São Paulo enfrenta o abril mais chuvoso em três décadas, com 145,8 mm de precipitação, superando em 133,3% a média esperada. A Defesa Civil alerta para temperaturas baixas, com mínimas entre 12°C e 16°C.

A cidade de São Paulo enfrentou em abril de 2025 o mês mais chuvoso dos últimos trinta anos, com um total de 145,8 mm de precipitação, superando em 133,3% a média esperada de 62,5 mm. Este registro é o maior desde 1995, segundo dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura (CGE). A Defesa Civil já havia emitido alertas sobre as condições climáticas adversas, que incluem temperaturas baixas.
Atualmente, a capital paulista está em estado de atenção devido à previsão de temperaturas mínimas entre 12°C e 16°C nos próximos dias. Na manhã de sexta-feira, 2 de maio, a temperatura média foi de 14°C. O sol deve aparecer entre nuvens à tarde, elevando a temperatura até 25°C, sem previsão de chuvas.
A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para os próximos dias indica que as temperaturas mínimas e máximas devem variar, como segue:
As chuvas intensas e as temperaturas baixas podem impactar a população, especialmente as comunidades mais vulneráveis. É fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que ajudem aqueles que enfrentam dificuldades em decorrência das condições climáticas adversas.
Além disso, a união da população pode ser um fator crucial para promover projetos sociais que visem a recuperação e o suporte às vítimas de desastres naturais. A solidariedade pode fazer a diferença na vida de muitos que precisam de ajuda neste momento.
Neste cenário, a colaboração entre cidadãos e organizações pode ser um caminho eficaz para amenizar os efeitos das chuvas e das baixas temperaturas. Ações coletivas podem proporcionar alívio e apoio a quem mais precisa, mostrando que a união é uma força poderosa em tempos de crise.

A Apoena promove neste sábado (10) a terceira edição do evento Global Big Day em Presidente Epitácio, com observação de aves e café da manhã comunitário. O objetivo é conscientizar sobre a preservação ambiental e valorizar a biodiversidade local.

O Brasil perdeu 111,7 milhões de hectares de áreas naturais entre 1985 e 2024, com 62,8 milhões de hectares de florestas devastadas, segundo o relatório do Mapbiomas. A conversão acelerada para agropecuária e mineração agrava as emissões de carbono e as mudanças climáticas.

Um estudo do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) revela que quatro Regiões Administrativas (RAs) se destacam em sustentabilidade, enquanto a Estrutural apresenta desempenho regular. A análise abrange 35 RAs e será monitorada até 2026.

Estudo da Unesp revela que a crise climática pode reduzir em até 50% as áreas de cultivo de café no Brasil até 2080, afetando especialmente Minas Gerais. Técnicas de manejo são sugeridas.

Belém sedia o XVII Fórum Nacional de Governadores, onde serão definidas as contribuições dos estados para a COP 30, que ocorrerá de 10 a 21 de novembro, reunindo mais de 190 países. O evento, que começa às 10h no Parque da Cidade, contará com a presença de governadores e autoridades, abordando temas como descarbonização e justiça ambiental.
Ibama intensifica fiscalização na Amazônia e apreende maquinário de garimpo ilegal avaliado em R$ 1,5 milhão, interrompendo degradação ambiental próxima ao Parque Nacional dos Campos Amazônicos.