Isabella Fiorentino compartilhou imagens com seu filho Lorenzo, que enfrenta paralisia cerebral após um nascimento prematuro. A apresentadora relembra os desafios e a força da família em meio a essa jornada.

A apresentadora Isabella Fiorentino compartilhou recentemente imagens ao lado de seu filho, que foi diagnosticado com paralisia cerebral após o nascimento. O menino e seus irmãos nasceram prematuramente, com apenas 27 semanas de gestação, e Lorenzo foi o único a apresentar sequelas. Em 2020, Fiorentino relatou a experiência desafiadora de 90 dias na UTI, destacando a montanha-russa de emoções que a família enfrentou.
A paralisia cerebral é uma condição não progressiva que resulta de malformações cerebrais ou danos nas áreas do cérebro que controlam os movimentos. Essa condição é comum em bebês que nascem prematuros ou com baixo peso e pode causar problemas motores, deficiência intelectual, dificuldades sensoriais e transtornos convulsivos.
Embora a paralisia cerebral não tenha cura, existem tratamentos que podem melhorar a qualidade de vida das crianças afetadas. Esses tratamentos incluem fisioterapia, terapia ocupacional e intervenções educacionais, que visam ajudar no desenvolvimento motor e cognitivo.
Isabella Fiorentino, ao compartilhar sua jornada, não apenas informa sobre os desafios enfrentados, mas também inspira outras famílias que passam por situações semelhantes. A visibilidade que ela dá à paralisia cerebral ajuda a aumentar a conscientização sobre a condição e a importância do apoio a essas crianças e suas famílias.
Além disso, a história de Fiorentino destaca a necessidade de recursos e apoio para famílias que lidam com a paralisia cerebral. Muitas vezes, esses tratamentos e terapias são caros e não estão disponíveis para todos, o que torna essencial a mobilização da sociedade em prol de iniciativas que possam ajudar.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso a tratamentos e recursos que fazem a diferença na vida de crianças com paralisia cerebral. Projetos sociais que visam apoiar essas famílias devem ser estimulados pela sociedade civil, garantindo que todos tenham a oportunidade de um futuro melhor.

A bronquiolite é a principal causa de morte infecciosa em crianças menores de um ano no Brasil. A vacina Abrysvo, em análise pela Anvisa, pode oferecer proteção ao bebê via gestantes.
O Ministério da Saúde selecionou 202 instituições para apoiar a criação de programas de residência médica, priorizando regiões com menor cobertura assistencial e especialidades estratégicas. A iniciativa visa fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) com um investimento de quase R$ 3 bilhões entre 2023 e 2024.

Homens apresentam maior incidência de doenças e menor expectativa de vida que mulheres, conforme estudo da Universidade do Sul da Dinamarca. A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem busca reverter essa situação.

Mococa, em São Paulo, lançou um sistema informatizado de rastreamento ativo para detectar câncer de mama e colo do útero, visando reduzir a mortalidade entre mulheres jovens. A iniciativa busca identificar e convidar mulheres em risco para exames preventivos, revertendo a tendência alarmante de aumento nas taxas de mortalidade.

Temperaturas extremas, tanto frias quanto quentes, elevam o risco de AVC, com mais de quinhentas mil mortes relacionadas em 2019. O aquecimento global pode agravar essa situação, especialmente no inverno.

Ervas como sálvia, cúrcuma, ginkgo biloba, ginseng e erva-cidreira podem melhorar a função cognitiva e ajudar na prevenção de doenças neurodegenerativas, segundo pesquisas recentes.