Neurocientista resgata golfinho nariz-de-garrafa encalhado no Espírito Santo, refletindo sobre conservação marinha. Após várias tentativas, o animal foi reintroduzido ao mar, destacando a importância da empatia e cuidado com a vida aquática.

Uma neurocientista, com vasta experiência em estudos de neuroanatomia comparada, recentemente participou do resgate de um golfinho nariz-de-garrafa encalhado na praia da Boca da Baleia, em Anchieta, Espírito Santo. O animal, que estava vivo e desorientado, foi encontrado por uma equipe do Instituto ORCA, que atua na conservação da vida marinha. A situação exigiu uma abordagem cuidadosa, pois o golfinho tentava retornar ao mar, mas se chocava contra corais.
Após tentativas de reintrodução sem sucesso, a equipe decidiu cuidar das feridas do golfinho, aplicando pomadas cicatrizantes e medicações. Com o animal recuperado, uma nova estratégia foi adotada: levá-lo para águas mais profundas com a ajuda de um barco de turismo. O golfinho, agora mais forte, foi solto novamente, mas encalhou em um local de difícil acesso.
Em uma ação rápida, a equipe utilizou um jet ski para alcançar o golfinho, que estava em uma situação crítica. A neurocientista, acostumada a lidar com a morte em seu trabalho, sentiu a urgência de salvar o animal. Junto a um veterinário, ela protegeu o ventre do golfinho enquanto ele era resgatado. Após mais uma tentativa de reintrodução, o golfinho finalmente conseguiu seguir seu caminho após cerca de oito horas de trabalho intenso.
Esse resgate não apenas proporcionou uma experiência única para a neurocientista, mas também destacou a importância da conservação de mamíferos aquáticos. Casos de reintrodução bem-sucedidos são raros, e a equipe seguiu monitorando a praia nos dias seguintes, sem novos encalhes. A sensação de salvar um animal que representa sua pesquisa é indescritível e reforça a necessidade de ações de conservação.
O trabalho da equipe envolveu não apenas o resgate do golfinho, mas também a conscientização sobre a importância de proteger esses animais. A neurocientista agora possui uma nova história para contar, a do golfinho que foi salvo, ao invés de coletar seu cérebro para estudo. Essa experiência reforça a conexão entre a pesquisa científica e a conservação da vida marinha.
Iniciativas como essa precisam do apoio da sociedade civil para se tornarem mais frequentes. A união em torno da conservação da vida marinha pode fazer a diferença na proteção de espécies ameaçadas e na promoção de um ambiente saudável para todos. Juntos, podemos contribuir para um futuro mais sustentável e seguro para nossos oceanos.

A Polícia Militar Ambiental apreendeu dois papagaios mantidos ilegalmente em uma residência no Guará, após denúncia anônima. O responsável foi autuado e as aves foram encaminhadas ao CETAS/Ibama para cuidados.

Em 2024, o Brasil enfrentou um aumento alarmante de incêndios florestais, resultando em 42% da perda global de florestas tropicais primárias, superando a agropecuária como principal causa de desmatamento. A devastação, impulsionada por secas severas, afetou diversos biomas, com a Amazônia registrando a maior perda desde 2016.

Uma tartaruga-de-couro foi avistada na praia de Jacaraípe, no Espírito Santo, mobilizando a Polícia Militar Ambiental para proteger o animal e alertar sobre sua importância na conservação marinha.

O Cerrado é o primeiro bioma a receber o Landscape Accelerator – Brazil, que visa promover a agricultura regenerativa e reverter a degradação do solo, com potencial de gerar US$ 100 bilhões até 2050. A iniciativa, lançada em 2024, é uma parceria entre o WBCSD, Cebds e BCG, com apoio do Ministério da Agricultura. A implementação de práticas regenerativas em 32,3 milhões de hectares pode aumentar a produtividade em até 11% e reduzir emissões de carbono em 16%.

Um tubarão-martelo de 2,5 metros foi avistado na Praia da Barra, no Rio de Janeiro, gerando alvoroço entre banhistas e surfistas, mas sem incidentes. O biólogo Marcelo Szpilman afirma que a presença do animal não representa risco significativo.

A Vivo se compromete a alcançar a neutralidade de carbono até 2035, reduzindo 90% de suas emissões diretas desde 2015, mas enfrenta desafios com as emissões indiretas, que representam 93% do total. A empresa engajou fornecedores intensivos em carbono, aumentando o comprometimento em ações climáticas de 30% para 87%.