O pagamento da 5ª parcela do programa Pé-de-Meia, de R$ 1 mil, começou em 28 de julho e vai até 4 de agosto, beneficiando alunos do ensino médio que concluíram em 2024. O programa visa incentivar a matrícula e frequência escolar.

O pagamento da quinta parcela do programa Pé-de-Meia teve início no dia 28 de julho e se estenderá até 4 de agosto. O programa, criado pelo Governo Federal em janeiro de 2024, oferece um incentivo financeiro de R$ 1 mil para alunos que concluírem o ensino médio em 2024. Ao todo, os beneficiários podem receber até R$ 9,2 mil, considerando as parcelas mensais de R$ 200, depósitos em poupança e valores relacionados ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
O Pé-de-Meia visa estimular a matrícula e a frequência de estudantes em escolas públicas. Os alunos que comprovarem matrícula e frequência mínima de 80% recebem mensalmente R$ 200, que podem ser sacados a qualquer momento. Ao final de cada ano letivo, o estudante recebe R$ 1 mil, que só pode ser retirado após a conclusão do ensino médio.
Este programa é destinado a estudantes do ensino médio em escolas públicas, que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e tenham entre 14 e 24 anos. Para aqueles que frequentam a educação de jovens e adultos (EJA), a faixa etária é de 19 a 24 anos. Além disso, a renda familiar deve ser de até meio salário-mínimo por pessoa, e o CPF deve estar regular.
Todos os alunos que completarem um dos três anos do ensino médio regular em escolas públicas em 2024 poderão sacar R$ 1 mil do programa. Estudantes com CPF, matriculados até abril de 2024 em escolas públicas e que fazem parte de famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, já estão automaticamente inscritos no Pé-de-Meia, com contas criadas na Caixa Econômica Federal.
Os beneficiários podem consultar informações sobre suas contas e valores recebidos pelo aplicativo Caixa Tem, além do portal Cidadão da Caixa. Informações adicionais estão disponíveis no aplicativo Jornada do Estudante e pelo telefone do Ministério da Educação (MEC) no número 0800-616161.
Iniciativas como o Pé-de-Meia são fundamentais para garantir o acesso à educação e a permanência dos jovens nas escolas. A mobilização da sociedade civil pode ser um grande aliado para apoiar e expandir programas que promovem a educação e o bem-estar dos estudantes, contribuindo para um futuro mais promissor.

Inscrições para vagas remanescentes do Fies 2025 vão até 29 de abril. Estudantes de baixa renda têm prioridade.

A Fundação Cecierj abre inscrições para sete mil vagas em cursos gratuitos para professores da educação básica, com foco em 21 novas disciplinas. As aulas ocorrem de 3 de junho a 25 de agosto de 2025.

Governador Ibaneis Rocha lança o Programa Meninas em Ação, que permite a estudantes do ensino médio assumirem cargos de mulheres referência no DF por um dia, promovendo empoderamento feminino.

Pacientes diabéticos enfrentam confusão sobre Índice Glicêmico e Carga Glicêmica, impactados por informações erradas nas redes sociais. Profissionais de saúde devem usar linguagem acessível para esclarecer esses conceitos. A crescente desinformação nas redes sociais tem gerado confusão entre pacientes diabéticos sobre o Índice Glicêmico (IG) e a Carga Glicêmica (CG). Muitos chegam ao consultório com receios infundados sobre alimentos com alto IG, sem compreender o que isso realmente significa. O IG, criado em mil novecentos e oitenta e um, mede a velocidade de absorção dos carboidratos e seu impacto na glicose sanguínea. Alimentos com IG baixo, como feijão e maçã, promovem uma absorção mais lenta, enquanto os de IG alto, como batata frita e farinha de trigo, causam picos glicêmicos. A CG, por sua vez, considera a qualidade e a quantidade do carboidrato, sendo essencial para um controle alimentar eficaz. Profissionais de saúde têm a responsabilidade ética de comunicar esses conceitos de forma clara e acessível, evitando o uso excessivo de jargões técnicos.

Desde 2022, professores temporários superam 50% do corpo docente nas redes estaduais, impactando negativamente o desempenho dos alunos, conforme estudos do BID e do movimento Todos Pela Educação. A situação gera preocupações sobre a qualidade da educação e mobiliza ações legislativas para melhorar as condições de trabalho e a formação desses profissionais.

Lula criticou Jair Bolsonaro por não comparecer à sua posse, afirmando que ele "fugiu como um rato". O presidente anunciou R$ 1,17 bilhão em investimentos em educação para comunidades indígenas e quilombolas.