O Brasil enfrentará um domingo, 17, marcado por queda acentuada nas temperaturas e geadas pontuais, afetando a produção de grãos como café, milho e trigo. A umidade se restringe ao Norte e litoral do Nordeste, onde ainda há previsão de chuvas. O frio e a seca devem persistir, impactando severamente a agricultura nas regiões centrais e meridionais.

O domingo, 17 de agosto, será marcado por uma queda acentuada nas temperaturas, com a previsão de geadas pontuais e um clima frio e seco em grande parte do Brasil. Essa situação climática, conforme a análise agronômica do Climatempo, terá um impacto significativo na produção de grãos, afetando culturas como café, milho, trigo, algodão e cana-de-açúcar.
Enquanto isso, a umidade se restringe ao extremo Norte e ao litoral do Nordeste, onde ainda são esperadas chuvas significativas. O cenário de frio e seca deve persistir nos dias seguintes, com uma possível elevação temporária das temperaturas, conhecida como veranico, prevista para o final de agosto.
As geadas e a queda nas temperaturas podem prejudicar severamente a produtividade agrícola, especialmente em regiões que já enfrentam dificuldades devido a variações climáticas anteriores. Os agricultores devem se preparar para os desafios que essa nova onda de frio trará.
As condições climáticas adversas não afetam apenas a produção de grãos, mas também têm implicações diretas na economia local e na segurança alimentar. A diminuição da oferta de produtos pode levar ao aumento dos preços e à escassez em algumas regiões.
Com a previsão de que o frio continue predominando nas regiões centrais e meridionais até meados da segunda quinzena de agosto, é essencial que os produtores e a sociedade civil se mobilizem para mitigar os efeitos dessa situação. A união de esforços pode ser crucial para enfrentar os desafios impostos pelas condições climáticas.
Nessa conjuntura, é fundamental que a sociedade se una para apoiar iniciativas que visem ajudar os agricultores e as comunidades afetadas. Projetos que promovam a resiliência e a recuperação podem fazer a diferença para aqueles que enfrentam as consequências dessas adversidades climáticas.

A devastação por incêndios na Amazônia Legal caiu 65% em julho de 2025, mas o desmatamento aumentou 4% entre agosto de 2024 e julho de 2025, segundo o MapBiomas. A redução é atribuída ao retorno das chuvas e maior cautela de produtores.

A perereca-da-fruta (Xenohyla truncata), espécie ameaçada, foi avistada na APA Maricá, destacando-se como polinizadora e dispersora de sementes, durante o Programa Vem Sapear, coordenado por Rafael Mattos.

O ano de 2024 registrou a temperatura média da Terra acima de 1,5°C, superando as previsões do Acordo de Paris. O documentário "Sem Retorno" destaca a urgência de zerar emissões de carbono até 2040 para evitar catástrofes.

A temporada de avistamento de baleias-jubarte no litoral norte de São Paulo atrai turistas entre maio e novembro, com pico em junho e julho, promovendo ecoturismo e conservação marinha. As cidades de Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba se preparam para oferecer experiências únicas, respeitando normas de avistamento para garantir a proteção das baleias.

Empresários e ambientalistas solicitam ao deputado Zé Vitor a rejeição de um dispositivo que revoga a proteção da Mata Atlântica, ameaçando a biodiversidade e o progresso na redução do desmatamento. A alteração proposta pode reverter a queda de 80% nos índices de desmatamento, colocando em risco áreas essenciais para a sobrevivência do bioma e suas comunidades.

A coleta de lixo flutuante no rio Pinheiros aumentou em 21% no 1º semestre de 2025, totalizando 21 mil toneladas. A Secretaria de Meio Ambiente e a Emae intensificam esforços de limpeza na região.