Socioambiental

Janja homenageia Mãe Beata e lança programa de apoio a mulheres de axé no combate ao racismo ambiental

A primeira-dama Janja lançou o edital Mãe Beata Justiça Ambiental em Nova Iguaçu, homenageando Mãe Beata como Promotora da Igualdade Racial e participando de um culto com mulheres evangélicas. A ação visa fortalecer iniciativas de combate ao racismo ambiental.

Atualizado em
July 4, 2025
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"Também homenageamos Mãe Beata com o título de Promotora da Igualdade Racial. Esse reconhecimento reafirma nosso compromisso de apoiar comunidades tradicionais, valorizar suas histórias e proteger o meio ambiente", disse Janja nas redes (Rede social/Divulgação)

A primeira-dama Janja dedicou a semana para cumprir compromissos no Rio de Janeiro, acompanhada de ministras e parlamentares de esquerda. Na quinta-feira, ela visitou o terreiro Ilê Axé Omiojuaro, em Nova Iguaçu, onde lançou o edital Mãe Beata Justiça Ambiental. Este programa visa celebrar o trabalho das mulheres de axé no combate ao racismo ambiental e destinar recursos para fortalecer suas iniciativas em territórios de fé e resistência.

Durante o evento, Janja homenageou Mãe Beata, conferindo-lhe o título de Promotora da Igualdade Racial. A primeira-dama destacou que essa homenagem reafirma o compromisso do governo em apoiar comunidades tradicionais, valorizar suas histórias e proteger o meio ambiente. “Esse reconhecimento é fundamental para a luta contra o racismo ambiental”, afirmou Janja em suas redes sociais.

Na sexta-feira, Janja participou de um culto com mulheres evangélicas na mesma região. Ela expressou sua emoção ao estar em ambientes que lhe trazem paz e espiritualidade. “Eu me emociono nos terreiros, me emociono numa igreja católica, eu me emociono na igreja evangélica quando eu sinto que aquilo traz paz”, declarou a primeira-dama.

A visita de Janja ao terreiro e sua interação com diferentes comunidades religiosas refletem uma estratégia de inclusão e valorização da diversidade cultural no Brasil. O edital Mãe Beata Justiça Ambiental é um passo importante para garantir que as vozes de mulheres de comunidades tradicionais sejam ouvidas e respeitadas.

Além disso, a iniciativa busca promover a justiça ambiental, um tema cada vez mais relevante em um mundo que enfrenta desafios climáticos e sociais. O apoio a projetos que fortalecem a luta contra o racismo ambiental é essencial para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.

Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso a recursos e apoio para suas iniciativas. Projetos como o Mãe Beata Justiça Ambiental devem ser estimulados pela sociedade civil, promovendo a solidariedade e a justiça social em todas as suas formas.

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