Lucas Lucco, no programa "Conversa com Bial", revelou sua luta contra o Transtorno Afetivo Bipolar e a pausa na carreira para priorizar a saúde mental, incentivando diálogos sobre o tema nas redes sociais.

O programa "Conversa com Bial" abordou, na última segunda-feira (23), a saúde mental, com destaque para a experiência do cantor Lucas Lucco. Durante a entrevista, ele revelou ter recebido o diagnóstico de Transtorno Afetivo Bipolar em 2023, o que o levou a decidir pausar sua carreira para cuidar de sua saúde. Lucas mencionou que, após buscar apoio de familiares, percebeu que a única alternativa era interromper suas atividades: "Eu não tinha uma outra alternativa a não ser parar para poder cuidar de mim."
O cantor expressou sua preocupação em ser esquecido pelo público durante o afastamento dos palcos. Ele atribuiu parte de sua condição ao sucesso repentino que alcançou ainda na juventude, quando tinha apenas 20 anos. Essa pressão, segundo Lucas, contribuiu para o agravamento de seu quadro de saúde mental.
Após a pausa, Lucas Lucco tornou-se um defensor da saúde mental, utilizando suas redes sociais para promover diálogos sobre o tema. Ele compartilha suas dificuldades e experiências, buscando desmistificar o estigma associado a transtornos mentais. Durante a conversa com Pedro Bial, ele enfatizou a importância de que mais influenciadores abordem essa questão.
Além de buscar acompanhamento médico, Lucas se dedicou a estudar e entender melhor o Transtorno Afetivo Bipolar. Ele compartilha técnicas que aprendeu para lidar com a depressão e a ansiedade, incentivando seus seguidores a também buscarem ajuda quando necessário.
A iniciativa de Lucas Lucco em falar abertamente sobre sua saúde mental é um passo importante para a conscientização sobre o tema. A visibilidade que ele proporciona pode ajudar outras pessoas a se sentirem menos sozinhas em suas lutas e a buscarem apoio.
Em momentos como este, é fundamental que a sociedade se una para apoiar iniciativas que promovam a saúde mental e o bem-estar. A mobilização em torno desse tema pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas que enfrentam desafios semelhantes.

Um relatório da Fiocruz revela que reduzir em 20% o consumo de álcool no Brasil poderia evitar 10.400 mortes anuais e economizar R$ 2,1 bilhões em produtividade. A pesquisa destaca a urgência de políticas tributárias para conter o consumo.

Musculação reduz sintomas de depressão e ansiedade em idosos, segundo pesquisa brasileira. Recomenda-se três sessões semanais para melhores resultados na saúde mental.

Jovens de 15 a 19 anos têm até sábado (14) para se vacinar contra o HPV no DF. Após essa data, a vacina será restrita a crianças de 9 a 14 anos, destacando a urgência da imunização.

Mais de 163 mil crianças e adolescentes foram vacinados contra a dengue no Distrito Federal, mas a cobertura ainda é baixa, com 59,7% para a primeira dose e 29,5% para a segunda. O Brasil é pioneiro na vacinação pelo SUS.

Ministério da Saúde capacita agentes indígenas em Pesqueira, Pernambuco, para combater o Aedes aegypti, com novas vagas para curso de dengue e webinário para disseminar estratégias de prevenção.

O câncer de colo do útero continua a ser um grave problema de saúde na América Latina, com cerca de 19 mortes diárias no Brasil. A introdução do exame molecular para detecção do HPV no SUS em 2024 e a eficácia da vacinação contra o HPV destacam a urgência de priorizar a prevenção em vez do tratamento.