A série Conferências FAPESP 2025 retoma com a temática "Transição Energética", liderada por Thelma Krug, visando contribuir para a COP30 em Belém. O evento ocorrerá em 30 de maio, das 10h às 12h.

A série Conferências FAPESP 2025 retoma suas atividades nesta sexta-feira, 30 de maio, com o tema “Transição Energética”. O evento contará com a presença de Thelma Krug, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e ex-vice-presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). A conferência ocorrerá das 10h às 12h no auditório da FAPESP e busca reunir contribuições da comunidade acadêmica para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontecerá em Belém (PA) em novembro.
A abertura do evento será realizada por Oswaldo Baffa, coordenador da Comissão Organizadora das Conferências FAPESP. A discussão abordará as diretrizes das políticas nacionais voltadas para o desenvolvimento de fontes renováveis, a exploração de petróleo e a melhoria da eficiência energética em equipamentos elétricos e veículos automotores. Esses temas são cruciais para a transição energética e a mitigação das mudanças climáticas.
Após a apresentação de Krug, haverá um debate com os pesquisadores André Furtado, da Universidade Estadual de Campinas, e Helder Queiroz, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O foco da discussão será em tecnologias de captura e armazenamento de carbono, como a Biomass Energy with Carbon Capture and Storage (BECCS) e a Carbon Capture, Utilization and Storage (CCUS), especialmente em setores que enfrentam dificuldades para reduzir emissões, como os setores energético e industrial.
Além disso, a conferência abordará o desenvolvimento de rotas para a produção, armazenamento e uso de hidrogênio de baixo carbono, uma alternativa promissora para a transição energética. A participação da comunidade acadêmica é fundamental para o avanço dessas discussões e para a formulação de políticas públicas eficazes.
Os interessados em participar do evento podem se inscrever pelo site da FAPESP. A Fundação está localizada na rua Pio XI, 1.500, Alto da Lapa, em São Paulo. Mais informações sobre a conferência estão disponíveis no site oficial da FAPESP.
Iniciativas como essa são essenciais para promover a conscientização e o engajamento em torno das questões climáticas. A união da sociedade civil pode ser um motor poderoso para apoiar projetos que visem a sustentabilidade e a inovação em energias renováveis.

Uma pesquisa do Ipec revela que 52% dos moradores das dez capitais mais populosas do Brasil veem a poluição do ar como o principal problema ambiental. A sondagem, encomendada pelo Instituto Cidades Sustentáveis, destaca preocupações locais variadas.

A III Conferência da ONU sobre os Oceanos, que inicia em 9 de junho em Nice, França, visa compromissos para a proteção marinha, mas ONGs criticam a Declaração de Nice como insuficiente. A exploração oceânica é crucial, pois apenas 26,1% do fundo do mar foi mapeado, e 95% da biosfera está nas profundezas.
Ibama realiza operação em Parintins para combater uso ilegal de fauna silvestre em artesanatos durante festival folclórico, promovendo a conscientização e a preservação ambiental. A ação visa garantir um evento seguro e sustentável.

A Justiça de Minas Gerais impôs medidas cautelares à Emicon Mineração, elevando o nível de emergência da barragem em Brumadinho e apreendendo passaportes dos sócios. A empresa enfrenta multas diárias e deve resolver pendências técnicas.

O V Encontro Técnico Nacional de Centros de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres ocorrerá em agosto de 2025, promovendo a capacitação e a troca de experiências entre especialistas. O evento, organizado pelo Ibama, visa fortalecer a gestão da fauna silvestre e contará com palestras sobre reabilitação, nutrição e uso de tecnologias inovadoras. As inscrições presenciais são limitadas, mas a transmissão ao vivo pelo YouTube garantirá amplo acesso ao conteúdo.

A COP-30, que ocorrerá em Belém, destaca a aquicultura como alternativa sustentável para a Amazônia, visando recuperar áreas degradadas e reduzir emissões de carbono. Pesquisadores de diversas instituições, incluindo a Cornell University, enfatizam a necessidade de políticas públicas para regulamentar a prática e proteger a biodiversidade local.