O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) promove a 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente de 6 a 9 de maio, reunindo 2.570 municípios e gerando 2.635 propostas para atualizar a Política Nacional sobre Mudança do Clima. A ministra Marina Silva enfatizou a importância da participação social e a urgência de enfrentar a emergência climática, destacando a necessidade de justiça ambiental e educação climática.

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) anunciou, em 25 de abril, um balanço das etapas preparatórias da 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente (5ª CNMA), que ocorrerá de 6 a 9 de maio, no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília. Com o tema “Emergência Climática: o Desafio da Transformação Ecológica”, o evento mobilizou 2.570 municípios e gerou 2.635 propostas para atualizar a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC).
A ministra Marina Silva destacou a importância do processo participativo, que incluiu a realização de 439 conferências municipais, 179 intermunicipais e 287 conferências livres. “É um volume enorme de propostas, mas com uma convergência muito grande em torno da emergência climática”, afirmou. Ela ressaltou que os impactos das mudanças climáticas afetam mais intensamente as populações vulneráveis, como quilombolas e indígenas, e defendeu a justiça ambiental como um pilar fundamental das ações governamentais.
Durante o evento, a secretária-executiva adjunta do MMA, Anna Flávia Franco, enfatizou que a retomada da conferência, que não ocorria desde 2013, é uma prioridade da atual gestão. “A Conferência do Meio Ambiente é o maior e mais amplo evento de reflexão sobre a agenda ambiental em nível nacional”, disse. A coordenadora executiva da 5ª CNMA, Larissa Barros, acrescentou que a etapa nacional será crucial para consolidar o debate iniciado com a sociedade.
Larissa Barros também destacou a diversidade entre os delegados da conferência, com uma composição de 56% de mulheres e 44% de homens, sendo 64,4% autodeclarados negros. Essa diversidade é vista como um reflexo da representatividade necessária nas discussões sobre políticas ambientais. A conferência se insere em um contexto estratégico, pois o Brasil se prepara para sediar a 30ª Conferência da ONU sobre Mudança do Clima, a COP30.
A 5ª CNMA é organizada para discutir e propor soluções para os desafios ambientais do Brasil. A primeira etapa envolveu atividades autogestionadas e conferências, resultando em mais de seis mil propostas. Na segunda etapa, as Conferências Estaduais priorizaram 540 propostas, que serão analisadas na etapa nacional, onde as delegações selecionarão as cem melhores para fortalecer o Plano Clima.
Esse processo é uma oportunidade para a sociedade civil se engajar ativamente na construção de políticas públicas. A união em torno de causas ambientais pode ser um caminho para apoiar aqueles que enfrentam os desafios das mudanças climáticas e promover iniciativas que visem um futuro mais sustentável e justo para todos.

O Fórum de Finanças Climáticas e de Natureza no Rio de Janeiro busca transformar a mobilização de capital para enfrentar a lacuna de US$ 200 bilhões em financiamento climático no Brasil. Com a participação de líderes do governo e da sociedade civil, o evento visa posicionar o país como protagonista na agenda climática global, promovendo soluções que integrem desenvolvimento, inclusão e conservação ambiental.

A Fundação Grupo Boticário lançou a campanha "ON pela Natureza", interrompendo a programação do Canal OFF para promover a conscientização ambiental e plantou 1.440 árvores. A ação gerou grande engajamento nas redes sociais.

A COP30, que ocorrerá em novembro em Belém, é vista como um "ponto de inflexão" na luta climática, apesar da saída dos EUA do Acordo de Paris e atrasos nas NDCs de grandes emissores. André Corrêa do Lago destaca a necessidade de um alinhamento global para enfrentar os desafios climáticos.

Subprefeitura embarga obra em Copacabana após corte irregular de árvores nativas, configurando crime ambiental. Empresas responsáveis serão notificadas e fiscalizações serão intensificadas na área.

A Câmara dos Deputados aprovou a Lei do Mar, que estabelece a Política Nacional para a Gestão Integrada do Sistema Costeiro-Marinho, visando a conservação e o uso sustentável. O projeto, que agora segue para o Senado, foi elaborado por ex-deputados e inclui diretrizes para a proteção ambiental e desenvolvimento sustentável, abordando questões como pesca, turismo e mudanças climáticas.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal resgatou um jabuti com queimaduras durante combate a incêndio na Via Estrutural, demonstrando a importância da proteção da fauna silvestre. O animal foi encaminhado ao Hospital Veterinário do DF para tratamento.