A Defesa Civil de São Paulo alerta para uma frente fria entre 8 e 11 de agosto, com chuvas, ventos e queda de temperaturas, além de ressacas no litoral e risco de incêndios no Noroeste. A população deve se precaver.

A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu um alerta sobre a chegada de uma frente fria que afetará o clima entre os dias 8 e 11 de agosto. O fenômeno trará chuvas em diversas regiões, incluindo o litoral, a capital e a região metropolitana. As precipitações poderão ser acompanhadas de rajadas de vento moderadas, raios e até granizo isolado. Com a frente fria, as temperaturas devem cair drasticamente, com mínimas de até 6°C na Serra da Mantiqueira e no Vale do Ribeira, e não ultrapassando 13°C em grande parte do estado.
Além das chuvas, a Defesa Civil alerta para a possibilidade de ressacas no Litoral Paulista, causadas pelos ventos associados à frente fria. A orientação é que embarcações de pequeno porte evitem navegar e que a população mantenha distância das áreas de arrebentação durante o fim de semana. Essa medida visa garantir a segurança de todos, especialmente em um período de condições climáticas adversas.
No Noroeste do estado, as condições serão diferentes. Regiões como Araçatuba, São José do Rio Preto, Presidente Prudente e Barretos enfrentarão um clima seco, sem previsão de chuvas. A umidade relativa do ar deve ficar próxima aos 30%, aumentando o risco de incêndios em vegetação. A Defesa Civil recomenda que a população evite atividades que possam provocar focos de fogo, como fogueiras e o descarte inadequado de bitucas de cigarro.
As temperaturas previstas para o período variam significativamente entre as regiões. Na Serra da Mantiqueira e no Vale do Ribeira, as mínimas devem ser de 6°C, enquanto na Baixada Santista e no Litoral Norte, as mínimas podem chegar a 11°C. As máximas também variam, com a Baixada Santista e o Litoral Norte alcançando até 17°C, e regiões como Barretos e São José do Rio Preto podendo chegar a 25°C.
Essas mudanças climáticas exigem atenção e preparação da população. A Defesa Civil recomenda que todos estejam atentos às orientações e se mantenham informados sobre as condições do tempo. A segurança deve ser a prioridade, especialmente em áreas propensas a incêndios e ressacas. A colaboração de todos é fundamental para minimizar os riscos associados a esses eventos climáticos extremos.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença. A mobilização em torno de iniciativas que ajudem a proteger as comunidades afetadas e a promover a conscientização sobre a prevenção de incêndios e segurança em áreas costeiras é essencial. Juntos, podemos apoiar aqueles que mais precisam e fortalecer a resiliência das nossas comunidades diante das mudanças climáticas.

Uma frente fria de origem polar impacta o Centro-Sul do Brasil, com mínimas abaixo de 10ºC e previsão de neve na Serra Gaúcha e Catarinense. O frio intenso deve persistir até os primeiros dias de junho.

A Ilha do Bananal, no Tocantins, agora conta com o sling dragon, tecnologia inovadora que realiza queimas controladas para proteger a Mata do Mamão, crucial para a preservação ambiental e comunidades indígenas. Essa ação, coordenada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e parceiros, visa reduzir riscos de incêndios florestais e restaurar áreas degradadas.

Entre 12 e 17 de maio de 2025, o Ibama conduziu uma queima prescrita no Território Kalunga, em Goiás, utilizando tecnologia aérea para mitigar incêndios e preservar ecossistemas. A operação, em parceria com o Prevfogo e a Coaer, visou áreas de difícil acesso e promete reduzir riscos de grandes incêndios na próxima estiagem.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o Plano Safra 2025-2026, com R$ 516,2 bilhões em crédito rural, priorizando práticas sustentáveis e exigindo aderência ao Zoneamento Agrícola de Risco Climático.

Um ciclone extratropical impacta o Sul e Sudeste do Brasil, trazendo ventos de até 100 km/h e temperaturas que podem cair a -6°C, com risco de geada e neve em Santa Catarina. A Marinha alerta para ressaca no mar.

Durante a FLIP, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou a importância das florestas na COP 30, ressaltando sua biodiversidade e criticando a visão homogênea dos biomas. Ela enfatizou que a floresta Amazônica é vital, produzindo vinte bilhões de toneladas de água diariamente, e que as leis da natureza não se alteram por interesses humanos.