A primeira-dama Janja lançou o edital Mãe Beata Justiça Ambiental em Nova Iguaçu, homenageando Mãe Beata como Promotora da Igualdade Racial e participando de um culto com mulheres evangélicas. A ação visa fortalecer iniciativas de combate ao racismo ambiental.

A primeira-dama Janja dedicou a semana para cumprir compromissos no Rio de Janeiro, acompanhada de ministras e parlamentares de esquerda. Na quinta-feira, ela visitou o terreiro Ilê Axé Omiojuaro, em Nova Iguaçu, onde lançou o edital Mãe Beata Justiça Ambiental. Este programa visa celebrar o trabalho das mulheres de axé no combate ao racismo ambiental e destinar recursos para fortalecer suas iniciativas em territórios de fé e resistência.
Durante o evento, Janja homenageou Mãe Beata, conferindo-lhe o título de Promotora da Igualdade Racial. A primeira-dama destacou que essa homenagem reafirma o compromisso do governo em apoiar comunidades tradicionais, valorizar suas histórias e proteger o meio ambiente. “Esse reconhecimento é fundamental para a luta contra o racismo ambiental”, afirmou Janja em suas redes sociais.
Na sexta-feira, Janja participou de um culto com mulheres evangélicas na mesma região. Ela expressou sua emoção ao estar em ambientes que lhe trazem paz e espiritualidade. “Eu me emociono nos terreiros, me emociono numa igreja católica, eu me emociono na igreja evangélica quando eu sinto que aquilo traz paz”, declarou a primeira-dama.
A visita de Janja ao terreiro e sua interação com diferentes comunidades religiosas refletem uma estratégia de inclusão e valorização da diversidade cultural no Brasil. O edital Mãe Beata Justiça Ambiental é um passo importante para garantir que as vozes de mulheres de comunidades tradicionais sejam ouvidas e respeitadas.
Além disso, a iniciativa busca promover a justiça ambiental, um tema cada vez mais relevante em um mundo que enfrenta desafios climáticos e sociais. O apoio a projetos que fortalecem a luta contra o racismo ambiental é essencial para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso a recursos e apoio para suas iniciativas. Projetos como o Mãe Beata Justiça Ambiental devem ser estimulados pela sociedade civil, promovendo a solidariedade e a justiça social em todas as suas formas.

O projeto "Amigo das Abelhas da Amazônia" do Instituto Peabiru entrega colmeias a 40 famílias em Santa Maria do Acará, promovendo polinização e renda local. A iniciativa visa proteger o clima e aumentar a produção de mel.

A extração de colágeno da pele de jumentos para a produção de ejiao está levando à extinção da espécie no Brasil, com uma queda de 94% na população desde 1996. Pesquisadores pedem a proibição do abate e a criação de santuários.

Angelina Jolie visitou a aldeia Piaraçu, no Mato Grosso, e se reuniu com o cacique Raoni para discutir a proteção da cultura indígena e do território. A atriz reforçou a importância da luta conjunta.

Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) se reuniu em Nanjing com empresas chinesas para discutir energia renovável e bioeconomia na Amazônia, destacando o potencial do Amapá. O encontro visou fortalecer a agricultura familiar e o extrativismo, promovendo parcerias para impulsionar a produção de açaí e bioprodutos.

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) denunciou o PDL 717, que suspende normas de proteção territorial indígena, ao Senado e à ONU, alertando sobre graves retrocessos e riscos à segurança jurídica.

O Ateliê Derequine, coletivo de moda indígena, recebeu R$ 50 mil do Fundo Indígena da Amazônia Brasileira, Podáali, para expandir suas atividades e promover direitos indígenas. A iniciativa visa reduzir a burocracia no financiamento e fortalecer comunidades locais.