A cirurgia bariátrica evoluiu no Brasil, reduzindo riscos e aumentando benefícios, segundo o cirurgião Mauricio Mauad, que destaca a importância da preparação multidisciplinar dos pacientes. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica busca ampliar o acesso ao procedimento, essencial para combater a obesidade e suas complicações.

A cirurgia bariátrica, um procedimento que existe no Brasil há quase cinquenta anos, tem passado por significativas transformações, aumentando a segurança e os benefícios para os pacientes com obesidade. O cirurgião bariátrico Mauricio Mauad, em entrevista à CNN Brasil, destaca a importância da preparação adequada dos pacientes e a redução dos riscos associados ao procedimento em comparação aos perigos da obesidade.
Segundo Mauad, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica tem lutado para ampliar o acesso a essa cirurgia, considerando o aumento do número de pessoas com obesidade no Brasil e no mundo. Ele observa que a obesidade frequentemente começa na infância e pode resultar em várias complicações de saúde, como diabetes, hipertensão e até câncer.
O cirurgião enfatiza que a evolução da cirurgia bariátrica nas últimas décadas permitiu um acesso minimamente invasivo, o que diminui significativamente os riscos para os pacientes. Mauad afirma que o sucesso do procedimento está diretamente relacionado à preparação do paciente, que deve estar bem informado e pronto para os desafios que virão após a cirurgia.
A abordagem multidisciplinar é um ponto crucial no tratamento da obesidade, segundo Mauad. Ele ressalta que pacientes que recebem suporte de uma equipe composta por cirurgião, nutricionista e psicólogo estão mais bem preparados para enfrentar a nova fase de suas vidas, que exige mudanças de hábitos e um compromisso com a saúde.
Atualmente, os riscos associados à cirurgia bariátrica são consideravelmente menores do que os riscos de manter a obesidade. Mauad conclui que a probabilidade de um paciente ter um infarto, um acidente vascular cerebral ou câncer é muito maior do que os riscos envolvidos na cirurgia, desde que realizada em centros especializados e com equipes qualificadas.
Essa realidade evidencia a necessidade de apoio a iniciativas que promovam o acesso à cirurgia bariátrica e ao tratamento da obesidade. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a obterem o suporte necessário para uma vida mais saudável e plena.

A CCJ da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que estabelece protocolos para urgências cardiovasculares no SUS, incluindo o uso de trombolíticos em pronto atendimentos. A medida visa melhorar o atendimento em infartos e segue para o Senado, podendo impactar positivamente a saúde pública.

Crianças com sífilis congênita têm risco seis vezes maior de hospitalização, especialmente no primeiro mês de vida. A infecção materna também eleva os riscos, destacando a urgência de intervenções pré-natais.

Luiza Tomaz, supervisora de pós-produção audiovisual, enfrentou um diagnóstico de câncer de pulmão aos 26 anos, resultando em uma lobectomia total. Ela reflete sobre a solidão e o luto pela perda do pulmão e sua experiência como ex-tabagista.

Um ensaio clínico revelou que a autocoleta de amostras vaginais aumentou a participação no rastreamento do câncer cervical entre populações vulneráveis, alcançando até 46,6% com apoio ao paciente. Essa abordagem pode reverter a queda nas taxas de rastreamento, crucial para a eliminação do câncer cervical nos EUA.

Fortaleza avança no tratamento oncológico com a inauguração do Núcleo de Atendimento em Oncologia no Hospital Oto Aldeota, resultado da parceria entre o CRIO e a Rede Oto. O novo espaço oferece atendimento humanizado e equipe multiprofissional, garantindo cuidados personalizados e suporte integral aos pacientes.
O Ministério da Saúde selecionou 202 instituições para apoiar a criação de programas de residência médica, priorizando regiões com menor cobertura assistencial e especialidades estratégicas. A iniciativa visa fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) com um investimento de quase R$ 3 bilhões entre 2023 e 2024.