticos extremos, após negociações com a bancada ruralista. O fundo, com aporte de R$ 6,5 bilhões, visa apoiar a recuperação do Rio Grande do Sul, mas enfrenta críticas do Tribunal de Contas da União por sua natureza privada e por driblar o Orçamento.

O novo aeroporto em São Félix do Tocantins, previsto para dezembro, promete facilitar o acesso ao Jalapão, aumentando o fluxo turístico e impulsionando a economia local. A estrutura, com capacidade para aeronaves de pequeno porte, deve transformar a logística de transporte, atraindo novos perfis de visitantes e ampliando a visibilidade dos atrativos naturais da região. Contudo, o crescimento do turismo exige atenção à preservação ambiental e políticas públicas que garantam a sustentabilidade.

Produtores de Belém se reunirão para discutir fornecimento de alimentos na COP30, após correção de edital que excluiu proibição de pratos tradicionais da Amazônia. O evento ocorrerá de 10 a 21 de novembro.

Ministérios do Meio Ambiente e dos Transportes firmam acordo para discutir o licenciamento da BR-319, gerando preocupações sobre desmatamento e riscos ambientais na Amazônia. A proposta inclui ações para governança e proteção da região.

Uma onça-pintada foi avistada em um condomínio de luxo em Ji-Paraná, levando autoridades a mobilizarem uma força-tarefa para proteger o animal e a população local. O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) está atuando para monitorar a situação e resgatar filhotes em cativeiro.

José Eli da Veiga, professor da USP, propõe um modelo de "crescer decrescendo" e critica a ineficácia das COPs, sugerindo negociações diretas entre grandes emissores como solução mais eficaz.