Centro Cirúrgico do Hospital Regional de Samambaia (HRSam) passa por revitalização, aumentando de três para cinco salas operatórias e expandindo a sala de recuperação. Expectativa é de aumentar em 50% as cirurgias eletivas.
O Centro Cirúrgico do Hospital Regional de Samambaia (HRSam) está temporariamente fechado para revitalização, com o objetivo de melhorar o atendimento. Entre janeiro e junho deste ano, o hospital realizou mais de mil cirurgias eletivas, e a expectativa é que esse número aumente em cerca de cinquenta por cento após as melhorias. A diretora do HRSam, Elielma Almeida, destaca que a iniciativa da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) trará avanços estruturais significativos.
As obras têm um prazo estimado de 45 dias e incluem a reativação de duas salas operatórias que estavam inativas. Com isso, o Centro Cirúrgico, que contava com três salas, passará a ter cinco. Além disso, a sala de recuperação será ampliada, aumentando de quatro para seis leitos. Também está prevista a instalação de um equipamento para exames de Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE), que combina endoscopia e radiologia para diagnosticar e tratar problemas no fígado e pâncreas.
Durante o período de revitalização, a enfermaria da Clínica Cirúrgica, que atende pacientes pós-operatórios, ficará desativada. Atualmente, há sete pacientes internados, que continuarão recebendo acompanhamento da equipe do hospital e terão alta gradativa. Os casos que exigem internação prolongada serão transferidos para o Hospital Regional de Taguatinga (HRT).
As cirurgias eletivas também serão realizadas no HRT, garantindo que o fluxo de atendimentos no pronto-socorro do HRSam não seja comprometido. Essa unidade já recebe casos encaminhados pelo HRSam, que não possui esse serviço. Parte da equipe de enfermagem do HRSam será realocada para outros setores, como o Centro Obstétrico e a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), enquanto médicos cirurgiões e anestesistas prestarão atendimento temporário no HRT.
A revitalização do Centro Cirúrgico é uma resposta às necessidades crescentes de atendimento na região, refletindo o compromisso do HRSam em oferecer serviços de saúde de qualidade. As melhorias estruturais visam não apenas aumentar a capacidade de atendimento, mas também proporcionar um ambiente mais seguro e eficiente para pacientes e profissionais de saúde.
Nesta situação, a união da comunidade pode fazer a diferença na melhoria dos serviços de saúde. Projetos que visam apoiar a infraestrutura hospitalar e a assistência a pacientes podem ser fundamentais para garantir que todos tenham acesso a cuidados adequados e de qualidade.

Em 2024, o Brasil substitui a vacina oral contra poliomielite pela injetável, visando aumentar a cobertura vacinal, que está em 70%, e reduzir o risco de mutações do vírus. Essa mudança é uma resposta a preocupações globais sobre a erradicação da doença.

Nelson Teich se junta ao conselho do Dr. Consulta para melhorar a gestão e qualidade do atendimento, enquanto a empresa alcança breakeven e cresce em receita.

Pesquisadores dos EUA e da China revelaram que o consumo elevado de alimentos ultraprocessados pode aumentar em 2,5 vezes o risco de sinais iniciais da doença de Parkinson. O estudo, publicado na revista Neurology, destaca a importância da alimentação na saúde neurológica e sugere que esses alimentos, ricos em aditivos e conservantes, podem estar associados a sintomas como constipação e redução do olfato. A pesquisa acompanhou 43 mil profissionais de saúde ao longo de décadas, mas mais estudos são necessários para confirmar a relação de causa e efeito.

Christopher Norman, enfermeiro especialista em geriatria, alerta sobre os riscos do excesso de vitamina A em pessoas acima de 50 anos, recomendando uma dieta variada em vez de suplementos.

Estudo da USP revela micotoxinas em rações e leite de vacas em 100 fazendas do Sudeste do Brasil, destacando riscos à saúde animal e a necessidade de monitoramento. A pesquisa alerta para os efeitos desconhecidos da coocorrência dessas toxinas.

A infecção pelo HIV pode ser assintomática no início, mas a janela imunológica é crucial para a transmissão. O SUS oferece Terapia Antirretroviral (TAR) gratuita para controle da doença.