Mateus Rosa, artista plástico paraibano, de 9 anos, expõe suas obras no Museu do Louvre, em Paris, nos dias 17, 18 e 19 de outubro, realizando um sonho e superando desafios do autismo.

Mateus Rosa, um jovem artista plástico da Paraíba, foi convidado para expor suas obras no Museu do Louvre, em Paris, nos dias 17, 18 e 19 de outubro. O convite, que representa a realização de um sonho, foi feito por uma galeria de arte e destaca a trajetória inspiradora do menino, que começou a pintar aos dois anos e sete meses após ser diagnosticado com autismo.
Natural de Campina Grande, Mateus utiliza a arte como uma forma de expressão e superação de desafios. Desde muito cedo, ele demonstrou um talento excepcional, e suas obras têm sido compartilhadas e admiradas em todo o Brasil, conquistando o coração de muitas pessoas.
A mãe de Mateus, Maria Eduarda, revelou que o convite surgiu através das redes sociais, em maio deste ano. Desde a confirmação, o garoto tem se mostrado entusiasmado com a oportunidade de expor suas pinturas em um dos museus mais renomados do mundo, onde estão obras icônicas como a Mona Lisa.
Em 2019, quando tinha apenas três anos, a família de Mateus já compartilhava sua criatividade com o público. O suporte familiar foi fundamental para o desenvolvimento artístico do menino, que agora se prepara para uma experiência única em Paris, um lugar que ele sonha em conhecer desde 2022.
Embora Mateus ainda não compreenda totalmente a magnitude do convite, a arte se tornou sua principal forma de comunicação. Maria Eduarda acredita que as barreiras enfrentadas por pessoas neurodivergentes podem ser superadas, e que a arte de Mateus está alcançando um público cada vez maior.
Essa história emocionante nos lembra da importância de apoiar iniciativas que promovem a inclusão e a expressão artística. Projetos como o de Mateus devem ser incentivados pela sociedade, pois podem transformar vidas e abrir portas para muitos outros jovens talentos.

A Câmara dos Deputados aprovou urgência para projeto que combate a "adultização" de crianças e adolescentes nas redes sociais, após repercussão de vídeo do influenciador Felca. O texto, já aprovado no Senado, estabelece responsabilidades para plataformas digitais e visa proteger menores de crimes como pedofilia. A proposta, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-ES), exige que redes sociais adotem um "dever de cuidado". Apesar do apoio geral, há críticas de parlamentares da oposição sobre regulamentações consideradas excessivas.

Vieses inconscientes afetam decisões de contratação e promoção nas empresas, prejudicando a diversidade. Treinamentos em inclusão são essenciais para criar ambientes mais justos e inovadores.

A proposta da cidade de quinze minutos, surgida após o Acordo de Paris, visa criar ambientes urbanos mais acessíveis e sustentáveis. Em Paris, transformações como a criação de miniparques e ciclovias melhoraram a proximidade de serviços essenciais.

Cresce a preocupação com cursos de baixa qualificação para formação de terapeutas no Brasil, em meio ao aumento de doenças mentais e à proposta de regulamentação da prática terapêutica. Profissionais alertam para os riscos de atendimentos inadequados.
O Programa Acredita no Primeiro Passo, lançado em 2024 pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, já movimentou R$ 3,4 bilhões em crédito, gerando 200 mil empregos e reduzindo a extrema pobreza em 21,4%. A iniciativa visa capacitar e apoiar pequenos empreendedores, promovendo justiça social e oportunidades reais de transformação.

Mães de crianças com deficiência, como Fernanda e Camila, enfrentam a difícil escolha de abandonar suas carreiras devido à falta de apoio e políticas públicas adequadas, evidenciando a necessidade de inclusão no mercado de trabalho.