O presidente Lula (PT) afirmou que um quarto mandato geraria ainda mais incômodo aos adversários, enquanto entrega 400 Unidades Odontológicas Móveis e critica Donald Trump em Sorocaba.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, declarou em Sorocaba, São Paulo, que a possibilidade de um quarto mandato o tornaria ainda mais incômodo para seus adversários políticos. A afirmação foi feita durante a entrega de 400 Unidades Odontológicas Móveis a municípios, em um dia em que uma pesquisa da Quaest mostrou o crescimento do petista nas intenções de voto para as eleições de dois mil e vinte e seis. Lula destacou: “Um mandato do Lula incomodou muita gente. Dois mandatos incomodaram muito mais. Três mandatos, muito, muito, muito, muito mais. Imagina se tiver o quarto mandato, como é que eles vão ficar incomodados?”
Segundo a pesquisa, Lula aparece com entre 43% e 48% das intenções de voto no segundo turno, superando adversários da direita que não ultrapassam 35%. No primeiro turno, o petista lidera com 34% a 35%. Essa ascensão nas pesquisas reflete um cenário político em que Lula continua a ser uma figura polarizadora, atraindo tanto apoio quanto críticas.
Durante o evento, Lula também fez uma crítica ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao defender a soberania do Brasil e a necessidade de evitar interferências externas. Ele afirmou: “Eu quero cuidar desse país. Por isso que o presidente americano não dê palpite aqui, porque aqui cuidamos nós.” Essa declaração surge em um contexto de tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos, após o anúncio de tarifas sobre produtos brasileiros e o cancelamento de vistos de autoridades brasileiras.
A cerimônia em Sorocaba marcou a entrega de veículos adaptados, que incluem cadeiras odontológicas, aparelhos de raio-x, geradores e impressoras 3D para a produção de próteses. O investimento totaliza R$ 152 milhões e deve beneficiar cerca de 1,4 milhão de pessoas, especialmente em áreas rurais, ribeirinhas, indígenas e quilombolas. Lula enfatizou a qualidade dos dentistas brasileiros, afirmando que “não tem lugar no mundo com dentistas melhores que o Brasil.”
O investimento em saúde bucal é uma das prioridades do governo, visando melhorar o acesso a serviços odontológicos em regiões carentes. A entrega das Unidades Odontológicas Móveis é uma estratégia para levar atendimento de qualidade a populações que frequentemente enfrentam dificuldades para acessar cuidados de saúde.
Iniciativas como essa podem ser ampliadas com o apoio da sociedade civil. A união em torno de projetos que visam melhorar a saúde e o bem-estar da população é fundamental. Mobilizações para arrecadar recursos podem fazer a diferença na vida de muitos brasileiros, especialmente aqueles que vivem em condições mais vulneráveis.

O Ministério da Saúde lançou a campanha “Se pode ser dengue, pode ser grave” para alertar sobre a doença. Apesar da redução de 72% nos casos prováveis de dengue em 2025, a letalidade ainda preocupa. A comunicação enfatiza a importância do diagnóstico precoce e combate à automedicação, que pode agravar a situação.

Débora Porto, influenciadora brasileira, enfrenta discriminação em aplicativos de namoro devido ao lipedema. Ela busca conscientizar sobre a condição e se prepara para cirurgia.

Uma nova análise do Instituto de Câncer Dana-Farber revela que dietas anti-inflamatórias após tratamento convencional aumentam a sobrevida em pacientes com câncer de cólon, especialmente com atividade física. A pesquisa, apresentada na ASCO, destaca a importância da alimentação na recuperação e sugere que dietas menos inflamatórias podem reduzir o risco de morte em até 87%.

Pesquisadores identificaram alterações cerebrais que podem ocorrer até 25 anos antes dos sintomas do Alzheimer, prometendo avanços significativos no diagnóstico e na prevenção da doença. Essa descoberta pode transformar a abordagem atual, permitindo intervenções mais eficazes e precoces.

Mães em período de lactação podem sofrer com a nova "síndrome geniturinária da lactação", que apresenta sintomas semelhantes à menopausa, mas é frequentemente ignorada. A pesquisa destaca a urgência de tratamento e conscientização.

Foi lançada a Frente Parlamentar pela Eliminação da Malária na Amazônia, com apoio da OPAS, visando unir esforços para combater a malária, especialmente entre os povos indígenas. A iniciativa busca integrar políticas e ações sustentáveis.