Jorge Pontual retorna à televisão na reprise de "A Viagem" e compartilha sua jornada em palestras sobre saúde e bem-estar, ao lado da esposa, Marcelle Lacerda, que superou um câncer. O ator destaca a importância de um estilo de vida saudável e do jejum intermitente, enquanto planeja um podcast para ajudar mulheres com câncer.

Jorge Pontual, conhecido por seu papel na novela "A Viagem", retornará à televisão na reprise da trama, onde interpretará o peão Tonho, que impactará o casamento de Andrezza e Raul. O ator expressou sua satisfação com o trabalho, destacando as gravações em externas na fazenda e a convivência com colegas como Laura Cardoso e Miguel Falabella. Ele revelou que a novela foi uma das mais gratificantes de sua carreira.
Após um hiato desde sua participação em "Gênesis" (2021), Pontual tem se dedicado a palestras sobre saúde e bem-estar. Ele enfatiza a importância de uma vida saudável, especialmente à medida que se aproxima dos sessenta anos. O ator acredita que é essencial preparar-se para a velhice, focando em alimentação adequada e exercícios físicos.
Com um histórico de 27 anos praticando jejum intermitente, Pontual compartilha que costuma ficar de 16 a 20 horas sem comer, e planeja realizar um jejum de três a quatro dias em agosto, sempre sob supervisão médica. Ele destaca que a qualidade de vida é fundamental para envelhecer com saúde e disposição, desmistificando a ideia de que doenças são inevitáveis na terceira idade.
Jorge é casado com Marcelle Lacerda, que está em remissão após um câncer agressivo. Ele relata que a esposa enfrentou a doença sozinha durante a pandemia, passando por dois anos de quimioterapia. Agora, ambos se dedicam a ajudar outras mulheres que enfrentam o câncer, realizando palestras sobre saúde e alimentação.
O casal planeja lançar um podcast focado em saúde, já tendo conversado com empresas sobre o projeto. Pontual observa que, atualmente, existem muitas opções saudáveis que não estavam disponíveis em sua juventude, e se questiona sobre a falta de escolha das pessoas por essas alternativas.
Iniciativas como as palestras de Pontual e Lacerda são essenciais para apoiar mulheres em tratamento de câncer e promover a saúde. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitos, incentivando ações que ajudem a disseminar informações e recursos para aqueles que mais precisam.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou proposta que garante acesso a terapias regulamentadas para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA). O projeto, que altera a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA, assegura que os tratamentos tenham a validação do Ministério da Saúde, visando eficácia e segurança. A proposta, que amplia o Projeto de Lei 473/23, ainda precisa passar por outras comissões antes de ser votada na Câmara e no Senado.

São Paulo entra em estado de alerta devido à chegada de uma massa de ar polar, com temperaturas previstas de até 5°C. Abrigos e tendas emergenciais serão instalados para acolher a população vulnerável.

Caps em Macapá (AP) foram inaugurados em 2022, promovendo uma abordagem humanizada no atendimento a pacientes com sofrimento psíquico, em meio a desafios e retrocessos na saúde mental.

Apesar de bilhões em royalties do petróleo, Presidente Kennedy e Campos dos Goytacazes enfrentam pobreza, corrupção e infraestrutura deficiente, com a população sem acesso a serviços básicos essenciais.

Um pai reflete sobre a mentalidade de seu filho, que vê o trabalho doméstico como responsabilidade de uma funcionária, evidenciando a urgência de reeducar crianças sobre igualdade e respeito. A cultura ainda impõe às mulheres o papel de cuidadoras, enquanto a educação emocional dos meninos é negligenciada, resultando em confusões entre amor e controle. É essencial ensinar que não há hierarquia entre seres humanos e que o valor está em cuidar, não em dominar.

Uma mulher trans obteve na Justiça de São Paulo uma indenização de R$ 10 mil após ser barrada em uma boate por usar roupas femininas, evidenciando discriminação. O caso, que ocorreu em março de 2017, teve a indenização inicial de R$ 4 mil aumentada após recurso. A boate alegou normas de vestuário, mas testemunhas confirmaram o preconceito enfrentado pela mulher.