O Brasil enfrentará um domingo, 17, marcado por queda acentuada nas temperaturas e geadas pontuais, afetando a produção de grãos como café, milho e trigo. A umidade se restringe ao Norte e litoral do Nordeste, onde ainda há previsão de chuvas. O frio e a seca devem persistir, impactando severamente a agricultura nas regiões centrais e meridionais.

O domingo, 17 de agosto, será marcado por uma queda acentuada nas temperaturas, com a previsão de geadas pontuais e um clima frio e seco em grande parte do Brasil. Essa situação climática, conforme a análise agronômica do Climatempo, terá um impacto significativo na produção de grãos, afetando culturas como café, milho, trigo, algodão e cana-de-açúcar.
Enquanto isso, a umidade se restringe ao extremo Norte e ao litoral do Nordeste, onde ainda são esperadas chuvas significativas. O cenário de frio e seca deve persistir nos dias seguintes, com uma possível elevação temporária das temperaturas, conhecida como veranico, prevista para o final de agosto.
As geadas e a queda nas temperaturas podem prejudicar severamente a produtividade agrícola, especialmente em regiões que já enfrentam dificuldades devido a variações climáticas anteriores. Os agricultores devem se preparar para os desafios que essa nova onda de frio trará.
As condições climáticas adversas não afetam apenas a produção de grãos, mas também têm implicações diretas na economia local e na segurança alimentar. A diminuição da oferta de produtos pode levar ao aumento dos preços e à escassez em algumas regiões.
Com a previsão de que o frio continue predominando nas regiões centrais e meridionais até meados da segunda quinzena de agosto, é essencial que os produtores e a sociedade civil se mobilizem para mitigar os efeitos dessa situação. A união de esforços pode ser crucial para enfrentar os desafios impostos pelas condições climáticas.
Nessa conjuntura, é fundamental que a sociedade se una para apoiar iniciativas que visem ajudar os agricultores e as comunidades afetadas. Projetos que promovam a resiliência e a recuperação podem fazer a diferença para aqueles que enfrentam as consequências dessas adversidades climáticas.

Em 2024, o chikungunya registra mais de 240 mil casos globalmente, com a China enfrentando seus primeiros surtos. A OMS alerta sobre o impacto das mudanças climáticas na disseminação do vírus.

O Observatório do Clima critica a nova lei de licenciamento ambiental, apontando a Licença Ambiental Especial (LAE) como inconstitucional e preocupações com a tramitação acelerada de projetos de alto impacto. A medida, que já está em vigor, pode facilitar a exploração de recursos naturais e aumentar riscos de corrupção.

A Good Karma Partners se fundiu com a Just Climate, cofundada por Al Gore, formando uma nova entidade focada em investimentos sustentáveis na América Latina, com 55% do capital alocado na região. A fusão visa acelerar a transição para tecnologias sustentáveis em setores de alta emissão, como agricultura e indústria.

A Câmara do Rio aprovou o tombamento permanente do conjunto arbóreo da Rua Santa Clara, em Copacabana, para preservar as árvores plantadas na década de 1930. A medida visa proteger o patrimônio paisagístico e ecológico da região, diante do desgaste e morte de algumas árvores. O projeto, de autoria do vereador Carlo Caiado (PSD), agora aguarda sanção do Poder Executivo.

Pesquisadores do Centro de Inovação em Novas Energias (CINE) descobriram que o glicerol, ao substituir a água, aumenta a eficiência de células fotoeletroquímicas na produção de hidrogênio verde. Essa abordagem sustentável pode revolucionar a geração de energia limpa no Brasil.

Brasil investe R$ 150 milhões para restaurar florestas e mitigar emissões de carbono, com foco em reflorestamento e recuperação de áreas degradadas até 2030. A meta é restaurar 12 milhões de hectares, essencial para a economia de baixo carbono.