Governo Federal inicia construção de ponte sobre o Lago dos Tigres, com investimento de R$ 67,95 milhões, beneficiando Goiás e melhorando a logística regional.

O Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), anunciou a assinatura da ordem de serviço para a construção da ponte sobre o Lago dos Tigres, em Goiás, no dia dez de abril de dois mil e vinte e cinco. Com um investimento de R$ 67,95 milhões, a obra visa beneficiar os municípios de Jussara, Britânia e Santa Fé de Goiás, melhorando a infraestrutura logística da região e atendendo a uma demanda antiga da população local.
A nova ponte, que terá 420 metros de extensão, será erguida sobre o Ribeirão da Água Limpa, interligando as rodovias GO-173 e GO-324. A construção da estrutura eliminará um desvio de mais de cem quilômetros atualmente percorrido por caminhões e veículos agrícolas, promovendo uma significativa economia de tempo e combustível para os usuários das vias.
O projeto é considerado uma ação prioritária dentro do Polo de Irrigação Sustentável do Vale do Araguaia, reconhecido oficialmente em dois mil e dezenove. O polo tem como foco o desenvolvimento sustentável da região, cuja economia é fortemente baseada na agricultura e na pecuária, e a nova ponte facilitará o transporte de produtos, melhorando o acesso a mercados e a competitividade dos municípios.
Durante a cerimônia de assinatura, o secretário nacional de Segurança Hídrica do MIDR, Giuseppe Vieira, destacou a importância da obra para a segurança e eficiência do tráfego na região. Ele afirmou que a construção é essencial para impulsionar o desenvolvimento de uma área produtiva significativa do estado de Goiás.
A diretora de Irrigação do MIDR, Larissa Rego, também participou do evento e ressaltou que o apoio do ministério vai além da infraestrutura física, incluindo planejamento eficiente da agricultura irrigada e assistência especializada aos produtores. Durante a agenda, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) entregou dezoito máquinas agrícolas, no valor total de R$ 7 milhões, para fortalecer a infraestrutura rural dos municípios goianos.
Essas ações reafirmam o compromisso do Governo Federal com o desenvolvimento regional e a melhoria das condições logísticas. Projetos como a construção da ponte e a entrega de maquinário são fundamentais para apoiar os pequenos produtores rurais. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para iniciativas que visem o fortalecimento da agricultura familiar e a melhoria das condições de vida no campo.

Professora Dedy Ricardo promove aulas no projeto Comunica, integrando oralidade e cultura popular afro-brasileira na educação. A iniciativa visa transformar a formação de lideranças periféricas e valorizar a cultura local.

O BNDES retoma investimentos em ações com aporte de R$ 114 milhões no Grupo Santa Clara, focando em inovação e economia verde após quase uma década de desinvestimentos. A operação visa fortalecer a empresa e gerar empregos.

Benjamin Seroussi lidera campanha para arrecadar R$ 17 milhões e restaurar o Teatro de Arte Israelita Brasileiro, fechado desde 2000. Já foram obtidos R$ 3,3 milhões para iniciar as obras até 2027.

O programa Vai de Graça, do Governo do Distrito Federal, promoveu um aumento de 60% na demanda por transporte público, facilitando o acesso a eventos como o do Jardim Zoológico no Dia do Trabalhador. A gratuidade no transporte aos domingos e feriados tem proporcionado novas experiências aos moradores, permitindo que famílias aproveitem momentos de lazer em locais antes considerados distantes.

O Sesc está reformando o prédio da Avenida Graça Aranha 187, com entrega do teatro prevista para dezembro de 2023 e conclusão total em maio de 2026, revitalizando um importante espaço cultural carioca. O Teatro Sesc Ginástico, que terá capacidade para 400 pessoas, passará por modernizações significativas, incluindo melhorias em acessibilidade e acústica, mantendo sua identidade Art Déco.

Mulheres em cargos de CEO enfrentam desafios significativos, com uma taxa de demissão 33% maior que a dos homens e um tempo médio de permanência de 5,2 anos, contra 7,9 anos. Apenas 13% dos novos CEOs em 2025 são mulheres.