O Ibama realizou o 1º Seminário de Fiscalização Ambiental de Comércio Exterior em Porto Alegre, reunindo diversas instituições para discutir diretrizes de fiscalização e combate ao tráfico de animais. O evento abordou a fiscalização de substâncias perigosas e a proteção de espécies ameaçadas, resultando em avanços nas normatizações ambientais.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizou o 1º Seminário de Fiscalização Ambiental de Comércio Exterior entre os dias três e seis de junho de dois mil e vinte e cinco, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O evento teve como objetivo promover alinhamentos técnicos e estratégicos entre diversas instituições responsáveis pela fiscalização ambiental, incluindo representantes do Ibama, da Unidade de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Receita Federal, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal.
Durante o seminário, foram discutidos temas relevantes como diretrizes de fiscalização e normatização do Ibama, com foco na qualidade ambiental. Os participantes debateram a fiscalização de substâncias controladas, resíduos perigosos e bens sujeitos a acordos ambientais multilaterais, como as Convenções de Basileia e de Estocolmo e o Protocolo de Montreal. A verificação de remessas e o acesso a amostras biológicas com informação genética também foram pautas importantes do encontro.
Outro ponto de destaque foi o combate ao tráfico internacional de animais, além do controle de importação e exportação conforme a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies Silvestres Ameaçadas de Extinção (Cites). A fiscalização de espécies da flora, pescados e seus derivados também foi amplamente discutida, visando fortalecer as ações de proteção ambiental no Brasil.
Os debates resultaram em avanços nas normatizações relacionadas às Substâncias Destruidoras da Camada de Ozônio (SDO) e à importação de madeira nativa e fauna. O seminário se mostrou uma plataforma essencial para a troca de experiências e a construção de estratégias mais eficazes na fiscalização ambiental, refletindo a importância da colaboração entre diferentes órgãos governamentais.
Com a crescente preocupação em torno da proteção ambiental e do comércio exterior, iniciativas como essa são fundamentais para garantir a preservação dos recursos naturais do Brasil. A união de esforços entre as instituições é crucial para enfrentar os desafios impostos pelo tráfico de animais e pela importação de substâncias perigosas.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo ações que fortaleçam a fiscalização ambiental e a proteção dos recursos naturais. Projetos que visem apoiar essas iniciativas devem ser estimulados pela sociedade civil, garantindo um futuro mais sustentável para todos.

A nova mistura de gasolina com 30% de etanol anidro (E30) entrou em vigor no Brasil, visando reduzir importações e estimular a produção de etanol. A medida deve impactar positivamente os preços e a inflação.

A COP30 em Belém enfrenta desafios logísticos, como altos preços de hospedagem. O Brasil anunciou um plano de US$ 1,3 trilhão para financiamento climático e criará uma plataforma com seis mil leitos.

O Ibama recebeu aprovação para o projeto FortFisc, com investimento de R$ 825,7 milhões, visando fortalecer a fiscalização ambiental e alcançar a meta de desmatamento zero até 2030. Anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o projeto busca ampliar a capacidade de controle do desmatamento ilegal na Amazônia, alinhando-se a políticas ambientais e promovendo a conservação da floresta.

Pesquisadores da USP identificaram um novo gênero de sapinhos, Dryadobates, revelando ao menos 12 novas espécies, com três possivelmente extintas, destacando a urgência em sua conservação.

Iniciativa privada na Amazônia avança em práticas sustentáveis, destacando bioeconomia e tecnologias sociais, com apoio de líderes como Alex Dias de Carvalho e João Meirelles.

O desmatamento na Amazônia aumentou 4% entre agosto de 2024 e julho de 2025, totalizando mais de 4 mil km², enquanto o Cerrado registrou queda de 21% nos alertas de desmatamento. O governo atribui a alta à seca e aos incêndios florestais, destacando a necessidade de intensificar a fiscalização e o combate ao fogo.