A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) participou do GDF Mais Perto do Cidadão, promovendo serviços de saúde e conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) participou da 49ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão, realizada nos dias 11 e 12 de abril, na Vila Roriz, no Gama. Durante o evento, moradores e profissionais de saúde tiveram acesso a diversos serviços, incluindo vacinação para todas as idades, testes rápidos para Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), aferição de pressão arterial e glicemia. Além disso, foram oferecidas orientações sobre saúde bucal, dengue e ações relacionadas ao Bolsa Família.
A estudante de enfermagem Gabriela Rossi, de 32 anos, destacou a importância do evento ao participar como voluntária, realizando aferições de pressão arterial e glicemia. Ela também recebeu atendimento em auriculoterapia e comentou: “Gostei muito! É bom a gente estar aqui atendendo e também poder participar”. O sargento Alessandro, da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), aproveitou a oportunidade para se vacinar contra a gripe, lembrando da influência que a SES-DF teve em sua vida familiar.
O tema central desta edição foi a conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), em alusão à campanha Abril Azul. Uma das novidades foi a criação de um espaço sensorial, projetado para oferecer estímulos controlados que auxiliam no processamento de informações sensoriais. O espaço foi bem recebido, com a moradora Amanda Albernaz, de 37 anos, afirmando: “Aqui é o meu local. Aqui é onde eu me sinto acolhida”.
A programação incluiu palestras com profissionais como psicólogos e advogados, abordando o autismo sob diferentes perspectivas. A equipe especializada também esteve disponível para esclarecer dúvidas e oferecer orientações a famílias e cuidadores, reforçando a importância do apoio e da informação para a comunidade.
A iniciativa, promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF), visa facilitar o acesso a serviços públicos e promover a interação entre governo e sociedade civil. A governadora em exercício do DF, Celina Leão, acompanhou as atividades e ressaltou a importância do evento: “Esse é um momento em que o Estado chega mais próximo do cidadão. Aqui você pode vir que será bem recebido por nós”.
Eventos como este são fundamentais para fortalecer a rede de apoio às famílias e indivíduos com necessidades especiais. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na promoção de iniciativas que visem o bem-estar e a inclusão social, criando um ambiente mais acolhedor e solidário para todos.

Mulheres relatam experiências de desconsideração médica, incluindo diagnósticos errôneos e falta de empatia, evidenciando a urgência por um atendimento mais humanizado na saúde.

A OPAS iniciou uma missão técnica na Paraíba para fortalecer a saúde pública, focando na redução da mortalidade materna e no tratamento do câncer. A parceria busca integrar serviços de saúde e otimizar recursos.

A menopausa, um processo natural em fases, pode ser amenizada com terapia hormonal com hormônios bioidênticos, melhorando a qualidade de vida das mulheres. Especialistas alertam para os riscos de saúde associados à menopausa, como perda óssea e problemas de sono.

Estudo revela 19 metabólitos no sangue de gestantes com pré-eclâmpsia, indicando variações conforme a gravidade da condição. Pesquisadores buscam entender danos a órgãos e desenvolver intervenções farmacológicas.

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acredita que Brasil pode liderar globalmente no combate ao câncer, destacando a colaboração entre setores e a importância da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer.

ABRAHCT revela mapeamento das Unidades de Transição de Cuidados, com apenas 32% da demanda atendida. A Associação Brasileira de Hospitais e Clínicas de Transição (ABRAHCT) divulgou um estudo inédito sobre as Unidades de Transição de Cuidados (UTCs) no Brasil, revelando a existência de 2.573 leitos, sendo apenas 181 destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS). O levantamento destaca a concentração desses serviços em regiões mais desenvolvidas, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e aponta uma cobertura de apenas 32% da demanda potencial. O setor, que movimenta R$ 41 milhões mensais e emprega mais de 4,7 mil profissionais, enfrenta desafios como a falta de integração entre os níveis de atenção à saúde e a escassez de profissionais especializados. A ABRAHCT propõe a criação de modelos de remuneração baseados em desempenho e a articulação de políticas públicas para melhorar a situação.