A implementação do Programa Escola em Tempo Integral enfrenta desafios no Brasil, com apenas 23% de matrículas, abaixo da meta de 25%. A evasão escolar caiu para 1%, mas 40% das escolas ainda não oferecem essa modalidade.

O Programa Escola em Tempo Integral, sancionado em 2023 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visa aumentar a carga horária nas escolas brasileiras, buscando melhorar a educação e reduzir a evasão escolar. Apesar do crescimento nas matrículas em tempo integral, que subiram de dezoito por cento para vinte e três por cento, a meta de vinte e cinco por cento ainda não foi atingida. Além disso, cerca de quarenta por cento das escolas não oferecem essa modalidade de ensino.
Na rede privada, a situação é ainda mais preocupante, com apenas doze por cento dos alunos matriculados em período integral, que corresponde a uma carga superior a trinta e cinco horas semanais. Dados do último Censo Escolar indicam que das quase cento e trinta e cinco mil escolas no Brasil, apenas quinze por cento estenderam essa modalidade a todos os alunos.
Estudos demonstram que o ensino em período integral traz benefícios significativos para o aprendizado. Um levantamento realizado pelos institutos Natura e Sonho Grande revelou que alunos que frequentam escolas em tempo integral obtiveram, em média, seis pontos a mais em matemática e quatro pontos a mais em língua portuguesa, o que equivale a um ano e meio de aprendizado a mais, respectivamente.
O modelo de ensino integral tem se destacado especialmente em Pernambuco, onde a implementação dessa abordagem fez com que o estado subisse da vigésima primeira para as primeiras posições no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). A experiência pernambucana sugere que não é necessário construir novas escolas, mas sim reorganizar as turmas existentes, permitindo a extensão das aulas com investimentos relativamente baixos.
Embora o governo tenha se esforçado para financiar programas que incentivem a permanência dos alunos na escola, a expansão do ensino em tempo integral é crucial para o desenvolvimento educacional do país. A maior permanência dos estudantes nas escolas é fundamental para o sucesso do Novo Ensino Médio, que busca melhorar a qualidade do ensino oferecido.
É importante que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a educação integral. Projetos que visam ampliar a oferta de ensino em tempo integral podem transformar a realidade de muitas crianças e adolescentes, contribuindo para um futuro mais promissor e igualitário. Nossa união pode fazer a diferença na vida dos menos favorecidos, garantindo que todos tenham acesso a uma educação de qualidade.

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) oferece mais de 120 cursos online gratuitos, sem exigência de formação prévia, com certificação digital. A iniciativa visa democratizar o acesso ao conhecimento em diversas áreas. Para participar, basta se inscrever no Portal de Cursos Abertos (PoCA) da UFSCar.

Um vídeo viral no TikTok mostra uma mãe ensinando sua filha a ser gentil, mas não submissa, destacando a importância de limites e empatia. A abordagem gerou identificação entre pais e educadores.

O programa Aprender Valor, do Banco Central, será expandido para o ensino médio em 2026, alcançando 7,8 milhões de jovens. A parceria com ANBIMA, CVM e Sebrae visa fortalecer a educação financeira nas escolas.

Cinco plataformas brasileiras oferecem cursos gratuitos online com certificado, promovendo a qualificação profissional acessível. Universidades como USP e FGV lideram essa iniciativa, ampliando oportunidades de aprendizado.
O número de alunos autistas em escolas comuns no Brasil mais que dobrou entre 2022 e 2024, mas a falta de capacitação de professores e regulamentação sobre contenção revela a urgência de formação adequada.

Celebridades revelam diagnósticos de TDAH, promovendo conscientização sobre o transtorno. O médico João Borzino destaca a importância do diagnóstico correto e do tratamento adequado para melhorar a qualidade de vida.