O Flamengo firmou um contrato de patrocínio com a Betano, avaliado em R$ 268,5 milhões por temporada até 2028, e implementou medidas antirracistas em seu estatuto. A parceria, aprovada por 654 votos a favor, visa ampliar o alcance internacional do clube e inclui penalidades severas para atos discriminatórios.

Os conselheiros do Flamengo aprovaram, em reunião realizada na última terça-feira, um novo contrato de patrocínio com a Betano. A votação foi expressiva, com seiscentos e cinquenta e quatro votos a favor, apenas onze contra e quatro abstenções. A parceria, que começa a valer a partir de hoje, garante ao clube o maior valor de patrocínio do futebol brasileiro, totalizando R$ 268,5 milhões por temporada até 2028.
O contrato, que pode alcançar até R$ 280 milhões com valores variáveis, representa uma receita mensal de aproximadamente R$ 22,3 milhões para o Flamengo. Além disso, a Betano se compromete a converter duzentos mil torcedores para sua plataforma e a vender mais de um milhão de camisas. O Flamengo estabeleceu um valor mínimo de R$ 195 milhões, e a Betano venceu a concorrência de outras duas casas de apostas, SuperBet e Sportingbet.
O logo da Betano será exibido em branco na camisa principal do Flamengo e em preto na segunda camisa. A marca terá visibilidade nas camisas oficiais de futebol masculino, feminino e basquete, além de estar presente nas placas de publicidade do Maracanã. O Flamengo buscou uma empresa com maior alcance internacional, o que motivou a mudança de patrocinador.
Além da aprovação do novo patrocinador, o Conselho Deliberativo do Flamengo também discutiu a inclusão de medidas antirracistas em seu estatuto. O novo documento estabelece que o combate ao racismo deve orientar todas as ações do clube, abrangendo áreas esportivas, sociais e culturais. A proposta foi aprovada por aclamação, visando fortalecer a conscientização e a inclusão.
A partir de agora, qualquer associado ou colaborador que praticar atos racistas estará sujeito a penalidades, que podem incluir suspensão ou expulsão. O Flamengo já realiza diversas ações antirracistas, como parcerias com entidades e cursos de formação, além de campanhas de conscientização. Essas iniciativas buscam promover a valorização da cultura negra no esporte e na sociedade.
Com a nova parceria e as medidas antirracistas, o Flamengo demonstra um compromisso com a responsabilidade social e a inclusão. Projetos como esses devem ser apoiados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na luta contra a discriminação e na promoção de um ambiente mais justo e igualitário.

Após a viralização do vídeo de Felipe Bressanin Pereira, o Felca, sobre a sexualização de crianças na internet, o Congresso priorizou a proteção infantil, protocolando 52 novos projetos de lei. As propostas variam entre penalizações severas e responsabilização das redes sociais, refletindo a polarização entre direita e esquerda no debate.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Câmara lançará a campanha "Xô Capacitismo" na próxima terça-feira, com apoio de Xuxa Meneghel, para combater preconceitos e discriminação.

Bruna Menezes, Miss Eco Rio de Janeiro, usará sua plataforma para destacar a sustentabilidade e a justiça social, abordando a falta de saneamento nas comunidades cariocas. Sua trajetória inspira meninas a sonhar.

O Brasil registrou uma queda de 26,8% nos casos de malária e 27% nos óbitos no primeiro trimestre de 2025, impulsionada pela introdução da tafenoquina e capacitação de profissionais de saúde. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou o compromisso do governo com a eliminação da doença, enfatizando a importância de novas tecnologias e investimentos em insumos.

No dia 15, a Praia de Copacabana sediará a segunda edição do projeto Saúde sem Idade, com atividades gratuitas em prol da saúde da população idosa e o lançamento da campanha #ORespeitoNãoEnvelhece. O evento contará com rodas de conversa, serviços de saúde e orientação jurídica, promovendo a valorização da longevidade e a prevenção da violência contra idosos.

Ronald Garan, ex-astronauta da NASA, revela como o overview effect transformou sua visão sobre a interconexão da Terra, defendendo um equilíbrio entre economia, sociedade e meio ambiente por meio da organização "Fragile Oasis".