O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e a Prefeitura de Niterói demoliram uma casa irregular em Charitas, utilizando drones para identificar outras invasões e firmaram um plano de proteção ambiental. A ação visa coibir ocupações irregulares e delimitar áreas de preservação. Moradores podem denunciar crimes ambientais pelo telefone 153.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Prefeitura de Niterói realizaram uma ação conjunta nesta quinta-feira, 26 de junho, para identificar e demolir edificações irregulares em Charitas, uma área do Parque Natural Municipal de Niterói (Parnit). A operação resultou na demolição de uma casa irregular e foi coordenada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), com a participação de diversas secretarias e do 12º Batalhão da Polícia Militar.
Durante a ação, foram utilizados drones do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema) para reconhecer e verificar outras possíveis invasões na região. A utilização de tecnologia visa aumentar a eficácia das operações de fiscalização e proteção ambiental, permitindo uma identificação mais rápida de áreas em risco.
Na quarta-feira, 18 de junho, um plano de trabalho foi assinado pelo procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, em parceria com o município de Niterói. O objetivo é atuar em conjunto para coibir a ocupação irregular do solo urbano e implantar marcos delimitadores nas fronteiras de áreas de proteção ambiental, reforçando a preservação dos espaços naturais.
A ação é parte de um esforço contínuo para proteger as áreas ambientais e garantir que o crescimento urbano ocorra de maneira ordenada e sustentável. A demolição de construções irregulares é uma medida necessária para evitar danos ao meio ambiente e assegurar a integridade das unidades de conservação.
Os moradores de Niterói têm a oportunidade de contribuir para a proteção ambiental, podendo denunciar crimes relacionados a ocupações irregulares pelo telefone 153. A participação da comunidade é fundamental para o sucesso das iniciativas de preservação e fiscalização.
Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a união em torno da causa ambiental pode gerar um impacto significativo na preservação das áreas verdes e na qualidade de vida da população. A mobilização em torno da proteção do meio ambiente é essencial para garantir um futuro sustentável para todos.

A Universidade de Brasília (UnB) se prepara para a "Feira de Oportunidades — Vem pra UnB", de 27 a 29 de agosto, visando acolher novos alunos e discutir a greve dos servidores. A reitora Rozana Naves destacou a importância do Instituto Nacional do Cerrado, que será criado em conexão com a COP-30, ressaltando a necessidade de proteger esse bioma vital.

No último sábado, Brasília promoveu o 1º mutirão de limpeza no Lago Norte, mobilizando moradores e ativistas para preservar o meio ambiente. A ação destacou a importância do cuidado com a natureza e a conscientização da população.

O Brasil promove o conceito indígena de mutirão, mas aprova legislações que ameaçam a Amazônia e os direitos indígenas, como o PL da Devastação e projetos de infraestrutura. É urgente incluir os Povos Indígenas nas políticas climáticas.

Estudo revela que macacos-pregos no Parque Estadual de Águas da Prata dependem da alimentação humana, com riscos de doenças e dependência alimentar. A pesquisa, liderada pela bióloga Natascha Kelly Alves Scarabelo, observou 26 indivíduos.

Na COP30, em Belém, a inclusão das big techs nas negociações sobre energia renovável será debatida, destacando a importância da participação de povos tradicionais. O evento abordará soluções climáticas como biometano e hidrogênio verde, com foco na transição energética e na redução das emissões de gases de efeito estufa.

A Cooxupé inicia sua colheita de café com o fertilizante lower carbon da Yara, reduzindo a pegada de carbono em até 90%. A parceria envolve 30 produtores e visa aumentar a qualidade e sustentabilidade do grão.