A Defesa Civil Nacional iniciou uma missão técnica para implementar o Plano Nacional de Enfrentamento à Estiagem na Amazônia Legal e Pantanal, promovendo oficinas em dez estados afetados pela seca. A ação visa alinhar esforços entre órgãos federais e locais, abordando a intensa estiagem que causa escassez hídrica e incêndios florestais.

Com o intuito de enfrentar os impactos da seca na Amazônia Legal e no Pantanal, a Defesa Civil Nacional deu início a uma missão técnica em 21 de julho de 2025. O objetivo é divulgar o Plano Nacional de Enfrentamento à Estiagem Amazônica e Pantanal (PNEAP/2025) e realizar oficinas com gestores locais nos dez estados mais afetados: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
Cada estado contará com uma base de atuação temporária, exceto o Pará, que terá duas, e o Amazonas, que contará com três. As estruturas utilizadas serão federais ou estaduais já existentes. A missão envolve agentes de diversos órgãos do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil (SIFPDEC), que possuem treinamento e habilidades para articular ações interinstitucionais e conduzir oficinas.
Rafael Félix, coordenador-geral de gerenciamento de desastres da Defesa Civil Nacional, destacou a importância das oficinas para alinhar o planejamento dos órgãos federais com a realidade dos estados e municípios. O foco é garantir que as ações propostas pelo governo federal estejam em sintonia com as iniciativas locais, promovendo uma atuação mais eficaz no combate aos efeitos da estiagem.
A Amazônia Legal e o Pantanal enfrentam, periodicamente, cheias e estiagens, sendo que a estiagem recente se mostrou mais severa, resultando em escassez hídrica e incêndios florestais. Este cenário agrava as vulnerabilidades sociais, levando o Governo Federal a implementar ações de socorro e assistência às populações afetadas.
O PNEAP está em fase de elaboração e busca integrar diferentes órgãos do governo na preparação e resposta à estiagem. O plano é fundamentado em ações do Plano de Ação Integrada (PAI) e visa estruturar uma atuação coordenada e antecipada, incluindo monitoramento hidrológico e meteorológico, além da preparação das defesas civis estaduais e municipais.
Nessa situação crítica, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que visem apoiar as comunidades afetadas pela estiagem e promover ações de recuperação são essenciais para mitigar os impactos da seca e fortalecer a resiliência das populações vulneráveis. Juntos, podemos contribuir para um futuro mais seguro e sustentável.

Transpetro firmou acordo de R$ 24,47 milhões para reparar danos ambientais causados por vazamento de petróleo em 2015, além de doar embarcações ao Corpo de Bombeiros e Samu. O investimento visa a recuperação da baía de Ilha Grande.

Ibama e Polícia Federal apreendem embarcação que perseguiu baleias-franca em Florianópolis, resultando em multa de R$ 12,5 mil e suspensão do uso do barco até novembro. A ação visa proteger a espécie ameaçada.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou um decreto que isenta de IPI carros sustentáveis a partir de 11 de novembro, visando descarbonização e acessibilidade. A medida faz parte do programa Mobilidade Verde e Inovação, que também ajusta alíquotas para veículos poluentes.

Brasil se destaca na COP30 com inovações em biocombustíveis e soluções florestais, buscando atrair investimentos e parcerias internacionais para enfrentar desafios climáticos.

Após ser multada por despejo de esgoto na Represa de Guarapiranga, a Sabesp anunciou um investimento de R$ 2,57 bilhões para universalizar o saneamento na região até 2029, com 23 novas estações elevatórias e 650 km de redes.

A Raiar Orgânicos implementou a sexagem embrionária de ovos para descartar machos antes do nascimento, visando o bem-estar animal e aumentando a produção de ovos orgânicos. A tecnologia, importada da Alemanha, processa seis mil ovos por hora e pode salvar até 200 mil pintinhos do abate este ano.