Cavalo Caramelo, resgatado após enchente em Canoas, agora vive na Ulbra, onde se recupera e se torna símbolo de esperança. A universidade planeja um santuário e atividades acadêmicas para ele.

A enchente em Canoas, no Rio Grande do Sul, em maio de 2024, deixou um saldo trágico de 24 mortos e imagens marcantes, como a do cavalo Caramelo, ilhado sobre um telhado. Resgatado após quatro dias, Caramelo foi acolhido pelo Hospital Veterinário da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), que se tornou um símbolo de esperança em meio à tragédia. A universidade, reconhecida pelo tratamento de animais de grande porte, não apenas ofereceu abrigo ao animal, mas também se comprometeu a garantir seu bem-estar.
Ao chegar à Ulbra, Caramelo apresentava um quadro clínico delicado, com lesões cutâneas, desidratação e alterações hematológicas. O veterinário Henrique Cardoso, responsável por seus cuidados, destacou a apreensão durante a recuperação do animal após a anestesia. No entanto, a evolução de Caramelo surpreendeu a todos, que notaram um comportamento tranquilo e uma recuperação física rápida, necessitando apenas de cuidados básicos após duas semanas.
Antes do resgate, havia incertezas sobre a sobrevivência de Caramelo, mas a equipe veterinária ficou otimista após os exames. Um laudo veterinário revelou sinais de maus-tratos anteriores, como desnutrição severa e abandono. Diante desse histórico, a Ulbra decidiu não devolver o animal a uma situação vulnerável, especialmente sem um tutor identificado. Com a saúde restabelecida, a universidade formalizou a adoção de Caramelo, garantindo um lar seguro e digno.
A Ulbra planeja integrar Caramelo em atividades acadêmicas, como aulas de observação para estudantes de Medicina Veterinária e pesquisas. O cavalo também recebe visitas de crianças, promovendo a conscientização sobre o bem-estar animal. O reitor da universidade, Adriano Chiarani, ressaltou o orgulho da instituição em acolher Caramelo, que se tornou um símbolo da resiliência da comunidade gaúcha após a enchente.
Além dos cuidados diários, a Ulbra busca construir um santuário para Caramelo, onde ele poderá viver livremente com outros equinos. A universidade está em busca de parcerias que compartilhem o ideal de proteção e bem-estar animal. O tratador Ovídio Roque Hennicka, que cuida de Caramelo, notou mudanças no comportamento do animal, que, após um período de adaptação, se tornou mais obediente e tranquilo.
A história de Caramelo é um lembrete da importância de cuidar dos animais e da necessidade de apoio a iniciativas que promovam o bem-estar animal. Projetos que visam garantir a proteção e a recuperação de animais em situações de vulnerabilidade merecem ser incentivados pela sociedade civil, mostrando que a união pode fazer a diferença na vida de muitos.

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O Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) lançou a Deb, uma inteligência artificial brasileira dedicada ao letramento racial, com o objetivo de impactar 100 mil educadores até 2026. Desenvolvida por especialistas negros e indígenas, a Deb oferece suporte a instituições na promoção da diversidade e inclusão, atuando em ambientes corporativos e educacionais. Desde seu lançamento, já trocou mais de 58 mil mensagens e se destaca em campanhas como "Respeito Sim" e "Escolas Sim".

Governo do Distrito Federal intensifica ações contra a violência de gênero com novos programas e campanhas. Secretários se reuniram com a ouvidora do CNJ para fortalecer políticas de proteção às mulheres.

Maitê Gadelha, médica brasileira, destaca-se no mestrado em Saúde Pública na Universidade de Edimburgo, onde analisa o SUS como modelo global de saúde. Ela propõe que o Brasil ensine ao mundo sobre saúde comunitária e universalidade.

A produção de pinhão no Brasil, tradicionalmente concentrada no Sul, agora se expande para a Serra da Mantiqueira, com exportações para os EUA aumentando de seis para doze toneladas em 2024. A valorização da cadeia produtiva é impulsionada por iniciativas de industrialização e capacitação.

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