Doralice, costureira com problemas cardíacos, se prepara para transplante de coração. A notícia de um doador a emociona e gera insegurança, mas amigos e familiares se unem em oração. No hospital, ela busca um momento a sós com Osmar.

O dia tão esperado por Doralice (Tereza Seiblitz) chegou em Volta por Cima. A costureira, que enfrenta problemas cardíacos e aguarda um transplante de coração, recebeu a notícia de que um órgão está disponível. A emoção e a insegurança tomaram conta dela ao saber que seu coração original seria substituído. “Dá um medo... De saber que esse meu coração que nasceu comigo vai ser retirado do meu corpo. Que eu vou viver com o coração que foi de uma outra pessoa”, compartilhou com seus familiares e amigos.
Com esperança renovada, Doralice se preparou para a cirurgia, enquanto amigos e familiares se uniram em uma corrente de fé em prol de sua saúde. O apoio emocional é fundamental em momentos como este, e a presença de pessoas queridas pode fazer toda a diferença. O ambiente de solidariedade e amor ao redor dela reflete a importância do suporte social em situações de saúde delicadas.
Ao chegar ao hospital, Doralice pediu um momento a sós com Osmar (Milhem Cortaz), um dos personagens que a acompanha em sua jornada. Esse pedido ressalta a necessidade de conexão e diálogo em momentos críticos, onde o apoio emocional é tão vital quanto o tratamento médico. A interação entre os personagens destaca a importância das relações humanas em tempos de crise.
O transplante de coração é um procedimento complexo que envolve riscos e incertezas. A ansiedade de Doralice é compreensível, pois a troca de um órgão vital traz consigo uma série de emoções e expectativas. A cirurgia representa não apenas uma chance de vida, mas também um novo começo, repleto de desafios e oportunidades.
Histórias como a de Doralice nos lembram da fragilidade da vida e da importância de cuidar da saúde. Além disso, ressaltam a necessidade de conscientização sobre a doação de órgãos, que pode salvar vidas e proporcionar novas esperanças a pessoas que enfrentam doenças graves.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitos. Projetos que promovem a conscientização sobre a doação de órgãos e o apoio a pacientes em tratamento são essenciais. A mobilização em torno dessas causas pode gerar um impacto significativo, ajudando aqueles que mais precisam e promovendo a solidariedade entre as pessoas.

A obesidade no Brasil aumentou de 11,8% em 2006 para 24,3% em 2023, levando a novas diretrizes que permitem tratamento farmacológico para IMC abaixo de 30 e cirurgias bariátricas a partir de 14 anos.

O consumo de álcool no inverno é um mito que pode levar a riscos sérios, como hipotermia e desidratação, alerta o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA). Especialistas recomendam bebidas quentes como alternativas seguras.

Pesquisa da Universidade de Aston revela que o consumo de frutas frescas reduz sintomas depressivos, enquanto alimentos ultraprocessados aumentam ansiedade e estresse, destacando a importância da alimentação na saúde mental.
O Dia Mundial da Hemofilia, em 17 de abril, destaca a importância do tratamento no DF. O ambulatório da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) oferece suporte a 910 pacientes, com equipe multiprofissional e facilidades para aplicação de medicamentos em casa.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal lançou o projeto “AVC no Quadrado” para melhorar o atendimento a vítimas de Acidente Vascular Cerebral, expandindo técnicas de tratamento em mais hospitais. A iniciativa visa reduzir a mortalidade e sequelas, integrando serviços de saúde e promovendo a telemedicina.

Giovana Cordeiro, atriz de Dona de Mim, revelou ter sofrido abuso sexual aos 18 anos, resultando em problemas de saúde, como candidíase. Ela destaca a importância de discutir saúde íntima e a cura coletiva.