Master Tralha, o influencer Paulo César Silva do Amaral, conquista seguidores com receitas simples e humor carioca, sonhando em ter um programa de TV e um projeto social para ajudar os necessitados.

Paulo César Silva do Amaral, conhecido como Master Tralha, é um influencer que se destacou nas redes sociais com receitas simples e bem-humoradas. Com quase um milhão de seguidores no Instagram e no TikTok, além de cerca de 300 mil inscritos no YouTube, ele conquistou o público com seu estilo autêntico e improvisado. Recentemente, Master Tralha expandiu sua equipe de produção e expressou o desejo de ter um programa de TV e criar um projeto social para ajudar os necessitados.
As receitas de Master Tralha são acessíveis e criativas, utilizando ingredientes comuns, como sobras de churrasco e ovos. Um de seus vídeos mais populares, que ensina a fazer um “cachorro-quente de panela”, já acumula mais de 19 milhões de visualizações. Ele também compartilha receitas inusitadas, como um “macarrão turbinado” com bananas e sardinhas, sempre temperadas com seu humor característico.
O influencer, que cresceu enfrentando dificuldades, encontrou na culinária uma forma de se expressar e se conectar com seu público. Ele relata que, desde jovem, teve que improvisar na cozinha para complementar as refeições que sua mãe deixava prontas. Essa vivência o ajudou a criar uma empatia com seus seguidores, que se identificam com suas histórias e receitas.
Master Tralha começou suas gravações de forma amadora, com sua esposa, Luana Coura, filmando com um celular simples. Com o crescimento da audiência, ele agora conta com uma equipe de cerca de dez profissionais, enquanto Luana se mantém como a voz por trás dos vídeos. Essa mudança permitiu que ele se concentrasse mais na criação de conteúdo, mantendo a essência do improviso que o caracteriza.
Além de seu sucesso nas redes sociais, Master Tralha tem se preocupado em ser uma boa influência para seu público jovem. Ele evita mostrar bebidas alcoólicas e jogos de azar em seus vídeos, reafirmando seu compromisso com a responsabilidade social. O influencer já firmou parcerias com marcas como iFood e Bom Gosto, e acredita que sua trajetória pode inspirar outros a mudarem suas vidas.
Com o desejo de expandir seu impacto social, Master Tralha planeja criar um projeto que ajude os mais necessitados. Essa iniciativa pode ser uma oportunidade para a sociedade civil se unir e apoiar causas que promovam a inclusão e a solidariedade. A união em torno de projetos sociais pode transformar vidas e proporcionar um futuro melhor para muitos.

Ana Maria Gonçalves se inscreveu para a vaga na Academia Brasileira de Letras, podendo se tornar a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira na instituição. Sua candidatura é vista como favorita após a tentativa frustrada de Conceição Evaristo.

Andrea Schwarz, influenciadora e ativista, denunciou discriminação em restaurante de São Paulo ao ser negada uma mesa acessível, evidenciando a falta de empatia em ambientes sofisticados. A situação ressalta a urgência por inclusão e respeito aos direitos das pessoas com deficiência.

Nilma Marinanto, fundadora da Refribus, superou um câncer e agora apoia mulheres no empreendedorismo, promovendo autoconfiança e oportunidades de trabalho. Sua trajetória inspira e transforma vidas.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) realizará uma audiência pública em 26 de agosto para discutir políticas voltadas à população em situação de rua. O evento, promovido pela Procuradoria-Geral de Justiça e pelo Núcleo de Enfrentamento à Discriminação, busca garantir transparência e fomentar o diálogo entre a sociedade civil e o governo. A programação inclui a apresentação de estudos técnicos e ações governamentais, além de espaço para manifestações da comunidade. A ata será disponibilizada no portal do MPDFT em até 60 dias.

Pais enfrentam a perda gestacional e destacam a importância de conversas abertas com crianças sobre a situação. Especialistas sugerem que o diálogo sensível ajuda na compreensão e no luto familiar.

A revisão da Lei de Cotas em 2023 ampliou o acesso de estudantes quilombolas e priorizou cotistas vulneráveis, refletindo mudanças significativas na inclusão no ensino superior. A presença de grupos historicamente excluídos aumentou, com desempenho similar ao de não cotistas, embora a discriminação persista.