O Ibama distribuiu 72.800 Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) em 2025, resultando em uma redução de 65,8% nas áreas queimadas e 46,4% nos focos de calor. Ações do Prevfogo fortalecem a prevenção e combate a incêndios florestais.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) tem promovido ações significativas no combate a incêndios florestais em 2025. Com a distribuição de 72.800 Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) modernos, a instituição reportou uma redução de 65,8% nas áreas queimadas e 46,4% nos focos de calor, conforme dados do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Essas iniciativas fazem parte do fortalecimento da Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo (PNMIF), que elevou a estrutura de combate a incêndios ao maior patamar da história do país. O Prevfogo, programa do Ibama, tem atuado em diversas frentes, desde o combate direto ao fogo até ações preventivas em áreas críticas.
A logística de apoio inclui a distribuição de equipamentos como balaclavas, gandolas, calças refletivas e bombas costais, que garantem segurança e eficiência aos brigadistas. O presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, destacou que os brigadistas estão atuando em todo o Brasil, tanto em combate quanto em medidas preventivas.
Entre junho e novembro, os estados mais monitorados são Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Pará. Para o final do ano, a atenção se voltará para Roraima, onde a temporada crítica ocorre entre novembro e fevereiro. A distribuição de itens foi significativa, com Mato Grosso recebendo 17.085 itens e Tocantins, 10.720.
Além do reforço em equipamentos, o Prevfogo registrou 352 ocorrências de incêndio atendidas pelas brigadas entre janeiro e agosto de 2025. Foram realizadas 118 queimas controladas e 75 aceiros abertos como medidas preventivas. Essas ações demonstram um equilíbrio entre prevenção, preparação e combate, pilares fundamentais da PNMIF.
Com a infraestrutura robusta, que inclui vilas operacionais e acampamentos, o Ibama está preparado para enfrentar os desafios impostos pelos incêndios florestais. Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que visam a proteção ambiental e a segurança das comunidades afetadas.

Estudo da Esalq-USP revela actinobactérias da Amazônia com potencial para bioinsumos e compostos bioativos inéditos, promovendo crescimento de plantas e controle de doenças agrícolas. A pesquisa, liderada por Naydja Moralles Maimone, destaca a importância do microbioma amazônico para a agricultura sustentável.

Estudo revela a necessidade de unificar avaliações de risco para doenças zoonóticas e transmitidas por vetores, destacando a falta de padronização e propondo melhorias em pesquisas e políticas públicas. Pesquisadores do BIOTA Síntese, apoiados pela FAPESP, analisaram 312 estudos e identificaram que apenas 7,4% consideram os três componentes de risco: perigo, exposição e vulnerabilidade.

Neste sábado (16), voluntários se reunirão para um mutirão de limpeza na Praia do Flamengo, que recuperou o selo de balneabilidade. O evento visa coletar lixo e micro lixo, promovendo a preservação ambiental. Todos são bem-vindos a participar, levando luvas e sacos de lixo. O encontro será às 9h em frente à churrasqueira Assador.

Paraisópolis, em São Paulo, enfrenta temperaturas até 8°C mais altas que áreas vizinhas, agravadas pela urbanização e escassez de água, impactando a saúde dos moradores. Especialistas alertam para os riscos das ondas de calor e a necessidade urgente de melhorias na infraestrutura urbana.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em Passo de Camaragibe, Alagoas, devido a fortes chuvas, permitindo acesso a recursos federais para assistência. A cidade, que já enfrentava 36 emergências, agora pode solicitar ajuda para cestas básicas, água e kits de limpeza.

Água da transposição do Rio São Francisco chegou à Barragem de São Gonçalo, em Sousa (PB), com vazão de 9,3 m³/s, garantindo segurança hídrica ao Rio Grande do Norte. A operação é um marco histórico para a região.