A Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) inicia capacitações em agosto para profissionais de saúde sobre violência doméstica e lança folder com sinais de alerta. A ação visa salvar vidas e reforçar a responsabilidade coletiva no enfrentamento da violência contra a mulher.

A Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) dará início, em agosto, a uma série de capacitações sobre a Linha de Cuidado para a Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual Doméstica e Familiar. Essa ação coincide com o mês de enfrentamento à violência contra a mulher e visa capacitar profissionais de saúde para a prevenção da violência doméstica. Além disso, a SES-DF lançou um folder que orienta sobre os sinais e fatores de risco relacionados à violência e ao feminicídio.
Elizabeth Maulaz, assistente social da SES-DF, enfatiza a importância de reconhecer os fatores de risco para a violência doméstica, destacando que "reconhecer os fatores de risco para o escalonamento da violência doméstica é fundamental para salvar vidas". Os principais sinais de alerta incluem ameaças de morte, tentativas de estrangulamento, fácil acesso a armas de fogo, ciúmes excessivos, controle rígido das ações da mulher, isolamento social, aumento da intensidade da violência, separação recente e uso abusivo de substâncias pelo agressor.
A SES-DF também conta com a Rede de Flores, que inclui os Centros de Especialidade Para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepav). Essas unidades oferecem atendimento especializado e acolhedor em diversas regiões do DF. O Cepav Violeta, localizado no Hospital Materno Infantil de Brasília, realiza cerca de 150 atendimentos mensais, com mais de 20 acolhimentos por semana, focando em mulheres adultas e crianças.
Marcela Novais Medeiros, psicóloga do Cepav Violeta, ressalta que buscar ajuda é um ato de coragem. Ela alerta que a violência doméstica pode escalar e que a identificação precoce é crucial para interromper esse ciclo. Nos Cepavs, as vítimas recebem acolhimento de uma equipe especializada, que define um plano de cuidado para a recuperação dos impactos da violência na saúde.
A SES-DF utiliza o Formulário Nacional de Avaliação de Risco para identificar situações de risco e promover intervenções de proteção às vítimas. Além disso, a saúde mental das mulheres afetadas pela violência é uma prioridade. A Rede de Atenção Psicossocial (Raps) oferece serviços de saúde mental para todas as idades e níveis de gravidade, com Unidades Básicas de Saúde (UBSs) servindo como porta de entrada para esses serviços.
Iniciativas como essas são essenciais para atender às necessidades das vítimas de violência. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visem a recuperação e proteção dessas mulheres. Mobilizar recursos para fortalecer essas ações é fundamental para garantir um atendimento mais eficaz e acolhedor.

Thiago Amaral doou um rim para Vinicius Calderoni, após um processo de doação bem-sucedido, e agora eles escrevem uma peça teatral sobre a experiência. Ambos se recuperam bem e buscam aumentar a conscientização sobre doações de órgãos, destacando a importância do ato altruísta e as possibilidades de transplantes entre pessoas vivas.

Mais de 80 crianças da Escola Classe 01 do Paranoá participaram do projeto Samuzinho, aprendendo primeiros socorros, como agir em paradas cardiorrespiratórias e engasgos. A iniciativa já capacitou mais de 25 mil pessoas.

O Brasil se destaca na pesquisa clínica, ocupando a liderança na América Latina, mas enfrenta desafios como a falta de conhecimento da população e a lentidão regulatória. A SBPPC projeta um crescimento significativo no setor, com a possibilidade de o país alcançar a décima posição global em estudos clínicos, beneficiando milhares de pacientes e movimentando bilhões na economia.

O ecoturismo na Bahia, impulsionado por Dalva Marques, cresce após a pandemia, melhorando sua qualidade de vida e gerando renda para outros guias. A empreendedora investe em seu negócio e busca estabilidade financeira.

Investimentos em crianças e adolescentes no orçamento federal cresceram, mas espaço para essas políticas caiu em 2024, segundo relatório do Ipea e Unicef, evidenciando desafios fiscais.

A Starlink, de Elon Musk, transformou a internet no Brasil em 2025, conectando áreas rurais com alta velocidade e baixa latência, beneficiando educação e saúde. A inclusão digital se expande.