Uma mancha de óleo foi identificada no Rio Sarapuí, em Duque de Caxias, mobilizando técnicos do Inea e da prefeitura para contenção e monitoramento. A origem do vazamento ainda é desconhecida.

Uma grande mancha de óleo foi identificada no Rio Sarapuí, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, nesta sexta-feira. O vazamento é visível ao longo do curso d'água, próximo à Rodovia Washington Luís. Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e da prefeitura local, juntamente com representantes do Plano de Área da Baía de Guanabara, iniciaram a mobilização para conter e recolher o resíduo.
O Inea informou que amostras da água da área afetada foram coletadas e o local está sob monitoramento contínuo. Os resultados das análises devem ser divulgados na próxima semana. Até o momento, não há informações sobre a origem da mancha de óleo.
O Rio Sarapuí atravessa cinco municípios da Baixada Fluminense: Nilópolis, Mesquita, São João de Meriti, Belford Roxo e Duque de Caxias. O Movimento Baía Viva destaca que o rio já enfrenta problemas de poluição devido ao despejo de chorume, lixo doméstico e outros resíduos, o que impacta a pesca e a qualidade da água.
Além do impacto local, o vazamento de óleo pode comprometer a qualidade das águas da Baía de Guanabara, uma vez que o Sarapuí deságua no rio Iguaçu, que por sua vez se conecta à baía. A situação exige atenção redobrada das autoridades e da população para evitar danos maiores ao meio ambiente.
A mobilização das equipes de contenção é crucial para minimizar os efeitos da poluição e proteger a fauna e flora locais. A comunidade e os órgãos ambientais devem trabalhar juntos para encontrar soluções sustentáveis e eficazes para a preservação do rio e de seus ecossistemas.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na recuperação e preservação do Rio Sarapuí. Projetos que visem a recuperação ambiental e a conscientização da população são essenciais para garantir um futuro mais saudável para a região.
O Comitê Gestor da CPR Furnas liberou R$ 147,7 milhões para ampliar o canal de navegação de Nova Avanhandava, essencial para o escoamento agrícola e operação das hidrelétricas. A obra, com investimento total de R$ 293 milhões, visa melhorar o transporte fluvial e reduzir emissões de CO₂.

Ibama soltou cachorro-do-mato resgatado após atropelamento, destacando a importância do licenciamento ambiental e do Programa de Proteção à Fauna. O animal, tratado no Cetas, retorna à natureza após recuperação.

Agentes da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) prenderam 20 pessoas em um campeonato ilegal de canto de pássaros em Nova Iguaçu, onde aves nativas foram resgatadas em condições de maus-tratos. A operação resultou na apreensão de aves sem anilhas e em gaiolas pequenas, evidenciando a caça ilegal. As aves serão tratadas e reintegradas à natureza.

Estudo recente aponta que a temperatura média global pode subir 2 graus Celsius até 2050, aumentando a frequência de desastres naturais e exigindo ações urgentes de mitigação.

A Organização Meteorológica Mundial confirmou que 2024 é o ano mais quente já registrado, superando 1,5ºC em relação ao período pré-industrial. Municípios brasileiros carecem de soluções acessíveis.

A Fundação Grupo Boticário lançou a campanha "ON pela Natureza", interrompendo a programação do Canal OFF para promover a conscientização ambiental e plantou 1.440 árvores. A ação gerou grande engajamento nas redes sociais.