O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou uma medida provisória que garante energia elétrica gratuita a 16 milhões de brasileiros de baixa renda. A nova tarifa social isenta famílias com renda de até meio salário mínimo e consumo de até 80 kWh/mês. Além disso, a proposta prevê isenção da Conta de Desenvolvimento Energético para famílias com renda entre meio e um salário mínimo que consomem até 120 kWh/mês. A partir de dezembro de 2027, consumidores poderão escolher seu fornecedor de energia, promovendo maior liberdade no setor elétrico.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou uma medida provisória que estabelece a isenção do pagamento de energia elétrica para dezesseis milhões de brasileiros. A nova tarifa social beneficiará famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa e consumo de até oitenta quilowatts-hora (kWh) por mês. Além disso, pessoas com deficiência, idosos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), e famílias indígenas e quilombolas também serão contemplados.
Com a nova proposta, se o consumo ultrapassar os oitenta kWh, as famílias pagarão apenas pelo que exceder esse limite. Para aqueles que têm renda entre meio e um salário mínimo e consomem até cento e vinte kWh por mês, a isenção da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) também será aplicada. O governo estima que a medida beneficiará um total de dezessete milhões de famílias, representando cerca de sessenta milhões de pessoas.
A partir de dezembro de dois mil e vinte e sete, os consumidores poderão escolher seu fornecedor de energia e o tipo de geração, como eólica ou solar. Atualmente, essa opção é restrita a grandes clientes. Indústrias e comércios que operam na baixa tensão poderão fazer essa escolha a partir de agosto de dois mil e vinte e seis. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que a proposta visa corrigir distorções no setor elétrico e promover justiça social.
Os efeitos da nova tarifa na conta de luz devem ser percebidos em cerca de quarenta e cinco dias, tempo necessário para que as distribuidoras se adaptem às novas regras. A tarifa social de energia, que já existe desde dois mil e dois, atualmente oferece descontos para famílias com consumo de até duzentos e vinte kWh por mês, com percentuais que variam conforme o consumo.
Com a nova estrutura, as famílias que consomem até oitenta kWh por mês terão a conta de luz zerada, enquanto aquelas que ultrapassarem esse limite pagarão apenas pelo excedente. Para solicitar a tarifa social, as famílias devem estar inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e, caso ainda não estejam, devem procurar os Centros de Referência em Assistência Social (Cras) para obter informações e realizar o cadastro.
O financiamento da tarifa social será coberto pela CDE, com a expectativa de que os custos sejam compensados por cortes em subsídios setoriais. O governo prevê um aumento médio de zero vírgula nove por cento nas contas de luz dos demais consumidores, mas a intenção é equilibrar essa situação a longo prazo. Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade.

A cientista Mariangela Hungria, da Embrapa, foi laureada com o Prêmio Mundial de Alimentação por suas pesquisas em microrganismos que capturam nitrogênio, gerando economia de R$ 25 bilhões e reduzindo emissões de CO2.

O setor de saúde brasileiro avança em sustentabilidade com iniciativas ESG de hospitais e empresas, como o Hospital Israelita Albert Einstein e a Sabin, promovendo descarbonização e inclusão social. Essas ações visam reduzir emissões e melhorar a equidade no atendimento, beneficiando comunidades e ampliando o acesso à saúde.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) celebrou o Dia do Assistente Social com um evento que discutiu a crise ambiental e seu impacto na saúde. A programação incluiu palestras e troca de experiências, destacando a importância da atuação dos assistentes sociais diante das emergências ambientais. A gerente de Serviço Social, Mariana Mota, enfatizou a necessidade de atualização constante para enfrentar os desafios que afetam a saúde da população.

A Prefeitura de São Paulo reafirma seu compromisso com a cultura ao anunciar a reintegração de posse do Teatro de Contêiner Mungunzá, visando a construção de habitações populares. A administração oferece alternativas de realocação e apoio provisório ao grupo teatral.

Uma nova lei sancionada pelo presidente Lula garante acompanhamento nutricional a pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida visa melhorar a saúde e a qualidade de vida de aproximadamente 2 milhões de brasileiros com TEA, que frequentemente enfrentam seletividade alimentar.

Oeiras do Pará enfrenta grave crise de infraestrutura e saúde, recebendo apenas R$ 4,5 milhões em emendas nos últimos cinco anos, enquanto municípios mais favorecidos acumulam recursos exorbitantes. A prefeita Gilma Ribeiro destaca a urgência de equipamentos médicos e melhorias nas estradas para escoar a produção agrícola.