Após trinta anos de sua graduação em ciências biológicas, Débora Regina Machado retorna aos estudos para realizar o sonho de ser médica, agora com o apoio da filha Beatriz e de seus alunos. Ela se matriculou no cursinho Poliedro e se dedica intensamente para conquistar uma vaga em universidades públicas.

Débora Regina Machado, formada em ciências biológicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em mil novecentos e noventa e nove, sempre sonhou em ser médica. Ao lado dela, estava sua filha, Beatriz, que nasceu durante o curso. Após trinta anos, Débora decidiu retomar seus estudos para ingressar na faculdade de medicina, matriculando-se no cursinho Poliedro, onde Beatriz também se preparou.
Com uma rotina intensa de estudos, Débora se dedica exclusivamente aos finais de semana para se preparar para as provas de universidades públicas. Ela afirma: “Não me sinto incapaz. Não tenho nem nunca tive medo de enfrentar qualquer situação diferente por causa da idade.” A filha, Beatriz, expressa seu orgulho: “Ela sempre foi uma professora com paixão pelo ensino e batalhou para ter um trabalho de excelência.”
Durante sua trajetória acadêmica, Débora enfrentou desafios, incluindo uma gravidez no primeiro ano da graduação. Mesmo assim, conseguiu concluir o curso em quatro anos, mantendo o ritmo de estudos. Após anos de trabalho como professora e coordenadora de graduação, a ideia de voltar a estudar medicina ressurgiu, especialmente com o apoio de Beatriz e de seus alunos.
Débora, que sempre teve o desejo de ser médica, não se sentia confiante para tentar o vestibular na juventude. Após concluir a graduação, ela trabalhou em diversas áreas, mas a medicina sempre esteve em seu pensamento. Agora, com a filha independente, ela se sente pronta para realizar esse sonho.
Atualmente, a rotina de Débora é marcada por aulas e estudos, com foco em conquistar uma vaga em uma universidade pública. “Quando não estou tendo aula, estou dando aula”, brinca. A determinação dela é um exemplo de que nunca é tarde para buscar novos objetivos e realizar sonhos.
Histórias como a de Débora mostram a importância do apoio familiar e da perseverança. Projetos que incentivam a educação e o desenvolvimento pessoal devem ser valorizados pela sociedade. A união em torno de iniciativas que promovem a educação pode fazer a diferença na vida de muitos que, como Débora, buscam realizar seus sonhos.

Ana Maria Gonçalves foi eleita para a Academia Brasileira de Letras, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição em quase 128 anos. O presidente Lula destacou sua obra como essencial para entender a história do Brasil.

O projeto Labirinto Zona Norte inicia sua programação formativa com cursos gratuitos de literatura, ministrados por Beatriz Resende, Jean Carlos Azuos e Paula de Oliveira Camargo, no Caixa Cultural. Essa iniciativa visa fortalecer as vozes dos subúrbios cariocas e promover a literatura local.

A Festa Junina, que combina tradições europeias, africanas e indígenas, se destaca como um motor econômico no Brasil, com 81% dos brasileiros planejando participar em 2025. O bolo de milho é a comida favorita, simbolizando a memória afetiva e movimentando a economia local.

Tragédia no Rio Guadalupe, Texas, resultou na morte de 27 meninas e monitoras em enchentes, evidenciando a falta de investimento em sistemas de alarme e serviços meteorológicos. A inação governamental e a promessa não cumprida de financiamento para adaptação às mudanças climáticas são alarmantes.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) conduziu a terceira reunião do Grupo de Trabalho Interministerial do Programa Amazônia Azul, definindo planejamento e critérios de priorização. O programa visa inclusão social e conservação marinha, com foco em comunidades vulneráveis. A próxima reunião ocorrerá em 13 de agosto, onde será apresentada a minuta da resolução que formaliza a iniciativa.

A prática de esportes é essencial para o desenvolvimento emocional e social de adolescentes, ajudando a criar laços e a lidar com regras, conforme especialistas. Estudos mostram que a atividade física melhora competências sociais e reduz a ansiedade, além de afastar o uso excessivo de tecnologia. A Organização Mundial da Saúde recomenda sessenta minutos diários de atividade física para jovens.