Após ser diagnosticada com diabetes tipo 2, uma mulher transformou sua vida ao adotar hábitos saudáveis, resultando em perda de 25 quilos e controle da glicemia. Médicos destacam a importância da mudança.

Mais de 20 milhões de brasileiros convivem com diabetes, sendo a maioria diagnosticada com diabetes tipo 2. Recentemente, uma mulher de 52 anos, diagnosticada com a doença, decidiu mudar radicalmente seus hábitos após uma série de exames que revelaram níveis alarmantes de glicemia e problemas de saúde associados. Essa transformação começou após a troca de psiquiatra, que incentivou a paciente a cuidar melhor de sua saúde.
Os exames mostraram uma glicemia de 267, além de alterações nos marcadores de tireoide e fígado. A paciente, que enfrentava uma depressão agravada pela pandemia, percebeu a urgência de mudar seu estilo de vida. A perda do pai, que também tinha diabetes, foi um fator motivador para essa decisão. A partir desse momento, ela substituiu alimentos ultraprocessados por opções integrais e dietéticas, eliminando açúcar e carboidratos.
Após a consulta com um endocrinologista, a gravidade do diagnóstico foi exposta. O médico alertou que, sem a prática de exercícios regulares, a paciente poderia enfrentar sérios problemas cardíacos. Motivada, ela voltou à academia e começou a praticar atividades físicas de terça a domingo, incluindo dança e musculação. A mudança na alimentação e o retorno aos exercícios resultaram em uma perda de 25 quilos e uma significativa redução nos níveis de glicemia, que agora estão em 98.
Além da perda de peso, a paciente conseguiu normalizar os marcadores de tireoide e reverter a gordura no fígado em apenas dois meses. A transformação não se limitou ao físico; a saúde mental também melhorou, com a ansiedade desaparecendo e a felicidade retornando. Ela agora se sente cheia de energia e motivada a manter seus novos hábitos saudáveis.
Os médicos que a acompanharam destacam que, embora o diabetes não tenha cura, é possível controlá-lo com disciplina e mudanças no estilo de vida. A paciente compartilha que não sente falta de alimentos que antes eram considerados indulgentes, mostrando que a mudança de mentalidade é fundamental para o sucesso no tratamento da doença.
Histórias como a dela mostram a importância de cuidar da saúde e de buscar apoio profissional. A união da sociedade pode ser crucial para ajudar aqueles que enfrentam desafios semelhantes, promovendo iniciativas que incentivem hábitos saudáveis e o bem-estar. Cada passo conta na luta contra doenças crônicas, e a solidariedade pode fazer a diferença na vida de muitos.

A hipertensão arterial, que afeta cerca de 30% dos adultos no Brasil, pode ser controlada com mudanças na alimentação. Adoção de temperos naturais, alho, laticínios, azeite de oliva e cereais integrais é essencial para a saúde cardiovascular.

Cresce o número de diagnósticos de câncer colorretal entre jovens, com obesidade e consumo de álcool como principais fatores de risco. A prevenção inclui hábitos saudáveis e exames regulares, como a colonoscopia.

Servidores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal participaram de uma oficina sobre tuberculose em crianças e adolescentes, enfatizando a vacina BCG e a importância do tratamento profilático. A ação, promovida em parceria com o Ministério da Saúde, visa fortalecer a rede de atenção à saúde, especialmente para populações vulneráveis.

O Comitê de Planejamento da Saúde do Distrito Federal (Coplans) já apresenta resultados significativos, com a redução de 28% na lista de espera para tratamentos oncológicos em cinco meses. A iniciativa "O câncer não espera. O GDF também não" reorganiza o atendimento e amplia a assistência, destacando a importância do Coplans na saúde pública.

Em 2024, o Sistema Único de Saúde (SUS) implementou testes moleculares para detecção de HPV, visando melhorar o rastreamento do câncer de colo de útero. Um estudo no Amazonas revelou que o DNA de HPV circulante pode indicar recidiva da doença.

Startup Robeauté, cofundada por Bertrand Duplat e Joanna Cartocci, desenvolve micro robô para intervenções cerebrais. Testes clínicos em humanos começam em breve, prometendo diagnósticos e tratamentos inovadores.