Na última quarta-feira, a equipe do Parque Estadual da Pedra Selada avistou um raro papa-vento-verde, destacando a biodiversidade da região. O parque, em Visconde de Mauá, é administrado pelo Inea e abriga diversas espécies ameaçadas.

A equipe do Parque Estadual da Pedra Selada, localizado em Visconde de Mauá, fez uma descoberta notável na última quarta-feira, dia 28. Durante uma fiscalização ambiental, avistaram um raro papa-vento-verde (Dactyloa punctata). Embora não esteja em extinção, essa espécie é difícil de ser observada devido à sua camuflagem e hábitos arbóreos, que a mantêm longe do olhar humano.
O papa-vento-verde pode atingir até nove centímetros de comprimento e é uma espécie diurna, que se refugia à noite em arbustos, folhas e cipós. A observação desse animal é um indicativo da rica biodiversidade que o parque abriga, que inclui várias espécies ameaçadas de extinção.
O Parque Estadual da Pedra Selada é administrado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e possui remanescentes significativos de floresta primária. Além da fauna, o parque é um importante espaço para a preservação da flora nativa e áreas de interesse arqueológico, histórico e cultural.
A presença do papa-vento-verde no parque ressalta a importância de iniciativas de conservação e fiscalização ambiental. A equipe do parque realiza monitoramentos regulares para proteger a biodiversidade local e garantir a preservação das espécies que habitam a região.
Além de ser um refúgio para a vida selvagem, o Parque Estadual da Pedra Selada também é um destino turístico que atrai visitantes em busca de contato com a natureza. A observação de espécies raras como o papa-vento-verde pode incentivar o turismo sustentável e a conscientização sobre a importância da conservação ambiental.
Iniciativas que promovem a proteção de áreas como o Parque Estadual da Pedra Selada são essenciais para a preservação da biodiversidade. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para garantir que esses espaços continuem a existir e prosperar, beneficiando tanto a fauna quanto a flora locais.

Pesquisas indicam que as águas do oceano antártico estão se tornando mais salgadas, o que pode intensificar o aquecimento global e ameaçar a vida marinha, incluindo pinguins e focas. O aumento da salinidade provoca uma troca de calor que acelera o derretimento das calotas de gelo, resultando na formação de mais icebergs. Isso afeta diretamente espécies que dependem do gelo, como a foca-caranguejeira e o pinguim-imperador, cuja população já sofreu perdas significativas. Além disso, a mudança impacta a biodiversidade e a economia da costa brasileira, afetando a pesca e a cadeia alimentar local.

Na última quarta-feira, a equipe do Parque Estadual da Pedra Selada avistou um raro papa-vento-verde, destacando a biodiversidade da região. O parque, em Visconde de Mauá, é administrado pelo Inea e abriga diversas espécies ameaçadas.

Abril de 2025 foi o segundo abril mais quente já registrado, com temperaturas 1,51°C acima dos níveis pré-industriais, segundo o observatório Copernicus. A sequência de meses acima de 1,5°C é um alerta para as mudanças climáticas.

Na Zona Oeste do Rio, iniciativas como o monitoramento das ilhas de Peças e Palmas e a criação do Parque Estadual Marinho das Praias Selvagens buscam proteger a biodiversidade e promover o turismo sustentável. Moradores e especialistas se mobilizam para garantir a preservação ambiental em meio à pressão imobiliária.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, enfrenta resistência no Congresso após o veto de 63 dispositivos da nova lei de licenciamento ambiental pelo presidente Lula, que propõe um novo projeto. A ministra busca convencer os parlamentares sobre a importância de integrar avanços conceituais, mantendo a proteção ambiental e a agilidade no processo.

Jabuti ferido é resgatado na Floresta Nacional de Brasília após queimadas. O animal, com casco queimado, recebe tratamento inovador com pele de tilápia no Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre.