A Embrapa promove a primeira edição dos Diálogos pelo Clima em Brasília, reunindo especialistas para discutir a agricultura e mudanças climáticas. O evento é parte da preparação para a COP30 em Belém, em novembro.

A Embrapa realizará a primeira edição dos Diálogos pelo Clima em Brasília, um evento focado em segurança alimentar e sustentabilidade em resposta às mudanças climáticas. O encontro, parte da programação pré-COP30, ocorrerá na sede da Embrapa, das 8h30 às 17h, na próxima quarta-feira. O evento reunirá especialistas e autoridades de diversos setores, incluindo governo, pesquisa e sociedade civil, para discutir soluções para os desafios enfrentados pela agricultura.
Entre os conferencistas estão Dan Ioschpe, Campeão de Alto Nível do Clima, Roberto Rodrigues, enviado especial para Agricultura na COP30, e Silvia Massruhá, presidente da Embrapa. A série de eventos Diálogos pelo Clima se estenderá por todos os biomas brasileiros até 2025, com o objetivo de debater soluções adaptadas às realidades locais da agricultura diante das mudanças climáticas.
As inscrições para o evento em Brasília podem ser realizadas no site da Embrapa. Após o lançamento na capital federal, os próximos encontros estão programados para Cuiabá, Corumbá, Manaus, Porto Alegre, Fortaleza e São Paulo, com datas que vão de maio a outubro de 2025. Cada evento abordará as especificidades de cada bioma, promovendo um diálogo amplo sobre as necessidades e desafios locais.
A COP30, um evento global que ocorrerá em Belém em novembro, servirá como um importante marco para as discussões sobre clima e agricultura. A Embrapa busca, com essa iniciativa, ampliar o debate e fomentar ações concretas que possam ser implementadas em nível local, refletindo as necessidades e potencialidades de cada região do Brasil.
Além da relevância do evento para a agricultura, a iniciativa também destaca a importância da colaboração entre diferentes setores da sociedade. A participação ativa de especialistas, autoridades e a sociedade civil é fundamental para encontrar soluções inovadoras e sustentáveis que garantam a segurança alimentar no contexto das mudanças climáticas.
Nessa perspectiva, a união da sociedade pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visem a sustentabilidade e a segurança alimentar. A mobilização em torno de iniciativas como essa é essencial para garantir que as vozes locais sejam ouvidas e que soluções eficazes sejam implementadas em benefício de todos.

Estudo revela que sinais de aquecimento global poderiam ter sido detectados em 1885, antes da popularização dos carros a gasolina, evidenciando a interferência humana no clima desde a Revolução Industrial. Pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Livermore e instituições como o MIT simulam monitoramento atmosférico, identificando resfriamento na estratosfera devido ao aumento de CO₂. Alertam que mudanças climáticas intensas devem ocorrer nos próximos anos se não houver redução no uso de combustíveis fósseis.

Campo Grande, reconhecida como "Tree City of the World", inicia a erradicação da leucena, espécie exótica que ameaça a biodiversidade local, visando proteger o ecossistema. A medida é considerada um avanço por especialistas.

Uma pesquisa da Unesp revelou a presença de cádmio e arsênio em aves marinhas do Atlântico Sul, evidenciando a bioacumulação desses poluentes na cadeia alimentar e seus impactos na saúde dos ecossistemas.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, discute na França o Balanço Ético Global, que será apresentado na COP 30 em Belém, visando uma avaliação ética da crise climática. A iniciativa busca mobilizar ações efetivas diante da inação global.

Estudo da UFRJ alerta que praias de Ipanema e Copacabana podem sofrer avanço do mar de mais de 100 metros até 2100, com elevação média de 0,78 metro, aumentando riscos para banhistas.

O Pará avança na transição energética com um investimento de R$ 17 milhões da TTS Energia e Genco para construir duas usinas solares, que beneficiarão 1,5 mil consumidores até 2026. As usinas, localizadas em Moju e Paragominas, visam reduzir a dependência de diesel e expandir a energia solar na região.