Inscrições abertas para três cursos gratuitos da Jornada da Acessibilidade, promovidos pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), com foco em acessibilidade cultural, audiodescrição e Braille.

Estão abertas as inscrições para três cursos gratuitos da Jornada da Acessibilidade, com início previsto para 10 de maio. Os cursos, financiados pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), abordam acessibilidade cultural, audiodescrição e Braille. As capacitações de acessibilidade cultural e audiodescrição serão realizadas de forma virtual, enquanto a de Braille ocorrerá presencialmente. As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de abril e as vagas são limitadas a 40 alunos por curso.
O projeto Jornada da Acessibilidade é uma resposta à realidade do Distrito Federal, onde mais de 43% das pessoas com deficiência (PcDs) apresentam algum grau de deficiência visual, segundo dados do Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF). A iniciativa visa qualificar agentes culturais, educadores e a sociedade em geral, promovendo o direito à aprendizagem e ao acesso à cultura para todos.
A diretora da Jornada da Acessibilidade, Cássia Lemes, destaca a importância do curso de acessibilidade cultural, afirmando que é fundamental atender a essa demanda para garantir que todos tenham acesso aos bens culturais. No curso de audiodescrição, a proposta é mostrar como essa prática pode atrair novos públicos, além das pessoas com deficiência. A capacitação em Braille busca reforçar a relevância dessa forma de escrita, que muitas vezes é esquecida.
A formação em Braille será realizada presencialmente aos sábados, entre 10 de maio e 7 de junho, no AKZO Coworking, localizado na Asa Norte. As outras duas capacitações ocorrerão virtualmente entre os meses de maio e junho. Todos os participantes receberão um certificado ao final dos cursos.
Os cursos representam uma oportunidade valiosa para aqueles que desejam se aprofundar em temas de acessibilidade e inclusão cultural. A participação é uma forma de contribuir para um ambiente mais inclusivo e acessível, refletindo a diversidade da sociedade e promovendo a igualdade de oportunidades.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a união em torno da inclusão pode transformar realidades e garantir que todos tenham acesso à cultura e à educação. O fortalecimento de projetos voltados para a acessibilidade é essencial para promover um futuro mais justo e igualitário.

A Secretaria de Educação de São Paulo implementa um projeto-piloto com inteligência artificial para corrigir deveres de casa de alunos do 8º ano e 1º ano do ensino médio, visando melhorar o desempenho em questões dissertativas. O secretário Renato Feder, que anteriormente defendeu a substituição de livros impressos por digitais, agora reconhece a importância de uma abordagem mais realista. A IA já corrige cerca de cinco milhões de questões mensais, oferecendo feedback interativo e suporte aos alunos.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que destina parte do lucro do pré-sal para políticas de permanência estudantil em universidades públicas, visando reduzir a evasão de cotistas. A proposta, que altera a Lei nº 12.858/2013, permitirá que instituições de ensino tenham recursos para oferecer bolsas a estudantes em situação de vulnerabilidade. A médica e professora da USP, Ludhmila Hajjar, destacou a importância da aprovação, que segue agora para sanção presidencial, com boas expectativas de se tornar um programa social permanente.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal (Sedet-DF) abriu inscrições para o Projeto Pró-Comunidade, com oitenta vagas em cursos de qualificação profissional. As inscrições vão de 14 a 22 de abril, e as aulas começam em 05 de maio, visando ampliar as oportunidades de emprego na região.

Professores enfrentam desafios para diferenciar conteúdos gerados por humanos e inteligência artificial (IA), enquanto buscam soluções práticas e diretrizes éticas para o uso dessas tecnologias na educação.

Trinta por cento dos adultos brasileiros são analfabetos funcionais, mesmo com aumento na escolaridade. Dados do Inaf revelam estagnação preocupante, similar à observada em países da OCDE.

Pesquisadores da Unesp e Ufes criaram o NavWear, um dispositivo vestível que usa sinalizadores táteis para ajudar na locomoção de pessoas com deficiência visual, aumentando sua autonomia e segurança.