A Estação Quarentenária de Germoplasma Vegetal da Embrapa, em Brasília, recebeu 10 mudas de tamareiras dos Emirados Árabes após 10 meses de quarentena, ressaltando seu papel na segurança das espécies vegetais. A quarentena é essencial para evitar a introdução de pragas no Brasil, com mais de 850 mil amostras analisadas desde 1976.

A Estação Quarentenária de Germoplasma Vegetal da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), localizada em Brasília, é a única do Centro-Oeste e desempenha um papel crucial no controle de pragas em plantas importadas. De acordo com as normas do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), todas as plantas que chegam de outros países devem passar por um período de quarentena para evitar a introdução de pragas no Brasil.
Recentemente, um lote de dez mudas de tamareiras dos Emirados Árabes foi entregue ao Palácio da Alvorada após um período de dez meses em quarentena. Essas mudas são um presente do governo dos Emirados Árabes ao Brasil, e no total, foram doadas 110 mudas, das quais 100 foram destinadas ao governo da Bahia.
Pesquisadores da Embrapa destacam a importância da quarentena para a segurança das espécies vegetais. Desde a sua criação em mil novecentos e setenta e seis, a estação interceptou noventa e cinco pragas que não existiam no Brasil. Mais de oitocentas mil amostras de material vegetal de mais de duzentos gêneros botânicos já passaram pelo processo de quarentena.
Durante a quarentena, amostras são coletadas e analisadas em laboratório para detectar fungos, vírus, bactérias, insetos e outros organismos nocivos. O tempo de quarentena pode variar de quatro meses a dois anos, e após esse período, um laudo é emitido e enviado ao Mapa, que decide sobre a liberação das plantas.
As mudas de tamareiras se juntarão a outras espécies cultivadas no Palácio da Alvorada, onde já existem tamareiras plantadas desde a construção do local. Essas plantas são conhecidas por levar entre oitenta e cem anos para frutificarem, mas novas técnicas de melhoramento podem permitir que os frutos sejam colhidos em menos de uma década.
Os pesquisadores alertam sobre os riscos do transporte de plantas e sementes por viajantes, pois pragas podem ser introduzidas sem serem detectadas. Um exemplo é a lagarta da espécie helicoverpa, que causou prejuízos bilionários em lavouras no Brasil. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que garantam a segurança das espécies vegetais e a saúde do meio ambiente.

Governo Lula pressiona Ibama para liberar licença da Petrobras para perfuração no bloco 59 da Foz do Amazonas, enquanto a falta de avaliação ambiental pode comprometer leilão de novos blocos em junho.

Empresas de energias renováveis no Brasil valorizaram 25% entre 2018 e 2022, superando as de fósseis, segundo estudo da PwC. A pesquisa destaca a resiliência e o crescente interesse de investidores no setor.

A COP 30 em Belém, promovida como a "COP da floresta", enfrenta críticas por obras de R$ 7 bilhões que podem agravar o desmatamento e não resolvem problemas urbanos crônicos. Especialistas alertam para o "greenwashing" nas iniciativas.

O Ibama lançou o Parecer de Extração Não Prejudicial para o gênero Cedrela, essencial para a exploração sustentável da madeira, em parceria com instituições e apoio internacional. O documento fundamenta a emissão de licenças de exportação, garantindo a preservação da espécie.

Pesquisadores do IPT e da Tramppo desenvolveram um método inovador para reciclar lâmpadas LED, automatizando a desmontagem e separação de materiais, resultando em duas patentes e um protótipo funcional. Essa tecnologia visa reduzir o impacto ambiental e promover a economia circular, recuperando metais valiosos e minimizando resíduos eletrônicos.

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