Eduarda Farage, moradora de Macaé, alcançou a impressionante marca de 175 acertos no Enem 2024, após quatro tentativas, e agora é estudante de Medicina na UFRJ. Ela destaca a eficácia de estudar menos, mas com foco em estratégias como a Teoria de Resposta ao Item (TRI) e gerenciamento de tempo.

Eduarda Farage, moradora de Macaé, obteve uma impressionante nota de 175 acertos em 180 questões no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) de 2024, após quatro tentativas frustradas. A estudante de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) atribui seu sucesso a uma abordagem mais eficiente nos estudos, que incluiu a redução do tempo de estudo diário e a aplicação de técnicas específicas.
Após anos de tentativas, Eduarda percebeu que a qualidade do estudo era mais importante que a quantidade. Em 2020, dedicava seis horas diárias, mas em 2023, quando teve seu pior desempenho, chegou a estudar até dez horas. Em 2024, ela ajustou sua rotina para cinco horas, focando em métodos que realmente funcionavam para ela.
Um dos principais fatores que contribuíram para seu sucesso foi a compreensão da Teoria de Resposta ao Item (TRI), que avalia a coerência do desempenho do aluno. Eduarda identificou que, para obter uma alta pontuação, era crucial acertar questões de diferentes níveis de dificuldade, especialmente em Matemática e Ciências da Natureza, que são mais desafiadoras.
Eduarda também desenvolveu uma técnica de gerenciamento de tempo, estudando por cinquenta minutos seguidos de dez minutos de descanso. Ela enfatiza que cada disciplina requer uma abordagem distinta: enquanto Matemática e Ciências da Natureza exigem uma base teórica sólida, o primeiro dia do Enem, que inclui Linguagens e Ciências Humanas, demanda resistência e prática com provas anteriores.
Eduarda, que já era formada em Nutrição, encontrou na maternidade uma nova motivação para perseguir seu sonho de ser médica. Ela acredita que a disciplina e a constância nos estudos são essenciais para o sucesso. Em um cenário onde muitos enfrentam dificuldades, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que ajudem aqueles que buscam realizar seus sonhos educacionais.

Ana Clara Batista, estudante de 17 anos, foi a primeira a assumir o cargo de primeira-dama por um dia, destacando a importância da representatividade feminina na política. O programa Meninas em Ação visa empoderar jovens em cargos de liderança.

Aprender novas habilidades, como dançar ou pintar, é essencial para a saúde cerebral em idades avançadas, reduzindo o risco de demência e aumentando a reserva cognitiva. Estudos mostram que atividades desafiadoras e envolventes promovem a neuroplasticidade, tornando o aprendizado uma estratégia vital para o envelhecimento saudável.

Senai-SP disponibiliza 1.600 vagas em cursos técnicos gratuitos, com inscrições até 22 de maio e início das aulas no segundo semestre de 2025. O processo seletivo inclui prova até 31 de maio.

Irmãs de Barueri, SP, Beatriz e Isabella Toassa foram reconhecidas no "Global Child Prodigy Awards" em Londres, destacando-se na categoria Educação e promovendo a ciência brasileira globalmente. Elas entregaram um telescópio a um ganhador do Nobel e anunciaram um clube de ciência em parceria com a Embaixada dos EUA.

Barbara Oakley apresenta oito dicas científicas para aprender do zero, destacando a técnica de Feynman e a importância de anotações à mão. Essas estratégias visam otimizar o aprendizado e manter o foco.

A evasão escolar no Brasil continua alarmante, com um em cada três estudantes abandonando o ensino médio, especialmente entre jovens negros e de baixa renda. Dados da PNAD 2024 revelam que a necessidade de trabalhar e a falta de interesse são os principais motivos para essa desistência. A desconexão do currículo com a realidade dos jovens e a repetência agravam o problema, que começa na alfabetização. É urgente implementar soluções integradas, como incentivos e currículos mais relevantes, para garantir a permanência dos alunos na escola.