A Operação Metaverso, realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), fiscalizou 36 empresas em Minas Gerais, resultando em 32 notificações e 64 autuações por irregularidades no comércio de madeira. A ação, que ocorreu entre 30 de junho e 4 de julho de 2025, visa coibir práticas ilegais e garantir a rastreabilidade da cadeia produtiva, com a expectativa de ampliar a fiscalização em todo o estado.

Belo Horizonte/MG (07/07/2025) – A Operação Metaverso, conduzida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), ocorreu entre 30 de junho e 4 de julho de 2025, abrangendo dezesseis municípios na Região Metropolitana de Belo Horizonte e nas regiões central e centro-oeste de Minas Gerais. O foco da fiscalização foi identificar irregularidades no setor madeireiro, visando coibir o comércio ilegal e assegurar a rastreabilidade da cadeia produtiva.
Durante a operação, foram inspecionadas 36 empresas, resultando em 32 notificações e 64 autuações por descumprimento da legislação ambiental. Os agentes do Ibama estimam que, nos últimos anos, essas empresas receberam aproximadamente 10 mil metros cúbicos de madeira nativa, o que equivale a 500 caminhões carregados de toras, sem a devida emissão do Documento de Origem Florestal (DOF), obrigatório para o comércio de madeira.
A operação também revelou a falta de destinação final da madeira, um procedimento essencial para estabelecimentos que utilizam essa matéria-prima na fabricação de móveis ou estruturas. A Superintendência do Ibama em Minas Gerais coordenou a ação, que teve início na região do Triângulo Mineiro e será expandida gradualmente para todo o estado, reforçando o compromisso com a proteção dos recursos naturais e a preservação das florestas nativas.
Até o momento, a Operação Metaverso já fiscalizou 72 empreendimentos madeireiros, resultando em 64 autuações e paralisações de atividades. Esses números evidenciam a gravidade das práticas irregulares no setor, que comprometem a sustentabilidade ambiental e a legalidade do comércio de madeira.
A fiscalização é uma resposta necessária às preocupações com o desmatamento e a exploração ilegal de recursos florestais. A atuação do Ibama é fundamental para garantir que as empresas atuem dentro da legalidade e respeitem as normas ambientais, promovendo um ambiente de negócios mais ético e sustentável.
Nessa situação, a união da sociedade civil pode ser crucial para apoiar iniciativas que visem a proteção ambiental e a recuperação de áreas degradadas. Projetos que promovem a conscientização e a preservação das florestas merecem ser estimulados e apoiados por todos nós.

O veto parcial à nova lei de licenciamento ambiental pode comprometer as metas do Novo Marco do Saneamento Básico, segundo a Abcon Sindcon. Com 518 processos pendentes em São Paulo, a burocracia atrasa a universalização do saneamento.

A secretária de Meio Ambiente de Goiás, Andréa Vulcanis, criticou a empresa do Aterro Ouro Verde por sua inação em meio a problemas ambientais graves, enquanto o governo realiza ações emergenciais. Durante visita ao local, Vulcanis destacou que o governo está desobstruindo o rio e fornecendo água às comunidades afetadas. A empresa será responsabilizada por danos significativos, incluindo contaminação do solo e perdas agrícolas.

A Raiar Orgânicos implementou a sexagem embrionária de ovos para descartar machos antes do nascimento, visando o bem-estar animal e aumentando a produção de ovos orgânicos. A tecnologia, importada da Alemanha, processa seis mil ovos por hora e pode salvar até 200 mil pintinhos do abate este ano.

O governo federal revelará até julho o Plano de implementação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), que regulará o mercado de carbono no Brasil. A subsecretária Cristina Reis destacou a importância do plano para a redução de emissões e a criação de um órgão gestor provisório. A iniciativa foi apresentada durante o seminário “COP30 Transição Energética e Mercado de Carbono”, promovido por veículos de comunicação e com apoio de grandes empresas.

Projeto de Lei 1725/25 proíbe novas explorações de petróleo na Amazônia. Ivan Valente argumenta que a medida é necessária para evitar desastres ambientais e promover a recuperação da região. A proposta inclui um plano de transição para operações existentes e financiamento através de compensações ambientais. A discussão está acirrada no governo, com apoio de Lula e resistência de Marina Silva. Se aprovado, pode encerrar os planos da Petrobras na área.

Pesquisadores do Centro de Inovação em Novas Energias (CINE) descobriram que o glicerol, ao substituir a água, aumenta a eficiência de células fotoeletroquímicas na produção de hidrogênio verde. Essa abordagem sustentável pode revolucionar a geração de energia limpa no Brasil.