A Caravana Sebrae Delas promoveu um evento em Maceió, reunindo mais de 12 mil participantes e destacando o crescimento do empreendedorismo feminino no estado, com quase 97 mil empresas lideradas por mulheres. A iniciativa, parte do Alagoas Summit, visa capacitar e conectar empreendedoras, enfrentando desafios como a formalização de negócios. O Sebrae oferece soluções como o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas, facilitando o acesso ao crédito.

A Caravana Sebrae Delas chegou a Maceió, Alagoas, durante o Alagoas Summit, um evento focado em inovação que atraiu mais de doze mil inscritos. O encontro promoveu a capacitação e o networking entre mulheres empreendedoras, destacando a importância do empreendedorismo feminino no estado. Georgia Ferreira Martins Nunes, gerente da unidade de empreendedorismo feminino do Sebrae Nacional, enfatizou que a união da caravana com eventos maiores fortalece a presença feminina no mercado.
Durante o evento, o Sebrae Delas montou um espaço para vinte empreendedoras alagoanas, que apresentaram produtos variados, refletindo a diversidade dos negócios liderados por mulheres. Dados da Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal) mostram que, no primeiro semestre de 2025, o estado contava com noventa e seis mil setecentas e oitenta e sete empresas comandadas por mulheres, um crescimento de quase dezesseis por cento em relação ao ano anterior.
Apesar do crescimento, a taxa de empreendedorismo feminino em Alagoas é de oito vírgula um por cento, abaixo da média nacional de quinze vírgula oito por cento. Keylle Lima, diretor técnico do Sebrae Alagoas, destacou que muitas mulheres ainda não enxergam suas atividades informais como negócios, o que representa um desafio para a formalização e o acesso a recursos.
Para enfrentar esses desafios, o Sebrae tem promovido redes de apoio e eventos como a Caravana Sebrae Delas, que ajudam as mulheres a se identificarem como empreendedoras. Georgia Nunes ressaltou a importância de formalizar os negócios para acessar produtos e soluções que podem potencializar as atividades. O Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe) é uma das iniciativas que oferece acesso ao crédito para mulheres empreendedoras sem garantias suficientes.
Raquel Ribeiro, coordenadora-geral de inclusão socioprodutiva do Ministério do Empreendedorismo, destacou que é fundamental transformar o receio das mulheres em relação a empréstimos em conhecimento. O Sebrae atua como avalista, garantindo parte do valor do crédito, e oferece acompanhamento especializado para que as empreendedoras utilizem os recursos de forma eficaz.
O Teatro Gustavo Leite, com capacidade para mil duzentas e cinquenta e uma pessoas, ficou lotado durante os principais painéis do evento. A atriz e empresária Giovanna Antonelli, madrinha das caravanas, motivou o público a superar obstáculos pessoais. Helena Bertho, do Nubank, e Anna Hickmann, apresentadora e empresária, também reforçaram a importância de celebrar conquistas e ter coragem para novos desafios. A união em torno de iniciativas como essa pode ser um passo importante para apoiar e impulsionar o empreendedorismo feminino no Brasil.

Estudo revela que uma em cada 23 adolescentes brasileiras de 15 a 19 anos dá à luz anualmente, com taxas alarmantes no Norte, onde 76% dos municípios têm indicadores de fecundidade de países de baixa renda.

Aumento de 68% nas denúncias de abandono e maus-tratos a idosos no Distrito Federal revela a vulnerabilidade dessa população, com casos alarmantes de violência familiar e negligência. A Delegacia Especial de Repressão aos Crimes contra a Pessoa Idosa alerta para a importância da denúncia.

O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu regras que criam bônus para Cepacs, afetando leilão de R$ 3 bilhões. O Ministério Público questiona a constitucionalidade da bonificação retroativa.

Em 2024, 90% das mineradoras associadas à Women in Mining Brasil (WIM) têm programas de diversidade, mas apenas 22% das vagas são ocupadas por mulheres. A paridade de gênero na mineração deve ocorrer apenas em 2038.

Após a morte da carnavalesca Maria Augusta Rodrigues, amigos e parentes buscam preservar seu acervo sobre o carnaval carioca, com a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) interessada em colaborar na catalogação e exposição. O material, que inclui desenhos, troféus e objetos pessoais, é considerado um patrimônio cultural único.

Aislan Pankararu, artista e médico, destaca-se em exposições em São Paulo e Brasília, recebendo o Prêmio PIPA por sua arte que conecta sua cultura indígena e o sertão nordestino.