Uma mancha de óleo foi identificada no Rio Sarapuí, em Duque de Caxias, mobilizando técnicos do Inea e da prefeitura para contenção e monitoramento. A origem do vazamento ainda é desconhecida.

Uma grande mancha de óleo foi identificada no Rio Sarapuí, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, nesta sexta-feira. O vazamento é visível ao longo do curso d'água, próximo à Rodovia Washington Luís. Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e da prefeitura local, juntamente com representantes do Plano de Área da Baía de Guanabara, iniciaram a mobilização para conter e recolher o resíduo.
O Inea informou que amostras da água da área afetada foram coletadas e o local está sob monitoramento contínuo. Os resultados das análises devem ser divulgados na próxima semana. Até o momento, não há informações sobre a origem da mancha de óleo.
O Rio Sarapuí atravessa cinco municípios da Baixada Fluminense: Nilópolis, Mesquita, São João de Meriti, Belford Roxo e Duque de Caxias. O Movimento Baía Viva destaca que o rio já enfrenta problemas de poluição devido ao despejo de chorume, lixo doméstico e outros resíduos, o que impacta a pesca e a qualidade da água.
Além do impacto local, o vazamento de óleo pode comprometer a qualidade das águas da Baía de Guanabara, uma vez que o Sarapuí deságua no rio Iguaçu, que por sua vez se conecta à baía. A situação exige atenção redobrada das autoridades e da população para evitar danos maiores ao meio ambiente.
A mobilização das equipes de contenção é crucial para minimizar os efeitos da poluição e proteger a fauna e flora locais. A comunidade e os órgãos ambientais devem trabalhar juntos para encontrar soluções sustentáveis e eficazes para a preservação do rio e de seus ecossistemas.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na recuperação e preservação do Rio Sarapuí. Projetos que visem a recuperação ambiental e a conscientização da população são essenciais para garantir um futuro mais saudável para a região.

A secretária de Meio Ambiente de Goiás, Andréa Vulcanis, criticou a empresa do Aterro Ouro Verde por sua inação em meio a problemas ambientais graves, enquanto o governo realiza ações emergenciais. Durante visita ao local, Vulcanis destacou que o governo está desobstruindo o rio e fornecendo água às comunidades afetadas. A empresa será responsabilizada por danos significativos, incluindo contaminação do solo e perdas agrícolas.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em Ibirajuba e Casinhas, permitindo acesso a recursos federais para enfrentar a estiagem. As prefeituras podem solicitar ajuda para ações de defesa civil.

Governadores do Sul e Sudeste do Brasil lançam a "Carta de Curitiba", pedindo um debate ambiental equilibrado e a superação de polarizações políticas antes da COP30 em Belém. Durante a 13ª reunião do Consórcio de Integração Sul e Sudeste, líderes estaduais destacaram a importância da união em torno da emergência climática e a necessidade de maior participação de estados e municípios nas negociações.

O Ministério do Meio Ambiente anunciou uma queda expressiva de 65,8% nas áreas queimadas e 46,4% nos focos de calor no Brasil no primeiro semestre de 2025, destacando uma redução de 97,8% no Pantanal. Essa melhora reflete ações governamentais eficazes e a necessidade de continuidade na luta contra as queimadas.

A Praia de Botafogo é considerada própria para banho, com águas limpas e avistamento de tartarugas marinhas, após intervenções de saneamento. O Inea confirma a melhoria na balneabilidade, atraindo cariocas e turistas.

Em 2023, as emissões da produção de roupas aumentaram 7,5%, totalizando 944 milhões de toneladas, devido ao uso crescente de poliéster virgem, intensificando a crise ambiental. O poliéster, fibra sintética barata, é responsável por significativas emissões de CO2 e contaminação por microplásticos, além de ser não biodegradável, contribuindo para o acúmulo de resíduos. A reciclagem é complexa e limitada, enquanto a indústria investe pouco em alternativas sustentáveis.