O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) oferece mais de 112 mil vagas em 2025, priorizando estudantes de baixa renda com novas condições de inscrição, incluindo autodeclaração étnico-racial. As inscrições são feitas online, utilizando a conta Gov.br.

O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) é um programa do Ministério da Educação que oferece apoio financeiro para estudantes de cursos superiores em instituições privadas. Em 2025, o programa disponibiliza mais de 112 mil vagas, priorizando aqueles com baixa renda. Os estudantes podem pagar as mensalidades após a conclusão do curso, com juros reduzidos ou até mesmo zerados.
Para se inscrever, os candidatos devem ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média mínima de 450 pontos e nota superior a zero na redação. Estudantes que já concluíram o ensino superior ou estão inadimplentes com o Fies ou o Programa de Crédito Educativo não podem participar.
O Fies possui uma modalidade chamada Fies Social, que reserva pelo menos 50% das vagas para estudantes com renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo, que em 2025 é de R$ 706. Para esses alunos, o financiamento pode cobrir até 100% dos encargos educacionais, tornando o acesso ao ensino superior mais viável.
O teto de financiamento é de R$ 42,9 mil por semestre, ou R$ 7,15 mil por mês, e para cursos de medicina, o teto é de R$ 60 mil por semestre, ou R$ 10 mil por mês. Os estudantes começam a pagar o financiamento após a conclusão do curso, com condições facilitadas para garantir a acessibilidade ao ensino superior.
As inscrições para o Fies 2025 devem ser feitas exclusivamente pela internet, no Portal Acesso Único do MEC, utilizando a conta Gov.br para login. Durante a inscrição, o candidato deve informar dados pessoais, autodeclarar seu perfil étnico-racial e escolher até três opções de cursos, o que amplia a inclusão e diversidade no acesso ao ensino superior.
Com a ampliação das vagas e a inclusão de novas condições de inscrição, o Fies 2025 representa uma oportunidade significativa para muitos estudantes. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que ajudem a garantir que todos tenham acesso à educação de qualidade, especialmente aqueles que enfrentam dificuldades financeiras.

O decreto que institui a Política Nacional Integrada para a Primeira Infância (Pnipi) busca coordenar ações para crianças de zero a 6 anos, criando uma caderneta digital com informações essenciais. A iniciativa une diferentes espectros políticos e visa melhorar o desenvolvimento infantil no Brasil, integrando dados de saúde, educação e assistência social.

Estudo em Bauru revela que atividades de enriquecimento curricular melhoram a sociabilidade de jovens com altas habilidades/superdotação, destacando a necessidade de identificação e apoio a talentos diversos.

O podcast "Pra Falar de Educação" aborda a alarmante situação da aprendizagem de matemática no Brasil, destacando a incapacidade de muitos estudantes em resolver problemas simples. A série, produzida pelo Estúdio Folha e Sesi-São Paulo, busca discutir soluções para reverter esse quadro crítico, que compromete o futuro profissional e cotidiano dos jovens.

Brasil se torna pioneiro ao incluir a Cultura Oceânica no currículo nacional, em evento com a Unesco e o MEC, reforçando a educação para a sustentabilidade e ação climática.

A Câmara Municipal do Rio aprovou um programa nutricional para alunos autistas, permitindo que responsáveis levem alimentos e estabelecendo protocolos alimentares individualizados. O vereador Paulo Messina destaca a importância de respeitar a seletividade alimentar desses alunos, visando a permanência deles nas escolas e a redução da evasão escolar. O projeto agora aguarda a sanção do prefeito Eduardo Paes.

A Quero Bolsa lançou inscrições para um curso preparatório gratuito para o Enem 2025, em parceria com a Estuda.com, oferecendo videoaulas e simulados com correção especializada. O programa, que ocorre entre agosto e outubro, inclui diagnósticos de desempenho e apoio de professores voluntários, visando democratizar o acesso ao ensino superior.