No Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, a SES-DF enfatiza a importância do diagnóstico precoce e revela que, em 2024, foram realizados 22,1 mil procedimentos oftalmológicos na rede pública. A prevenção é crucial para evitar a cegueira irreversível.

Nesta segunda-feira, 26 de maio, o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma é celebrado, e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) enfatiza a relevância do diagnóstico precoce dessa doença ocular, que pode resultar em cegueira irreversível se não tratada adequadamente. O glaucoma é a segunda principal causa de perda de visão no Brasil, afetando especialmente pessoas com mais de 40 anos. O tratamento está disponível integralmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A pressão intraocular elevada é o principal fator de risco para o glaucoma, mas outros aspectos, como histórico familiar e miopia elevada, também devem ser considerados. A médica oftalmologista da SES-DF, Adriana Sobral Lourenço, ressalta que o diagnóstico precoce é crucial para preservar a saúde ocular e evitar danos permanentes. “Como o glaucoma é silencioso, quando surgem os primeiros sintomas, o comprometimento do nervo óptico já é significativo”, afirma.
Os sinais de alerta incluem a perda da visão periférica, que geralmente é percebida tardiamente. “Inicialmente, o paciente vai perdendo o campo visual periférico. Apenas nos estágios mais avançados é que ocorre a perda da visão central”, explica a especialista. A maioria dos pacientes consegue estabilizar a doença com colírios de uso contínuo, enquanto casos mais graves podem necessitar de procedimentos a laser ou cirurgias.
Em 2024, foram realizados 22,1 mil procedimentos oftalmológicos relacionados ao glaucoma na rede pública do Distrito Federal. Até fevereiro de 2025, já foram registrados 3,6 mil atendimentos. A SES-DF também garante a oferta de medicamentos por meio do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, com núcleos localizados em Gama, Ceilândia e Asa Sul. Os colírios disponíveis ajudam a reduzir a pressão intraocular e retardar o avanço da doença.
A atenção à saúde ocular deve começar na primeira infância. Nas maternidades públicas do DF, os recém-nascidos passam pelo Teste do Olhinho, um exame rápido e indolor que é essencial para detectar alterações no eixo visual. Se alguma anormalidade for identificada, o bebê é encaminhado a um oftalmologista para avaliação especializada. O teste também pode indicar outras doenças, como catarata congênita e retinoblastoma.
Desde 20 de maio, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) promove a campanha “24 horas pelo Glaucoma”, que visa conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença. “Informação e acesso são nossas maiores armas contra o glaucoma. A população deve estar atenta aos fatores de risco e buscar regularmente os serviços de saúde”, conclui a oftalmologista. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso a tratamentos e informações essenciais para a saúde ocular.

Ministério da Saúde capacita enfermeiras da Ilha de Marajó para inserção de DIU. A formação de doze profissionais resultou em 271 atendimentos em Breves, ampliando o acesso a métodos contraceptivos no SUS.

A hipertensão arterial afeta dois em cada cinco brasileiros, mas apenas oito em cada cem conseguem controlá-la adequadamente. Estilo de vida saudável é essencial para prevenção e controle da doença.

O programa "O câncer não espera. O GDF também não" já atendeu 198 pacientes oncológicos, reduzindo em 43,6% a fila de espera para oncologia e em 43,8% para radioterapia, além de diminuir os dias de espera.

Após um surto de sarampo no Tocantins, o Brasil não registrou novos casos em duas semanas. O Ministério da Saúde enviou vacinas e implementou a dose zero para crianças em áreas vulneráveis.

Sinais de alerta para problemas renais incluem mudanças na urina, fadiga inexplicável e inchaço. Hipertensão e diabetes são fatores de risco, destacando a importância de hábitos saudáveis e diagnóstico precoce.
A ABHH atualizou diretrizes para leucemia linfocítica crônica, destacando inibidores de BTK e BCL-2. Novas terapias visam melhorar o tratamento e acesso no SUS, além de reforçar a importância de exames moleculares e prevenção de infecções.