Uma mancha de óleo foi identificada no Rio Sarapuí, em Duque de Caxias, mobilizando técnicos do Inea e da prefeitura para contenção e monitoramento. A origem do vazamento ainda é desconhecida.

Uma grande mancha de óleo foi identificada no Rio Sarapuí, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, nesta sexta-feira. O vazamento é visível ao longo do curso d'água, próximo à Rodovia Washington Luís. Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e da prefeitura local, juntamente com representantes do Plano de Área da Baía de Guanabara, iniciaram a mobilização para conter e recolher o resíduo.
O Inea informou que amostras da água da área afetada foram coletadas e o local está sob monitoramento contínuo. Os resultados das análises devem ser divulgados na próxima semana. Até o momento, não há informações sobre a origem da mancha de óleo.
O Rio Sarapuí atravessa cinco municípios da Baixada Fluminense: Nilópolis, Mesquita, São João de Meriti, Belford Roxo e Duque de Caxias. O Movimento Baía Viva destaca que o rio já enfrenta problemas de poluição devido ao despejo de chorume, lixo doméstico e outros resíduos, o que impacta a pesca e a qualidade da água.
Além do impacto local, o vazamento de óleo pode comprometer a qualidade das águas da Baía de Guanabara, uma vez que o Sarapuí deságua no rio Iguaçu, que por sua vez se conecta à baía. A situação exige atenção redobrada das autoridades e da população para evitar danos maiores ao meio ambiente.
A mobilização das equipes de contenção é crucial para minimizar os efeitos da poluição e proteger a fauna e flora locais. A comunidade e os órgãos ambientais devem trabalhar juntos para encontrar soluções sustentáveis e eficazes para a preservação do rio e de seus ecossistemas.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na recuperação e preservação do Rio Sarapuí. Projetos que visem a recuperação ambiental e a conscientização da população são essenciais para garantir um futuro mais saudável para a região.

A exposição “Olhar ao Redor” foi inaugurada na Biblioteca Nacional, destacando a biodiversidade da Ilha do Bom Jesus. A mostra, com entrada gratuita até junho, visa conscientizar sobre os impactos da urbanização.

Vereadores do Rio de Janeiro derrubam veto do prefeito Eduardo Paes e declaram Padre José de Anchieta Patrono Municipal da Educação, enquanto mantêm veto ao "Dia da Cegonha Reborn". Iniciativas de sustentabilidade também avançam.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, defendeu a culinária amazonense após veto da OEI, que foi revogado, permitindo pratos típicos na COP 30. O governo investe em infraestrutura e hospedagem para o evento.

Belém se prepara para a COP30, enfrentando a urgência de obras de drenagem devido ao aumento de desastres climáticos, que cresceram 222% entre 2020 e 2023, refletindo a falta de resiliência do Brasil.

A exposição “Mata Atlântica: in-finitos encantos” no Museu do Jardim Botânico promove a conservação ambiental com a doação de mudas de jacarandá-da-bahia e agora permite que visitantes plantem sementes de papo-de-peru.

Homem é multado em R$ 7,5 mil por perseguir elefante-marinho-do-sul em Criciúma, SC. O Ibama destaca a importância de respeitar a fauna migratória e as consequências legais para atos de molestamento.