Carlos Eduardo Prazeres, após a perda do pai em um sequestro, fundou a Orquestra Maré do Amanhã, que, em 15 anos, impactou mais de quatro mil crianças e planeja construir um teatro para 400 pessoas. O projeto busca transformar a realidade de jovens na favela da Maré, promovendo educação e cultura, enquanto enfrenta desafios como a violência local. A iniciativa já possibilitou intercâmbios internacionais e formação profissional, com apoio de diversas empresas e leis de incentivo.

Após a perda de seu pai em um sequestro em mil novecentos e noventa e nove, Carlos Eduardo Prazeres fundou a Orquestra Maré do Amanhã, com o objetivo de transformar a vida de jovens em áreas vulneráveis, especialmente na favela da Maré. O projeto, que completou quinze anos, já impactou mais de quatro mil crianças e agora busca construir um teatro de arena com capacidade para quatrocentas pessoas, além de promover a formação de alunos em diversas áreas.
Prazeres, que enfrentou o luto e a depressão, decidiu dedicar sua vida a mudar a realidade da comunidade onde cresceu. Ele se inspirou no trabalho de seu pai, o maestro Armando Prazeres, que também realizava ações sociais. O fundador da orquestra acredita que a transformação social é possível e que a violência não deve ser um destino inevitável para os jovens da favela.
O projeto já possibilitou que alunos mais avançados realizassem intercâmbios com universidades estrangeiras e se tornassem professores. Prazeres compartilha que uma aluna emocionou-se ao ver o mar pela primeira vez durante uma apresentação na praia, evidenciando a falta de oportunidades que muitos jovens enfrentam. Ele defende que as oportunidades devem ser iguais para todos, independentemente de onde venham.
As violoncelistas Debora Choi e Stephany Grativol, que participaram de uma turnê pela Europa, retornaram com novas perspectivas e confiança. No entanto, a violência ainda é uma preocupação constante. A comunidade da Maré enfrenta operações policiais frequentes, que impactam a rotina e a segurança dos moradores. Apesar disso, as jovens mantêm a esperança e a determinação de inspirar as crianças do projeto.
A Orquestra Maré do Amanhã, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio, recebe apoio de diversas iniciativas, incluindo a Lei de Incentivo à Cultura. Os alunos que se destacam podem receber bolsas que variam de R$ 750,00 a R$ 5 mil. Recentemente, a organização recebeu doações de terrenos para a construção do novo teatro, que permitirá ampliar as apresentações e trazer artistas renomados para a comunidade.
A transformação da Maré depende da ação conjunta de seus moradores e da sociedade. Prazeres enfatiza que a mudança deve vir de dentro da comunidade, e que cada um tem um papel a desempenhar. Projetos como o da Orquestra Maré do Amanhã merecem ser apoiados, pois podem impactar positivamente a vida de muitos jovens e promover um futuro mais esperançoso.

O Programa Mais Médicos atingiu um recorde de 45.792 inscrições para 3.064 vagas, com 93% dos candidatos sendo brasileiros. O foco é fortalecer a saúde em áreas vulneráveis do Brasil.
O Polo de Agricultura Irrigada do DF foi criado em 2024 para atender demandas de pequenos produtores, com foco em água e energia. O evento "Irriga DF" celebrou avanços na produção agrícola e assistência técnica.

Santa Catarina se destaca na ressocialização de detentos, com trinta por cento da população carcerária em trabalho remunerado. O governo planeja expandir parcerias e construir um novo complexo prisional em Blumenau.

A Justiça do Rio de Janeiro condenou a FGV e o município de Macaé a pagar R$ 243 mil por danos morais coletivos devido a questões machistas em concurso público, mas não anulou o certame. A União Brasileira de Mulheres buscava a anulação do exame e uma indenização de R$ 10 milhões.

O Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) lança o programa Rio Lilás para educar sobre violência doméstica nas escolas, promovendo a conscientização e a prevenção desde a infância. A iniciativa, coordenada pela desembargadora Adriana Ramos de Mello, envolve magistrados em encontros com alunos e premiará os melhores trabalhos com o "Selo/Prêmio Fluminense de Educação em Direitos das Mulheres Coem/TJRJ – Carolina Maria de Jesus". O programa também criará o "Espaço Maria da Penha" nas escolas, com acervo sobre direitos das mulheres.

O senador Alessandro Vieira apresentou um projeto de lei que destina 50% dos recursos públicos em eventos culturais a artistas locais, visando maior transparência e controle social. A proposta inclui divulgação prévia das contratações e consulta pública, fortalecendo a cultura regional e inibindo abusos no uso do dinheiro público.