O projeto RESTORE, que envolve Brasil, França e Alemanha, utiliza nanopartículas e microrganismos para aumentar o crescimento de plantas e resistência à seca, promovendo soluções inovadoras para desafios ambientais.

O projeto RESTORE, que envolve Brasil, França e Alemanha, está desenvolvendo nanopartículas e microrganismos para potencializar o crescimento de plantas e aumentar a resistência à seca. Os testes iniciais mostram resultados promissores, destacando a importância das Soluções Baseadas na Natureza (SbN) na luta contra as mudanças climáticas e a perda de biodiversidade.
Uma das inovações do projeto é uma nanopartícula feita a partir do exoesqueleto de crustáceos, que encapsula substâncias naturais que promovem o crescimento das plantas e regulam a perda de água. Essa tecnologia pode resultar em mudas mais robustas e adaptadas a condições adversas, como a seca.
As SbN são definidas pela União Internacional para a Conservação da Natureza como ações que visam proteger e recuperar ecossistemas, promovendo o bem-estar humano e a biodiversidade. O projeto RESTORE, aprovado pela Biodiversa+, busca aplicar essas soluções na restauração florestal, especialmente no Estado do Paraná, onde novas abordagens estão sendo testadas.
Uma das estratégias do projeto envolve o uso de microrganismos benéficos que, quando associados às plantas, podem aumentar a resistência a estresses ambientais. Os resultados indicam que mudas tratadas com essas bactérias apresentam crescimento superior e maior capacidade de sequestro de carbono.
Além disso, a combinação de reguladores de crescimento vegetal com nanomateriais pode otimizar a absorção e a eficácia desses compostos nas plantas. Um exemplo é o uso de nanopartículas de quitosana, que demonstraram melhorar o desenvolvimento das raízes e a regulação da perda de água, aumentando a resistência das mudas à seca.
O próximo desafio do projeto é a produção em larga escala desses inoculantes e biomateriais, que atualmente estão em fase de testes. A conscientização sobre os benefícios das SbN é essencial, especialmente em um país onde o uso de agrotóxicos ainda é comum. A união da sociedade civil pode impulsionar iniciativas que promovam a sustentabilidade e a proteção dos ecossistemas.

O Censo Brasileiro de Cavernas Turísticas 2025 foi lançado para promover o turismo sustentável e coletar dados sobre a gestão das mais de 26 mil cavernas do Brasil, destacando sua importância econômica e social.

O Curupira, figura emblemática do folclore brasileiro, foi escolhido como mascote da COP 30, que ocorrerá em novembro em Belém (PA), simbolizando a proteção das florestas e da biodiversidade. O embaixador André Corrêa do Lago destacou a relevância das florestas como tema central do evento, buscando promover a cultura amazônica e a conscientização ambiental.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e o Governo do Amapá iniciaram a desobstrução do Canal do Gurijuba, com investimento de R$ 9 milhões, para restaurar a navegabilidade e apoiar comunidades isoladas pela estiagem. A ação, que abrange 11 quilômetros do canal, visa melhorar o acesso e as atividades essenciais, como pesca e transporte, nas comunidades afetadas. A operação deve durar cerca de quatro meses e será realizada pela Secretaria de Estado de Transportes (Setrap).

Após flagrante do Globocop, ICMBio programou inspeção na APA de Guapimirim, onde lixo se acumula em manguezais, afetando ecossistemas e a saúde de espécies locais. A situação reflete um problema estrutural de décadas.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, defendeu a COP30 em Belém, apesar das críticas à infraestrutura e preços altos de hospedagem. Ela destacou a meta de mobilizar US$ 1,3 trilhão anuais até 2035.
O Ibama iniciou a Operação Metaverso 2025 em Minas Gerais, resultando em 26 notificações e 13 suspensões de empresas madeireiras, além da apreensão de 4,5 mil metros cúbicos de madeira irregular, com multas potenciais de R$ 1,3 milhão.