Motociclista denuncia venda de água contaminada em bueiro no Rio de Janeiro. Vídeo revela garrafas armazenadas em esgoto, com presença de coliformes fecais.

Um motociclista de aplicativo fez uma denúncia alarmante nas redes sociais sobre a venda de água em sinais de trânsito no Rio de Janeiro. Em um vídeo gravado no Centro da cidade, ele mostrou garrafas de água armazenadas dentro de um bueiro, cercadas por água suja e esgoto. O motociclista questiona: "Você pagaria R$ 2 por uma água no sinal se soubesse que ela saiu de um bueiro?" Essa situação levanta sérias preocupações sobre a qualidade da água comercializada nas ruas.
Em 2023, uma análise realizada pelo jornal O Globo revelou a presença de coliformes fecais em amostras de água mineral vendidas por ambulantes. Os testes foram conduzidos pelo laboratório Tecma, que é certificado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O engenheiro químico e professor Ghandi Giordano, responsável pela análise, verificou a contaminação em várias garrafas recolhidas pela cidade.
Dos trinta frascos de água analisados, vinte e oito apresentaram adulterações. Desses, metade estava contaminada, incluindo duas garrafas que continham coliformes fecais, que podem causar diarreia e outras doenças. Os resultados evidenciam a falta de higiene na manipulação das garrafas, colocando em risco a saúde de quem consome esse produto.
A venda de água em sinais de trânsito é uma prática comum, especialmente em áreas urbanas, onde muitos motoristas e pedestres buscam opções mais baratas. No entanto, a falta de regulamentação e controle de qualidade levanta questões sobre a segurança do consumo. A denúncia do motociclista destaca a necessidade urgente de fiscalização e conscientização sobre os riscos associados a essa prática.
Além da contaminação, a situação expõe a vulnerabilidade de muitos trabalhadores informais que dependem dessa atividade para sustentar suas famílias. A venda de água em condições inadequadas não apenas compromete a saúde pública, mas também perpetua um ciclo de exploração e precarização do trabalho.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que promovam a conscientização sobre a qualidade da água e ofereçam alternativas seguras para a população são essenciais. A mobilização em torno dessa questão pode ajudar a transformar a realidade de muitos trabalhadores e consumidores, garantindo acesso a produtos seguros e de qualidade.
O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) inaugurou a primeira Unidade de Cirurgia Bariátrica do SUS no DF, com equipe multiprofissional e estrutura dedicada, visando melhorar a qualidade de vida de pacientes com obesidade. A vice-governadora Celina Leão e o secretário de Saúde Juracy Cavalcante destacaram a importância do novo espaço, que já atendeu mais de mil pessoas desde 2008. A unidade conta com seis consultórios e uma equipe de nove cirurgiões, entre outros profissionais, oferecendo atendimento humanizado e acolhedor.

Pesquisas recentes revelam que deficiências hormonais em homens e mulheres na perimenopausa podem estar ligadas a doenças mentais resistentes ao tratamento, sugerindo a necessidade de terapias hormonais. A saúde mental de milhões pode ser impactada positivamente por essa abordagem.

Após um surto de sarampo no Tocantins, o Brasil não registrou novos casos em duas semanas. O Ministério da Saúde enviou vacinas e implementou a dose zero para crianças em áreas vulneráveis.

Casos de gripe aumentam drasticamente, com internações subindo até 373% em algumas regiões. A adesão à vacina está em apenas 32%, muito abaixo da meta de 90%, exigindo ação imediata das autoridades.

O Hospital do Coração (HCor) criou uma dieta cardioprotetora brasileira, adaptando a dieta mediterrânea com ingredientes locais, com resultados positivos em pacientes do SUS. A pesquisa será expandida para 40 hospitais.

A cetamina, anestésico com uso crescente no tratamento da depressão resistente, enfrenta barreiras de acesso no Brasil, levando pacientes a recorrerem à Justiça para garantir o tratamento. Embora aprovada para uso psiquiátrico, a terapia é frequentemente negada por planos de saúde, resultando em ações judiciais que costumam ser favoráveis aos pacientes. O custo elevado das sessões, que pode ultrapassar R$ 3 mil, e a necessidade de supervisão médica complicam ainda mais o acesso.