Thainá Cardoso do Vale, de Goiânia, enfrentou a angústia de descobrir que seu filho poderia ter nascido com apenas um rim, mas exames revelaram que ele possui dois rins, um em posição pélvica. Essa descoberta foi vista como um milagre pela família.

A gestante Thainá Cardoso do Vale, de Goiânia, enfrentou um momento de grande apreensão durante a gravidez ao descobrir, em um ultrassom morfológico, que seu filho poderia ter nascido com apenas um rim. A confirmação dessa condição ocorreu em um segundo exame, o que gerou preocupações e sentimentos de culpa na mãe. Thainá refletiu sobre o que poderia ter feito de diferente para evitar essa situação, mas com o tempo compreendeu que não tinha controle sobre a formação do corpo do bebê.
Após o nascimento de Théo, novos exames foram realizados. Inicialmente, foi confirmado que ele tinha apenas um rim. A equipe médica explicou que, apesar de ser uma condição rara, era possível levar uma vida normal com acompanhamento adequado. No entanto, a família ficou abalada com a notícia, que trouxe um peso emocional significativo.
Quando Théo completou quatro meses, a família decidiu realizar uma nova ultrassonografia a pedido de um nefrologista. Para a surpresa de todos, o exame revelou que Théo possuía, na verdade, dois rins. Um deles estava em posição pélvica, o que dificultou sua identificação nos exames anteriores. Os médicos informaram que é incomum um rim pélvico passar despercebido por tanto tempo, mesmo em exames específicos.
Esse desfecho foi visto pela família como um verdadeiro milagre. Thainá e os familiares expressaram sua gratidão e alívio ao saber que Théo tinha uma condição que permitia uma vida saudável. O episódio trouxe um novo significado para a jornada da família, que agora celebra a saúde do bebê.
Théo já completou seis meses e continua a ser acompanhado por especialistas. A experiência de Thainá e sua família ilustra a importância de um acompanhamento médico rigoroso durante a gestação e após o nascimento, especialmente em casos que envolvem condições raras.
Histórias como a de Thainá e Théo nos lembram da força da união e da solidariedade. Em situações desafiadoras, a mobilização da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitas famílias. Apoiando iniciativas que promovem saúde e bem-estar, podemos contribuir para que mais crianças tenham acesso ao cuidado necessário.

Em 2025, o Brasil enfrenta uma epidemia de dengue com mais de 1 milhão de casos, destacando o ressurgimento do sorotipo DENV-3 no noroeste paulista, alertando para a gravidade da situação. A Organização Pan-americana da Saúde recomenda ações para prevenir formas graves da doença.

O Brasil enfrenta um aumento alarmante nos casos de câncer de vulva, com diagnósticos subindo de 405 em 2013 para 1.436 em 2023. Sintomas como coceira e feridas devem ser avaliados por médicos.
Nova UBS em Santa Maria, com investimento de R$ 10,6 milhões, será entregue em abril. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) finaliza a construção da nova Unidade Básica de Saúde (UBS) em Santa Maria, que atenderá até 300 pacientes diariamente. O investimento totaliza R$ 10,6 milhões, com entrega prevista para 25 de abril, após prorrogação de 60 dias. A unidade, moderna e ampla, contará com diversas salas e serviços, promovendo um atendimento mais ágil e humanizado à comunidade.

Isabel Veloso, influenciadora, reafirma que seu Linfoma de Hodgkin está em remissão, mas não curado, após críticas sobre seu diagnóstico. Ela continua em tratamento e critica a desinformação nas redes sociais.
Distrito Federal se destaca na luta contra HIV, com alta adesão à PrEP e redução de mortalidade. O Distrito Federal alcançou o Grupo 4 na classificação nacional de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), apresentando a menor taxa de descontinuidade do tratamento no Brasil, com apenas 21%. Essa estratégia, disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2017, reflete um cuidado integral e multiprofissional na saúde. Além disso, o Brasil registrou em 2023 a menor mortalidade por aids da história, com uma redução de 32,9% nas mortes pela doença.

Startup Robeauté, cofundada por Bertrand Duplat e Joanna Cartocci, desenvolve micro robô para intervenções cerebrais. Testes clínicos em humanos começam em breve, prometendo diagnósticos e tratamentos inovadores.