Médicos oftalmologistas voluntários atenderam 250 moradores de rua em Salvador, doando 188 pares de óculos e encaminhando casos complexos para clínicas do SUS. A ação faz parte da iniciativa Pop Rua Jud do CNJ.

Nos dias 10 e 11 de julho, a Pop Rua Jud, uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), proporcionou atendimento oftalmológico a 250 moradores de rua em Salvador. A ação ocorreu no Terreiro de Jesus e teve como objetivo oferecer serviços essenciais à população em situação de vulnerabilidade social. Médicos oftalmologistas voluntários, coordenados pela médica Christine Sampaio, da Sociedade Bahiana de Oftalmologia (SOFBA), realizaram exames e doaram 188 pares de óculos.
A assistência oftalmológica contou com a colaboração de diversos profissionais, incluindo residentes de instituições de saúde e acadêmicos de medicina. A presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Wilma Lelis, também participou do mutirão. A clínica COSB forneceu equipamentos para os exames, enquanto empresas como Cristália, Abbvie, Ofta e Genon contribuíram com doações de colírios.
Os resultados da ação foram significativos, com a entrega de 188 pares de óculos, doados pela One Sight, uma entidade vinculada à empresa EssilorLuxottica. Casos mais complexos foram encaminhados para clínicas do Sistema Único de Saúde (SUS) em Salvador, garantindo que os pacientes recebessem o atendimento necessário. Alguns moradores de rua também receberão seus óculos posteriormente.
A Pop Rua Jud não se limita ao atendimento oftalmológico. O evento oferece uma gama de serviços, incluindo assistência odontológica, emissão de documentos, encaminhamento para oportunidades de emprego e serviços sociais. Essa iniciativa tem como foco principal facilitar o acesso à Justiça e à saúde para a população em situação de rua, promovendo um atendimento sem burocracia.
A organização do evento em Salvador foi realizada pelo Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, com a colaboração de diversas instituições, como Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Defensorias Públicas e o Ministério Público. Essa parceria tem ampliado o acesso à saúde ocular e outros serviços essenciais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos atendidos.
A ação destaca a importância da solidariedade e da mobilização social em prol dos mais necessitados. Projetos como esse devem ser incentivados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na vida de quem enfrenta dificuldades. A participação da comunidade é fundamental para garantir que iniciativas de apoio e assistência continuem a beneficiar aqueles que mais precisam.

Arqueólogos descobriram artefatos históricos na Praça da Bandeira, em Belém (PA), durante obras de revitalização para a COP30. Os achados, que incluem cerâmicas e moedas dos séculos XVIII e XIX, serão expostos na Freezone Cultural Action e no Museu do Estado do Pará.

Um projeto-piloto na Avenida Paulista oferece créditos no Bilhete Único em troca de pedaladas, promovendo a mobilidade sustentável em São Paulo. Universidades buscam voluntários até 30 de junho.

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal realiza o I Ciclo de Palestras de Segurança Pública, focado na proteção da mulher e na conscientização sobre violência doméstica. O evento, promovido pelos Conselhos Comunitários de Segurança, ocorrerá em diversas localidades, com o próximo encontro em 26 de agosto, abordando temas como empoderamento feminino e apoio às vítimas. As palestras visam transformar realidades e fortalecer redes de apoio, com a participação de especialistas e instituições parceiras. As inscrições são gratuitas.
O I Fórum de Experiência do Paciente do IgesDF destacou a importância da humanização no atendimento em saúde, com iniciativas como o prontuário afetivo e a cartilha de alta afetiva. O secretário de Saúde do DF, Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, enfatizou que a experiência do paciente é tão crucial quanto o tratamento, promovendo um ambiente acolhedor nas unidades de saúde.

Ator Alan Rocha denuncia agressão racista contra seu filho com deficiência em colégio no Rio de Janeiro. A escola suspendeu o agressor, mas o caso continua em discussão.

O seminário "Financiamento climático" em São Paulo abordou estratégias para arrecadar US$ 300 bilhões anuais até 2035, enfatizando a agenda climática como motor de desenvolvimento econômico. Especialistas destacaram a necessidade de engajamento do setor privado e a criação de mecanismos financeiros para escalar investimentos.