A instalação "The Lumisphere" será inaugurada no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, de 1º de outubro a 19 de dezembro, em um evento que visa engajar o público na discussão sobre sustentabilidade. Composta por três domos, a experiência imersiva busca estimular a imaginação coletiva e promover a criação de futuros sustentáveis, alinhando-se à COP30, que ocorrerá em Belém.

A instalação "The Lumisphere" será inaugurada na praça do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, a partir de 1º de outubro e ficará em exibição até 19 de dezembro. O evento coincide com a COP30, Conferência da ONU sobre Mudança Climática, que ocorrerá em Belém entre 10 e 21 de novembro. A instalação, que ocupa uma área de cerca de 750 metros quadrados, é resultado de uma parceria entre a plataforma Visions2030 e o estúdio de design Minds Over Matter.
Carey Lovelace, fundadora da Visions2030, destaca que a escolha do Brasil como primeira parada da turnê global da instalação não foi aleatória. A proposta é proporcionar uma experiência imersiva que convida o público a imaginar futuros sustentáveis. A instalação é composta por três domos, cada um oferecendo uma experiência única que visa ressignificar a conexão com o futuro do planeta.
No primeiro domo, os visitantes se reúnem em torno de uma "fogueira digital", um espaço que promove a reflexão sobre o presente e a capacidade da humanidade de realizar feitos extraordinários. O segundo domo oferece uma experiência audiovisual que estimula a imaginação, permitindo que os participantes se deitem e assistam a projeções coloridas, criando um momento de pausa e contemplação.
O terceiro domo utiliza uma plataforma de inteligência artificial para que os visitantes descrevam suas visões de futuro. Em questão de segundos, eles recebem uma imagem gerada a partir de suas palavras, que é enviada por e-mail como um símbolo pessoal de suas aspirações. Travis Threlkel, CEO da Minds Over Matter, afirma que a tecnologia será constantemente atualizada para oferecer a melhor experiência possível.
A instalação também será um dos destaques de uma série de eventos que visam preparar o público para os debates da COP30. Lovelace enfatiza a importância de sonhar coletivamente, especialmente em tempos de incerteza climática. O projeto busca democratizar o acesso a discussões sobre o futuro e incentivar a imaginação como uma ferramenta essencial para a transformação social.
Ao final da temporada no Brasil, espera-se que mais de 100 mil pessoas tenham participado da experiência. Os dados coletados serão analisados para identificar padrões de esperança e desejo, contribuindo para um censo sobre o futuro em parceria com a Unesco. Projetos como "The Lumisphere" devem ser apoiados pela sociedade civil, pois podem inspirar ações concretas em prol da sustentabilidade e do bem-estar coletivo.

MC Hariel investiu R$ 2,5 milhões na Zaori, sua produtora cultural em São Paulo, focada em apoiar artistas periféricos e promover a formação profissional. A iniciativa visa criar um espaço colaborativo para novos talentos.

Paulo Moll, presidente da Rede D’Or, destaca sete desafios para a saúde no Brasil, enfatizando a integração de tecnologia e humanização, além da urgência na formação de profissionais. A necessidade de um sistema de saúde robusto e inovador é urgente, com foco em tecnologia, humanização e educação, visando um atendimento mais eficiente e acessível.

Squel Jorge, ícone do carnaval carioca, oferecerá oficinas gratuitas de bailado de porta-bandeira em dez locais do Rio de Janeiro, de maio a agosto, focando em mulheres a partir dos 14 anos, especialmente jovens negras e em vulnerabilidade social.

O BNDES retoma investimentos em ações com aporte de R$ 114 milhões no Grupo Santa Clara, focando em inovação e economia verde após quase uma década de desinvestimentos. A operação visa fortalecer a empresa e gerar empregos.

Vieses inconscientes afetam decisões de contratação e promoção nas empresas, prejudicando a diversidade. Treinamentos em inclusão são essenciais para criar ambientes mais justos e inovadores.

Freiras Marizele e Marisa, que viralizaram com dança e beatbox, foram destaque no New York Times, mostrando como a música atrai jovens à vida religiosa em um cenário de queda de devotos no Brasil.