Estudo sueco revela que ansiolíticos, como clobazam, alteram comportamento de salmões-atlânticos, acelerando migração e aumentando vulnerabilidade a predadores. Urgente reduzir contaminação das águas.
Um estudo recente revelou que ansiolíticos, como o clobazam, estão alterando o comportamento de peixes, especialmente do salmão-atlântico. Pesquisadores da Suécia publicaram suas descobertas na revista Science, destacando que a contaminação das águas por substâncias humanas, como medicamentos e drogas, tem impactos significativos na fauna aquática. A pesquisa foi motivada por evidências anteriores de que a água de rios e mares está cada vez mais poluída por resíduos humanos.
Os cientistas utilizaram implantes que liberavam lentamente três combinações de substâncias: clobazam, tramadol (um analgésico opioide) e uma mistura dos dois. O objetivo era simular a concentração desses medicamentos encontrada nas águas. Após um ano de monitoramento, os filhotes de salmão expostos ao ansiolítico migraram do rio para o mar em um ritmo acelerado, o que é preocupante.
Além da migração mais rápida, os peixes apresentaram mudanças no comportamento social, evitando cardumes mesmo na presença de predadores. Essa alteração pode comprometer suas chances de sobrevivência, uma vez que o ciclo migratório é crucial para evitar que os peixes deixem o rio em momentos inadequados, como quando há muitos predadores ou condições ambientais desfavoráveis.
Os pesquisadores alertam que a aceleração da migração pode ter consequências graves para a sobrevivência dos salmões-atlânticos. A exposição a essas substâncias pode torná-los mais vulneráveis em situações de ameaça, aumentando o risco de predação. O estudo reforça a necessidade de atenção à contaminação das águas e seus efeitos sobre a vida marinha.
As descobertas ressaltam a urgência de se pensar em soluções para reduzir o impacto da poluição nas águas. A presença de medicamentos e outras substâncias químicas nos ecossistemas aquáticos não é apenas uma questão ambiental, mas também um desafio para a biodiversidade e a saúde dos ecossistemas. A conscientização sobre esses problemas é fundamental para promover mudanças.
Nossa união pode ser a chave para enfrentar esses desafios. Projetos que visam a preservação dos ecossistemas aquáticos e a redução da poluição devem ser apoiados pela sociedade civil. A mobilização em torno dessas causas pode fazer a diferença na proteção da vida marinha e na promoção de um ambiente mais saudável para todos.

O V Encontro Técnico Nacional de Centros de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres ocorrerá em agosto de 2025, promovendo a capacitação e a troca de experiências entre especialistas. O evento, organizado pelo Ibama, visa fortalecer a gestão da fauna silvestre e contará com palestras sobre reabilitação, nutrição e uso de tecnologias inovadoras. As inscrições presenciais são limitadas, mas a transmissão ao vivo pelo YouTube garantirá amplo acesso ao conteúdo.

O Cade suspendeu a moratória que proibia a compra de soja de terras desmatadas na Amazônia, gerando críticas de ONGs e apoio do agronegócio. A decisão pode aumentar o desmatamento antes da COP30.

Desastres climáticos no Brasil aumentaram drasticamente, com chuvas extremas dobrando entre 2020 e 2023, resultando em perdas econômicas de R$ 10,76 bilhões, afetando especialmente a agricultura.

Uma faixa de instabilidade causará chuvas intensas e queda de temperatura no Brasil, com geadas no Sul. O Inmet alerta para riscos de alagamentos e danos à saúde devido ao frio.

Quatro araras-canindé foram reintroduzidas no Parque Nacional da Tijuca, após 200 anos de extinção na região. O projeto, apoiado pelo ICMBio, visa a adaptação das aves antes da soltura completa em seis meses.

Ibama flagra desmatamento de quase cinco mil hectares de vegetação nativa em Santa Catarina para cultivo de Pinus, enquanto uma liminar judicial impede ações contra a empresa responsável. A degradação ameaça a biodiversidade e a proteção dos Campos de Altitude.