O Hospital Unimed Bauru expande seu setor de oncologia com a ampliação da Terapia Antineoplásica e uma nova estrutura para Transplante de Medula Óssea, totalizando 888,70 m². A iniciativa visa oferecer tratamentos mais avançados e humanizados, especialmente para crianças.

O Hospital Unimed Bauru (HUB) anunciou a inauguração de uma nova ala dedicada à oncologia, com foco na ampliação do setor de Terapia Antineoplásica e na criação de uma estrutura para Transplante de Medula Óssea (TMO). Com um total de 888,70 m², as novas instalações visam proporcionar mais conforto e segurança aos pacientes em tratamento oncológico.
A área de quimioterapia foi completamente reformulada, expandindo de 239,14 m² para 569,29 m². O presidente da cooperativa, Marcus Vinícius Marques, destacou que essa ampliação representa a implantação de um serviço completo em oncologia, que abrange desde cirurgia até transplante de medula óssea, garantindo acesso a tratamentos avançados.
O novo setor oferece ambientes mais amplos e acolhedores, incluindo salas de infusão para curta e longa permanência. Um espaço exclusivo foi criado para atender pacientes pediátricos, promovendo um atendimento mais humanizado para crianças em tratamento oncológico.
Além disso, a nova estrutura de 320,41 m² para TMO amplia as opções de tratamento para doenças hematológicas graves, como leucemias e linfomas. A unidade conta com cinco apartamentos dedicados a pacientes que passarão por transplante de medula óssea e outros quatro para transplante de órgãos.
O funcionamento do novo setor terá início em breve, após a finalização dos trâmites operacionais e dos protocolos específicos exigidos. Essa iniciativa representa um avanço significativo na capacidade de atendimento do HUB, que já possui um histórico na área de oncologia.
Iniciativas como essa são fundamentais para garantir que pacientes oncológicos recebam o tratamento necessário em condições adequadas. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visem melhorar a infraestrutura e o atendimento na saúde, beneficiando aqueles que mais precisam.

São Paulo registra primeiro caso de sarampo em vacinado, reforçando a urgência da vacinação. Após o Brasil ser declarado livre do sarampo pela OPAS, novos casos em 2025, incluindo um em um homem vacinado em São Paulo, levantam preocupações sobre a necessidade de manter a vacinação em dia. Além disso, foram confirmados casos no Rio de Janeiro e um importado no Distrito Federal. A vacinação continua sendo a principal estratégia para evitar a reintrodução do vírus e proteger a comunidade.

Pesquisadores desenvolveram uma nova estratégia com RNA mensageiro para ativar o HIV latente em células reservatório, oferecendo esperança para uma possível cura. O avanço, publicado na revista Nature Communications, surpreendeu os cientistas e pode revolucionar o tratamento do HIV, embora ainda precise ser testado em humanos.

A Anvisa aprovou o Kisunla (donanemabe), primeiro medicamento específico para Alzheimer, mas seu alto custo e limitações de uso geram preocupações. O Kisunla, desenvolvido pela Eli Lilly, é o primeiro fármaco direcionado ao Alzheimer, prometendo benefícios em estágios iniciais da doença. Apesar do entusiasmo entre especialistas, o medicamento apresenta limitações, como eficácia reduzida em quadros moderados e graves, além de potenciais efeitos adversos. A necessidade de exames caros para triagem e o custo elevado do tratamento, que chega a quase 32 mil dólares anuais nos Estados Unidos, levantam questões sobre a acessibilidade no Brasil. A experiência com a memantina, aprovada em 2011, sugere que a incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) pode ser demorada. Especialistas ressaltam a importância do diagnóstico precoce e da prevenção, destacando que até sessenta por cento dos casos de demência podem ser evitados.

O Comitê de Acompanhamento do Programa Agora Tem Especialistas se reuniu para discutir melhorias no acesso a médicos especialistas no SUS, incluindo ampliação de turnos e lançamento do Super Centro para Diagnóstico do Câncer.

A partir de 19 de março, a vacinação contra a gripe em São Paulo será ampliada para toda a população a partir de seis meses, visando prevenir doenças respiratórias. A medida, anunciada pelo secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, busca aumentar a cobertura vacinal, que atualmente é de 61,11% entre grupos prioritários. A vacinação ocorrerá nas Unidades Básicas de Saúde e Assistências Médicas Ambulatoriais, de segunda a sábado.

Ataques de abelhas africanizadas aumentaram 83% entre 2021 e 2024 no Brasil, resultando em 125 mortes. Pesquisadores da Unesp alertam para a falta de tratamento específico para envenenamentos.