A Folha de S.Paulo terá um Espaço Folha na COP30, em Belém, com equipe dedicada à cobertura climática e premiação de inovações sociais. O evento visa fomentar o debate sobre sustentabilidade.

A Folha de S.Paulo intensificará sua atuação na COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que ocorrerá em novembro de 2025 em Belém, no Pará. O jornal estabelecerá um Espaço Folha no bairro do Marco, a apenas 450 metros do Hangar, um dos principais locais do evento. Essa iniciativa visa garantir uma cobertura abrangente e em tempo real dos debates sobre clima, sustentabilidade e políticas públicas.
O diretor de Redação da Folha, Sérgio Dávila, destacou que a pauta ambiental é uma prioridade para o jornal, que já conta com correspondente na Amazônia. A presença em Belém será um passo natural para ampliar a cobertura de temas essenciais para o futuro do planeta. O Espaço Folha contará com uma equipe de mais de dez profissionais, incluindo repórteres e fotógrafos, sob a coordenação da editoria de Ambiente.
A estrutura do Espaço Folha também servirá como um ponto de conexão entre o jornal e parceiros, marcas apoiadoras e representantes do poder público. Carlos Ponce de Leon, superintendente da Folha, afirmou que essa ação é estratégica para aumentar a visibilidade da marca em um dos debates mais relevantes da atualidade. Além disso, o local terá uma área dedicada a debates e painéis com especialistas e autoridades.
O Espaço Folha abrigará a 21ª edição do prêmio Empreendedor Social, que reconhecerá inovações sociais relacionadas ao clima. As categorias incluem Inovadores Sociais do Ano, focada em soluções sustentáveis, e Soluções que Inspiram, voltada para direitos das populações vulneráveis. Essa iniciativa reforça o papel do jornal como protagonista na discussão sobre o futuro do planeta.
O Estúdio Folha, responsável por conteúdo patrocinado, estará presente para gravações de podcasts e videocasts. Haverá também uma área para café e happy hour, promovendo o networking entre jornalistas, políticos, ambientalistas e a sociedade civil. O Espaço Folha se propõe a ser um ambiente dinâmico e colaborativo durante a COP30.
Essa mobilização em torno da COP30 é uma oportunidade para que a sociedade civil se una em prol de causas climáticas. Projetos que promovem a sustentabilidade e a inclusão social podem se beneficiar do apoio coletivo, contribuindo para um futuro mais justo e equilibrado. A união de esforços pode fazer a diferença na construção de soluções inovadoras e sustentáveis.

O Banco Mundial firmou uma parceria histórica com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), destinando US$ 2 milhões para bioeconomia e segurança hídrica no Brasil. A doação visa fortalecer projetos estratégicos e promover desenvolvimento sustentável, com foco na redução das desigualdades regionais. Além disso, o Banco Mundial disponibilizará um crédito de US$ 500 milhões para apoiar iniciativas que conectem grandes empresas à agricultura familiar, especialmente no Nordeste, que enfrenta desafios hídricos.

Anitta e Luciano Huck estiveram na Aldeia Ipatse, no Xingu, para o Quarup, ritual indígena que homenageia líderes. A visita reforça a luta pela preservação dos territórios e cultura indígena.

Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) se reuniu em Nanjing com empresas chinesas para discutir energia renovável e bioeconomia na Amazônia, destacando o potencial do Amapá. O encontro visou fortalecer a agricultura familiar e o extrativismo, promovendo parcerias para impulsionar a produção de açaí e bioprodutos.

Censo revela que 11,8 milhões de pessoas residem em Unidades de Conservação no Brasil, com 131 mil em áreas onde a habitação é proibida, destacando a complexidade das ocupações e precariedades enfrentadas. A maioria é parda, com aumento de quilombolas e indígenas, evidenciando conflitos entre políticas ambientais e regularização fundiária.

Moradores da Vila da Barca, em Belém, denunciam despejo de dejetos de bairros nobres sem inclusão no novo sistema de esgoto. Prefeitura admite falhas na comunicação e promete melhorias.

O governo federal concluiu encontros regionais para o Plano Nacional de Logística 2050, enfrentando desafios na integração de demandas socioambientais e na participação da sociedade civil. A fragilização do licenciamento ambiental pelo Senado pode impactar a eficácia do planejamento.